{"id":5645,"date":"2017-02-15T11:10:07","date_gmt":"2017-02-15T11:10:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/?p=5645"},"modified":"2025-07-05T08:14:56","modified_gmt":"2025-07-05T11:14:56","slug":"testosterona-obesidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/testosterona-obesidade\/","title":{"rendered":"Testosterona e Obesidade. Qual a rela\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<h3><strong><span style=\"color: #ff6600;\">A rela\u00e7\u00e3o de testosterona\u00a0 baixa com obesidade, diabetes, resist\u00eancia a insulina e s\u00edndrome metab\u00f3lica<\/span><\/strong><\/h3>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">A epidemia de obesidade e diabetes \u00e9 uma grande crise global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00e1rios estudos epidemiol\u00f3gicos revelam a escalada paralela da obesidade e diabetes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo \u201cdiabesidade&#8221; expressa a rela\u00e7\u00e3o estreita entre si, em que ambas altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas s\u00e3o caracterizadas por dist\u00farbios da a\u00e7\u00e3o da insulina\u00a0 favorecendo o estoque de gordura. Quanto mais gordura, mais aromatase, enzima que converte testosterona em estradiol ( horm\u00f4nio feminino)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fisiopatologia ligando obesidade e diabetes tipo 2 ( n\u00edvel de glicose elevado) \u00e9 principalmente atribu\u00edda a dois fatores:\u00a0 ganho de gordura abdominal e a resist\u00eancia \u00e0 insulina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A obesidade induz a resist\u00eancia \u00e0 insulina, atuando sobre uma diversidade de mol\u00e9culas que predisp\u00f5em o indiv\u00edduo a um estado inflamat\u00f3rio cr\u00f4nico e a complica\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diabesidade \u00e9 o novo termo que caracteriza a ocorr\u00eancia do diabetes em indiv\u00edduos obesos, porque j\u00e1 foi\u00a0estabelecida uma rela\u00e7\u00e3o direta entre o aumento do \u00cdndice de Massa Corporal (IMC) e o desenvolvimento do diabetes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A patog\u00eanese deste processo envolve um aumento da resist\u00eancia \u00e0 a\u00e7\u00e3o da insulina em tecidos perif\u00e9ricos, que pode ser definida como um estado em que concentra\u00e7\u00f5es muito mais elevadas de insulina s\u00e3o necess\u00e1rias para produzir uma resposta biol\u00f3gica normal.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Defici\u00eancia de Testosterona e Diabesidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00e1rios estudos t\u00eam sugerido que a defici\u00eancia de testosterona pode contribuir para o desenvolvimento da obesidade, resist\u00eancia \u00e0 insulina e diabetes mellitus tipo II e que a terapia de\u00a0reposi\u00e7\u00e3o da testosterona pode melhorar esse quadro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5662\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/trt.jpg\" alt=\"testosterona obesidade\" width=\"550\" height=\"285\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/trt.jpg 442w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/trt-300x155.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudo de revis\u00e3o conduzido por Cheung e colaboradores \u00a0identificou m\u00faltiplos mecanismos que corroboram os efeitos dos baixos n\u00edveis de testosterona sobre a resist\u00eancia \u00e0 insulina, obesidade, disfun\u00e7\u00e3o vascular e inflama\u00e7\u00e3o, e que a terapia com testosterona transd\u00e9rmica representa uma alternativa para o tratamento de homens com s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro estudo conduzido por Haider em 2014\u00a0investigou os efeitos em longo prazo da terapia com testosterona em homens com diabesidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Subsequente \u00e0 terapia com testosterona, a circunfer\u00eancia da cintura diminuiu em 11,56 cm e o peso em 17,49 kg.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A glicemia de jejum e a hemoglobina glicada tamb\u00e9m diminu\u00edram. Dessa forma, a terapia com testosterona resultou em melhorias significativas e sustentadas no peso e fatores de risco cardiometab\u00f3licos em homens com diabesidade e defici\u00eancia de testosterona.