Ocitocina, muito mais que o “Hormônio do Amor ”. Saiba porquê!

A ocitocina ou oxitocina, conhecida como “hormônio do amor”, também é capaz de criar sensações reconfortantes durante interações sociais e físicas.

Associada com afetos sociais e românticos, a ocitocina aumenta a libido e é conhecida por criar laços sociais, familiares e afetivos. É este hormônio que faz você se apaixonar por alguém. Não só paixão sexual, mas também amor fraternal, entre amigos.

Quando conhecemos alguém, esta pessoa terá a capacidade de induzir a liberação de muita ou pouca oxitocina em você. Quanto maior for esta indução, mais você se apegará a ela e mais você se lembrará dela…

É a famosa empatia, que ocorre entre certas pessoas. Pessoas com mais ocitocina circulante são mais apaixonantes e em geral mais carismáticas.


Ações da ocitocina no organismo

São muitas as ações da ocitocina sobre o organismo, não somente as relacionadas com o amor e sexo…

Reprodução feminina

A ocitocina é um neuropeptídeo de nove aminoácidos produzido por neurônios hipotalâmicos, sendo que sua ação é fundamental para as atividades reprodutoras femininas. Esse hormônio é responsável por desempenhar um importante papel no processo reprodutivo.

Durante a fase folicular do ciclo reprodutivo e durante os estágios finais da gestação, a ocitocina estimula as contrações uterinas, que facilitam o transporte do esperma para o oviduto durante o período fértil e a expulsão do feto na hora do parto.

O estímulo primário para a liberação da ocitocina é a distensão mecânica da cérvix uterina provocada pela insinuação do feto no momento do parto, bem como o ato de sucção da glândula mamária.

A ocitocina exerce outras ações, como a ejeção do leite.

Na lactante, estímulos táteis e visuais, juntamente com a sucção induzem a liberação da ocitocina na corrente sanguínea, levando a contração das células mioepiteliais que circundam os alvéolos presentes na glândula mamária, resultando na liberação do leite

Este hormônio possui também ação vasodilatadora e ação antidiurética fraca. Estudos realizados apontaram também que a ocitocina está relacionada com o orgasmo, tanto masculino, quanto feminino. Os pesquisadores propuseram que é possível que haja uma interação entre as contrações musculares e o desejo sexual/orgasmo.


Regeneração muscular (antienvelhecimento)

Pesquisadores dizem que a ocitocina liberada durante a amamentação, durante o sexo e até mesmo durante um abraço caloroso, poderia se transformar em tratamento viável para a perda muscular relacionada à idade.

Um estudo recente realizado pela Universidade da Califórnia em Berkeley aponta mais um benefício da ocitocina: poderia, um dia, ser usada para manter e reparar os músculos envelhecidos.

No estudo, publicado no periódico Nature Communications, os pesquisadores observaram os níveis de ocitocina em ratos e descobriram que o hormônio diminui com a idade.

Os camundongos mais velhos apresentaram menos receptores de ocitocina em células-tronco musculares. Ao se injetar o hormônio nos camundongos, os músculos lesionados dos espécimes mais velhos começaram a se reparar depois de apenas nove dias. A ação da ocitocina foi rápida.

A reparação do músculo em animais mais velhos foi de quase 80% do que vimos nos mais jovens — disse Christian Elabd, cientista sênior e coautor do estudo.

O interessante é que os animais jovens que receberam injeções de ocitocina não sofreram alteração muscular, segundo a cientista sênior e coautora líder do estudo, Wendy Cousin — Isso é bom, pois demonstra que ocitocina extra melhora as células-tronco de tecidos envelhecidos, sem fazer com que as células musculares se dividam incontrolavelmente — Wendy acrescentou.

A cientista prevê que a ocitocina ultrapassará a terapia de reposição hormonal tradicional como um dos principais tratamentos antienvelhecimento para uma série de condições.


Regulação do metabolismo energético – Obesidade

Pesquisas recentes revelaram que a ocitocina desempenha um papel importante também no metabolismo e balanço energético.

Estudos em animais sugerem que as ações da ocitocina no Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso Periférico (SNP), podem levar à a reversão de obesidade, bem como distúrbios relacionados à glicose e insulina em modelos murinos. Da mesma forma, o tratamento com a ocitocina reduziu o peso corporal em indivíduos pré-diabéticos obesos.

Em pesquisa realizada por cientistas do  Albert Einstein College of Medicine, Bronx, New York,   concluiu-se que  a oxitocina e seus análogos têm efeitos multi-nível para melhorar o controle de peso, sensibilidade à insulina e secreção de insulina, e apresenta potencial para ser desenvolvida como futuros medicamentos  para obesidade e diabetes.


Ocitocina e a Síndrome Metabólica

A ocitocina está envolvida na regulação do metabolismo energético, assim como adiponectina (APN), que é uma proteína plasmática que controla a queima de gordura e que se associa inversamente com síndrome metabólica

Um estudo realizado por pesquisadores da University Zhenjiang em Jiangsu, na China, teve como objetivo determinar as relações de ocitocina e ADIPONECTINA com a SÍNDROME METABÓLICA

Os resultados obtidos levaram os pesquisadores a concluir que indivíduos com baixos níveis de ocitocina circulante, juntamente com baixos níveis de ADIPONECTINA apresentam um risco significativamente maior de SÍNDROME METABÓLICA

A combinação de ambos os marcadores seria útil para identificar pacientes de alto risco de SÍNDROME METABÓLICA


Ação da ocitocina sobre a ansiedade  e outros transtornos psíquicos

A ocitocina (OT) modula a expressão de comportamentos sociais e emocionais e, consequentemente, tem sido proposta como um tratamento farmacológico para as doenças psiquiátricas, incluindo desordens do espectro do autismo e esquizofrenia.

A ocitocina e arginina-vasopressina (AVP) estão associadas com diferenças individuais nas respostas emocionais e comportamentos

. A amígdala é considerada uma região importante do cérebro na regulação do comportamento emocional, com OT e AVP modulando a atividade na amígdala durante o processamento de emoções negativas.

Em particular, o aumento dos níveis de OT pode diminuir ativação da amígdala (efeito ansiolítico) e os níveis de AVP elevados podem aumentar a ativação da amígdala (efeitos ansiogênicos) quando as emoções negativas são processadas.

Em estudo realizado por Motoki e colaboradores, foram avaliados 51 participantes (masculino e feminino) usando um paradigma que envolve emoção negativa em conjunto com ressonância magnética funcional e medições dos níveis de OT e AVP no plasma.

Determinaram que os níveis plasmáticos aumentados de AVP foram associados positivamente com ativação da amígdala (efeitos ansiogênicos) em homens, mas não em mulheres e que o aumento dos níveis de OT pode diminuir ativação da amígdala (efeito ansiolítico) tanto em homens quanto em mulheres.


Ação sexual

O conhecimento dos efeitos do neuropeptídeo ocitocina sobre os comportamentos sexuais humanos e interações entre parceiros continua a ser limitado.

Com base nos estudos anteriores, os autores sugerem que a ocitocina deve ser capaz de influenciar positivamente parâmetros da função e interações sexuais

Empregando um cenário naturalista envolvendo 29 casais heterossexuais saudáveis (n = 58 participantes), foram analisados os efeitos agudos da ocitocina administrada por via intranasal  sobre desejo sexual, excitação, orgasmo e os aspectos refratários do comportamento sexual em conjunto com interações parceiros.

Os dados foram avaliados por instrumentos psicométricos (aguda experiências sexuais Escala, Arizona experiência sexual Scale), bem como biomarcadores, como o cortisol, α-amilase e da frequência cardíaca.

O uso Intranasal  de OXT não alterou parâmetros “clássicos” da função sexual, tais como desejo sexual, excitação ou ereção do pênis e lubrificação. No entanto, revelou efeitos específicos relacionados com o intervalo orgásmica/pós-orgásmica, bem como parâmetros de interações entre parceiros. Segundo a análise, a ocitocina aumentou a intensidade do orgasmo e a satisfação após a relação sexual .


Ocitocina e dor

Eles formam um grupo de 30 neurônios do hipotálamo, com ação analgésica dupla: estimulam a liberação de ocitocina, tanto na medula espinhal como no sangue, a fim de inibir neurônios sensíveis aos estímulos dolorosos (nociceptivos).

Este mecanismo e este novo centro da dor no hipotálamo, descoberto por uma equipe formada por pesquisadores do CNRS, Inserm e da Universidade de Estrasburgo e apresentado na revista Neuron, confirma o papel primordial da ocitocina em resposta à dor.

Um novo entendimento que abre o caminho, visando este grupo de neurônios como alvo de novas terapias analgésicas.

A equipe francesa descreveu o novo centro de controle da dor como sendo composto de um punhado de neurônios que coordenam a liberação de ocitocina no sangue e medula óssea e, assim, diminuem a sensação de dor. Uma vez que a ocitocina sintetizada pelo hipotálamo, também modula a resposta à dor.

Ou é este “centro de controle” no cérebro, que vai coordenar a sua liberação em caso de estímulo doloroso.

Grupos diferentes de neurônios se coordenam contra a dor:

Durante a dor aguda ou sensibilização inflamatória, as informações são canalizadas através dos nervos periféricos para os neurônios da medula espinhal. Eles interpretam a intensidade e o tipo da mensagem.

A informação é então enviada para a “tropa de choque neuronal”, que por sua vez ativa uma grande família de neurônios, os neurônios magnocelulares em outra área do hipotálamo, que liberam ocitocina na corrente sanguínea.

A ocitocina “acalma” os neurônios periféricos que transmitem a sensação de dor para o cérebro. Além disso, equipado com axônios extremamente longos, estes neurônios de choque atingem as camadas mais profundas da medula espinhal, aumentando a intensidade das suas ações.

Dessa forma, uma descoberta promissora no tratamento da dor patológica.


Generosidade e Altruísmo

 Os mecanismos de generosidade entre seres humanos não são bem compreendidos, mas várias linhas de pesquisa sugerem ser um papel da empatia. Neste estudo, os participantes foram infundidos com 40 UI de ocitocina (OT) ou placebo e teriam que decidir rapidamente se dividiriam dinheiro com um estranho.

Aqueles que receberam ocitocina,  eram 80% mais generoso do que aqueles que receberam um placebo .

 Notavelmente, os que receberam  ocitocina, tiveram duas vezes mais impacto sobre a generosidade do que em relação ao altruísmo.

Isto indica que a generosidade está associado com ambos altruísmo, bem como uma identificação emocional com outra pessoa.

Ocitocina aumenta generosidade entre humanos

Como aumentar os níveis de ocitocina

Uma forma de ter bastante oxitocina é mamar no peito da sua mãe pelo maior tempo possível. T

alvez hoje não seja mais possível fazer isso, porém há outras formas de se aumentar os níveis circulantes deste hormônio como por exemplo abraçar, beijar, cantar, tocar e dançar.

De acordo com o neuroeconomista Dr. Paul Zak da Universidade de Claremont, Califórnia e autor do livro “A molécula da moralidade”, que estuda as ações da ocitocina por mais de 12 anos, há uma “receita” para aumentar os próprios níveis de ocitocina sendo utilizada por ele, que é dar oito abraços por dia, um por hora, durante um dia de trabalho, mas também é aconselhável dar vários outros ao chegar em casa, nos seus entes queridos. A ocitocina também é produzida durante a oração, meditação e quando damos atenção a outra pessoa. Ao contrário, altos níveis de estresse e testosterona podem diminuir a ação da ocitocina, de acordo com o autor.


Efeitos da  Ocitocina elevada 

Níveis altos deste hormônio também influenciam na capacidade orgásmica das pessoas, quanto mais oxitocina maior a intensidade do orgasmo, assim como níveis baixos dificultam a chegada do mesmo.

Isso mostra o quanto é importante o carinho antes da relação sexual não só, mas principalmente para as mulheres, que em geral apresentam maior complexidade que os homens para atingir este objetivo.

Portanto amigos, dia 12/06  é um dia especial  para abraçar, fazer carinho, beijar, tomar vinho, comer um belo prato e estimular sua capacidade orgásmica e reprodutiva. CARPE DIEM !


Abraços protegem contra estresse, depressão, infecções e gripes, diz estudo.

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, segundo estudo publicado na Psychological Science.

Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em inglês), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças.

Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários. Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe.

Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.

Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe, exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança.

Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social, como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo, os sintomas da doença foram mais brandos.  Para Sheldon Cohen e sua equipe, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse”.


A administração crônica de ocitocina é suficiente para provocar a perda de peso em ratos obesos induzidos por dieta. 

OCITOCINA EMAGRECE?

A administração de ocitocina emagreceu em roedores de obesidade induzida pela dieta, primatas não humanos e seres humanos, tanto pela redução da ingestão de energia quanto pelo aumento do gasto de energia.

Embora a via subjacente a esses efeitos permaneça incerta, os neurônios que liberam ocitocina no núcleo paraventricular estão posicionados para controlar a entrada de energia para o tecido adiposo marrom interescapular.

Em um trabalho realizado por pesquisadores norte-americanos e publicado em julho de 2017 no American Journal of Physiology, foi avaliado se a administração central de ocitocina aumenta a termogênese do tecido adiposo marrom, se este efeito envolve receptores de ocitocina e se tais efeitos estão associados à perda de peso sustentada após administração crônica.

Para avaliar as alterações induzidas pela ocitocina na termogênese do tecido adiposo marrom, foram medidos os efeitos da administração intracerebroventricular (ICV) de ocitocina na termogênese em ratos e camundongos.

Os pesquisadores relataram que a infusão crônica de ocitocina nos modelos animais utilizados, melhorou a obesidade induzida por dieta, reduzindo a massa gordurosa.

Embora a ingestão reduzida de alimentos contribua para esse efeito, a descoberta de que a ocitocina injetada também aumenta a termogênese tecido adiposo marrom sugere que o aumento do gasto de energia pode contribuir também.

Essas descobertas sustentam coletivamente a hipótese de que, em ratos com obesidade induzida pela dieta, a ação da ocitocina administrada via ICV evoca a perda de peso sustentada, tanto pela redução da ingestão de energia quanto pelo aumento da termogênese do tecido adiposo marrom.


DÚVIDAS COMUNS:


 

Quais são os efeitos da ocitocina?
Além de estimular as contrações uterinas durante o parto, ajudar a conter hemorragias no pós-parto e favorecer a amamentação, a ocitocina está associada ao prazer sexual, ao orgasmo, à melhora das interações sociais, ao aumento da empatia e, segundo alguns estudos, pode contribuir para o controle do peso corporal.


O que é a ocitocina e para que ela serve?
A ocitocina é um hormônio produzido pelo organismo e utilizado oficialmente na obstetrícia para indução do trabalho de parto e estímulo à amamentação. Na prática clínica, também tem sido estudada e utilizada como suporte para melhora da resposta sexual e do vínculo emocional entre casais, com resultados positivos em contextos bem indicados.


Como a ocitocina é produzida?
A ocitocina é produzida no cérebro, principalmente no hipotálamo, e liberada pela hipófise em situações como o contato físico, o abraço, o carinho, o sorriso, o ato sexual e a amamentação. O aleitamento materno estimula fortemente sua produção, contribuindo para o vínculo entre mãe e bebê, especialmente nos primeiros meses de vida.


O que é o “hormônio do amor”?
“Hormônio do amor” é o apelido popular da ocitocina, pois ela está diretamente relacionada ao vínculo emocional, à confiança e à sensação de proximidade entre as pessoas. Sua ação ocorre entre amigos, casais e familiares, em diferentes intensidades. Situações de contato físico e acolhimento estimulam sua liberação, o que explica por que gestos simples podem gerar empatia e conexão emocional.

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REFRêNCIAS: 

  1. CARTER, C. Sue. Oxytocin pathways and the evolution of human behavior. Annual Review of Psychology, Palo Alto, v. 65, p. 17–39, 2014.
    Disponível em: https://www.annualreviews.org/doi/10.1146/annurev-psych-010213-115110
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  2. GIMPL, G.; FAHRENHOLZ, F. The oxytocin receptor system: structure, function, and regulation. Physiological Reviews, Bethesda, v. 81, n. 2, p. 629–683, 2001.
    Disponível em: https://journals.physiology.org/doi/full/10.1152/physrev.2001.81.2.629
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  3. UVNÄS-MOBERG, K.; PETERSEN, M. Oxytocin, a mediator of anti-stress, well-being, social interaction, growth and healing. Zeitschrift für Psychosomatische Medizin und Psychotherapie, Stuttgart, v. 51, n. 1, p. 57–80, 2005.
    Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15834840/
    DOI: não informado.

  4. MACDONALD, K.; FEIFEL, D. Oxytocin in schizophrenia: a review of evidence for its therapeutic effects. Acta Neuropsychiatrica, Cambridge, v. 24, n. 3, p. 130–146, 2012.
    Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/acta-neuropsychiatrica
    DOI: 10.1111/j.1601-5215.2011.00634.x.

  5. YOUNG, L. J.; WANG, Z. The neurobiology of pair bonding. Nature Neuroscience, London, v. 7, n. 10, p. 1048–1054, 2004.
    Disponível em: https://www.nature.com/articles/nn1327
    DOI: 10.1038/nn1327.

  6. BRAVO, J. A. et al. Ingestion of Lactobacillus strain regulates emotional behavior and central GABA receptor expression via the vagus nerve. Proceedings of the National Academy of Sciences, Washington, v. 108, n. 38, p. 16050–16055, 2011.
    Disponível em: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1102999108
    DOI: 10.1073/pnas.1102999108.

  7. WITTEKINDT, N. E.; LOU, H. C. Oxytocin and sexual behavior. Hormones and Behavior, San Diego, v. 61, n. 3, p. 442–449, 2012.
    Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0018506X11002357

  8. PEDERSEN, C. A.; BOCCIA, M. L. Oxytocin links mothering received, mothering bestowed and adult stress responses. Stress, London, v. 5, n. 4, p. 259–267, 2002.
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    DOI: 10.1080/1025389021000044524.

  9. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO recommendations for induction of labour. Geneva: WHO, 2011.
    Disponível em: https://apps.who.int/iris/handle/10665/44531

  10. GROSS, J. J.; LEVINE, A. Oxytocin and social bonding: clinical implications. Harvard Review of Psychiatry, Boston, v. 21, n. 6, p. 323–330, 2013.

Dr. Roberto Franco do Amaral – Especialista em Medicina Laboratorial CRM 111310

27 respostas

      1. D.R Roberto ,meu nome é Natal Lacerda e gostaria de saber se a ocitocina ajuda na ejaculação retardada , ou seja se ativa a sensação de prazer mais rápido desde já agradeço.

  1. Excelente artigo! Estou lendo um livro de Paulo Vieira e ele fala sobre esse hormônio e naturalmente vim buscar mais informações, Parabéns Dr. Roberto Franco!

  2. Dr. A ocitocina pode ajudar pessoas tímidas, introvertidas a se tornarem mais extrovertidas, comunicativas e desinibidas ?

  3. ” Ao contrário, altos níveis de estresse e testosterona podem diminuir a ação da ocitocina, de acordo com o autor.”

    Testosterona diminui a ação da ocitocina?? Só na mulher correto?

  4. Olá Dr.Roberto tudo bem? Meu filho é autista,e li alguns artigos que ocitocina pode ajudar no tratamento.Gostaria de saber se é verdade,se a resposta for sim ,por favor,me informe a qual especialista devo consultar.Desde já obrigada.

  5. Bom dia Dr Roberto, amei seu artigo. Meu filho de 18 anos foi diagnosticado com Diabetes Insipidus Central, idiopática, a 18 meses. Pelos exames feitos em Jan/2019 apenas a produção de ADH havia sido prejudicada. Desde então utiliza 2 pufs/dia de DDAVP.
    Nos últimos meses mudou muito seu comportamento e está por demais depressivo. A DI pode ter alterado também a produção de OT? Quem devo procurar, como proceder?

  6. Dr. seu artigo é muito bom e esclarecedor. Gostaria de usar para aumentar a libido e perda de peso (já faço exercícios físicos regularmente). Me indicaria inalação nasal ou pílulas?
    Aguardo e agradeço
    Vivaldo

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