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Estudo comprova que testosterona transd\u00e9rmica reduz a resist\u00eancia \u00e0 insulina e melhora o perfil lip\u00eddico e a fun\u00e7\u00e3o sexual<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo do estudo\u00a0publicado no <em>International Journal of Endocrinology<\/em> por Jones e colaboradores,\u00a0foi avaliar os efeitos da terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona (TRT) na resist\u00eancia \u00e0 insulina, fatores de risco cardiovasculares em homens com hipogonadismo, diabetes tipo II e\/ou s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para isso, 220 homens foram selecionados para participar deste estudo multic\u00eantrico, prospectivo, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo e receber a terapia, durante 12 meses. Abaixo, veja os resultados e a conclus\u00e3o do estudo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1- \u00a0 A TRT reduziu o HOMA-IR (o c\u00e1lculo do \u00edndice HOMA-IR ajuda a determinar o grau de resist\u00eancia \u00e0 insulina) em 15,2% ap\u00f3s\u00a06 meses e 16,4% ap\u00f3s 12 meses na popula\u00e7\u00e3o total;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2- Em pacientes com diabetes tipo II o controle glic\u00eamico foi significativamente melhor no grupo TRT em compara\u00e7\u00e3o com o placebo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3- \u00a0Melhorias nos n\u00edveis de colesterol total e LDL, lipoprote\u00edna A, composi\u00e7\u00e3o corporal, libido e fun\u00e7\u00e3o sexual foram observadas ap\u00f3s a TRT;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4- \u00a0N\u00e3o houve diferen\u00e7as significativas entre os grupos, na frequ\u00eancia de efeitos adversos, sendo que a maioria deles foi de ligeira a\u00a0moderada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s an\u00e1lise dos resultados, os pesquisadores conclu\u00edram que, ao longo de um per\u00edodo de 6 meses, a terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona foi associada com efeitos ben\u00e9ficos na resist\u00eancia \u00e0 insulina, colesterol total e LDL-c, al\u00e9m de melhorar a fun\u00e7\u00e3o sexual em homens com hipogonadismo, diabetes tipo II e\/ou s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Tratamento da dor em pacientes com fibromialgia, relacionada \u00e0 s\u00edndrome metab\u00f3lica, com gel de testosterona: farmacocin\u00e9tica e resposta cl\u00ednica.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pacientes com fibromialgia comumente t\u00eam um \u00edndice de massa corporal elevado e est\u00e3o fisicamente inativos, 2 principais fatores de risco para a s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para testar a hip\u00f3tese de que a defici\u00eancia de testosterona desempenha um papel importante na dor cr\u00f4nica, um estudo piloto de Fase I\/II foi realizado com 12 pacientes com fibromialgia para verificar se uma dose di\u00e1ria com gel de testosterona transd\u00e9rmica por de 28 dias poderia:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) aumentar de forma significativa e segura a concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica m\u00e9dia de testosterona, de n\u00edveis basais baixos para n\u00edveis m\u00e9dio\/alto-normal e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2) tratar eficazmente os sintomas de dor e fadiga da fibromialgia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados farmacocin\u00e9ticos confirmaram que as concentra\u00e7\u00f5es plasm\u00e1ticas da testosterona livre aumentaram significativamente acima dos n\u00edveis basais, por meio da avalia\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de horm\u00f4nio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A avalia\u00e7\u00e3o dos sintomas t\u00edpicos da fibromialgia pelo question\u00e1rio do paciente e no exame do ponto sens\u00edvel <strong>demonstraram mudan\u00e7as significativas na diminui\u00e7\u00e3o da dor muscular, rigidez e fadiga e no aumento da libido durante o tratamento do estudo<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes resultados s\u00e3o consistentes com a capacidade hipot\u00e9tica da testosterona para aliviar os sintomas de fibromialgia. Os sintomas que n\u00e3o estavam intimamente relacionados com a fibromialgia n\u00e3o foram melhorados.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A Testosterona \u00e9 um fator chave relacionado ao g\u00eanero na S\u00edndrome Metab\u00f3lica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A s\u00edndrome metab\u00f3lica (MetS) est\u00e1 altamente correlacionada com doen\u00e7as cardiovasculares. Embora o excesso de gordura corporal seja um fator determinante para o desenvolvimento da MetS, um n\u00edvel reduzido de testosterona desempenha um papel fundamental na sua regula\u00e7\u00e3o. Um baixo n\u00edvel de testosterona est\u00e1 altamente relacionado com a resist\u00eancia \u00e0 insulina, obesidade visceral e MetS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisadores da Universidade de Milano-Bicoccano realizaram uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica de testes cl\u00ednicos no Pubmed com as palavras-chave: testosterona e resist\u00eancia \u00e0 insulina e testosterona e s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foram encontrados 19 estudos sobre a correla\u00e7\u00e3o entre o n\u00edvel de testosterona com resist\u00eancia \u00e0 insulina e 18 sobre o efeito da testosterona terapia na MetS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma alta correla\u00e7\u00e3o entre baixa testosterona e resist\u00eancia \u00e0 insulina foi encontrada nos homens, mas n\u00e3o nas mulheres. Administra\u00e7\u00e3o de testosterona em homens hipogonadais melhoraram a MetS e reduziram o risco de mortalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00f3geno e os receptores de estrog\u00eanio s\u00e3o expressos em adip\u00f3citos, tecido muscular e hep\u00e1tico e a sua ativa\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para melhorar o controle metab\u00f3lico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Normaliza\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de testosterona deve ser o tratamento prim\u00e1rio em homens, juntamente com a restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica e exerc\u00edcio f\u00edsico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas descobertas v\u00eam principalmente de dados correlativos e continua a ser uma necessidade a realiza\u00e7\u00e3o de novos ensaios randomizados para fortalecer essa evid\u00eancia. Esta revis\u00e3o considerou os efeitos da testosterona na regula\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de MetS em homens e mulheres.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\">Defici\u00eancia de testosterona e obesidade associadas a mortalidade por todas as causas<\/span><\/h3>\n<p>A testosterona, por sua vez, est\u00e1 relacionada a uma s\u00e9rie de efeitos fisiol\u00f3gicos, como fun\u00e7\u00e3o sexual, desempenho f\u00edsico, for\u00e7a muscular, desenvolvimento da massa corporal magra, e fun\u00e7\u00e3o cognitiva.<\/p>\n<p>Baixos n\u00edveis de testosterona est\u00e3o associados a doen\u00e7as cardiovasculares, c\u00e2ncer e a mortalidade de todos os tipos.<\/p>\n<p>Estudos demonstraram, que na \u00faltima d\u00e9cada, 38,7% dos homens com mais de 45 anos demonstram n\u00edveis baixos de testosterona (defici\u00eancia de testosterona) testosterona total \u2264350 ng \/dL.<\/p>\n<p>Existe uma rela\u00e7\u00e3o inversa conhecida entre os n\u00edveis elevados de testosterona e a gordura corporal (medida pelo \u00edndice de massa corporal \u2265 30 kg \/ m2, circunfer\u00eancia da cintura \u2265102 cm, percentual de gordura corporal \u226525% ou aumento do tecido adiposo), que demonstrou ser consistente em estudos transversais, estudos prospectivos de coorte e an\u00e1lises sistem\u00e1ticas, e meta-an\u00e1lises.<\/p>\n<p>Esta rela\u00e7\u00e3o \u00e9 bidirecional, ou seja, n\u00edveis baixos de testosterona aumentam o risco da eleva\u00e7\u00e3o da gordura corporal, e o aumento da gordura corporal pode reduzir os dos n\u00edveis de testosterona.<\/p>\n<p>Portanto, foi investigado se a co-ocorr\u00eancia de defici\u00eancia de testosterona e obesidade geral (IMC \u2265 30 kg \/ m2) e obesidade abdominal (circunfer\u00eancia da cintura \u2265102 cm) est\u00e1 associada a um risco aumentado de mortalidade por todas as causas em uma amostra representativa de homens dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>O estudo, publicado no\u00a0<em>Clinical Endocrinology,\u00a0<\/em>foi realizado em 948 homens com idade maior que 20 anos e avaliou se a presen\u00e7a concomitante de defici\u00eancia de testosterona e obesidade, definida como IMC (\u00edndice de massa corporal) \u2265 30 kg \/ m2 e a obesidade abdominal (circunfer\u00eancia da cintura \u2265102 cm) estariam associadas a um risco aumentado de mortalidade por todas as causas.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise multivariada mostrou um risco aumentado de morte de 2,6 vezes entre homens com defici\u00eancia de testosterona em compara\u00e7\u00e3o com homens sem esta defici\u00eancia (<em>hazard ratio, HR<\/em>, de = 2,60; intervalo de confian\u00e7a, IC, de 95%, 1,20-5,80).<\/p>\n<p>Cabe ressaltar que os homens com defici\u00eancia de testosterona e obesidade abdominal apresentaram risco 3,3 maior de morte (<em>HR<\/em>\u00a0= 3,30; IC de 95%, 1,21-8,71) em rela\u00e7\u00e3o aos homens sem defici\u00eancia de testosterona e sem obesidade abdominal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Obesity and diabetes: An update.<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/27353549<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Obesity and diabetes.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=Riob%C3%B3+Serv%C3%A1n+P.+Obesity+and+diabetes.+Nutr+ Hosp.+2013+Sep%3B28+Suppl+5%3A138-43.+doi%3A+10.3305%2Fnh.2013.28.sup5.6929.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Effects of long-term testosterone therapy on patients with &#8220;diabesity&#8221;: results of observational studies of pooled analyses in obese hypogonadal men with type 2 diabetes.<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=Effects+of+long-term+testosterone+therapy+on+patients+with +%22diabesity%22%3A+results+of+observational+studies+of+pooled+analyses+in+obese+hypogonadal+men+with+type+2+diabetes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Testosterone level in men with type 2 diabetes mellitus and related metabolic effects: A review of current evidence.<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=Cheung+KK%2C+Luk+AO%2C+So+WY%2C+Ma+RC%2C +Kong+AP%2C+Chow+FC%2C+Chan+JC.+Testosterone+level+in+men+with+type+2+diabetes+mellitus+and+related+metabolic+effects%3A+A+review+of+current+evidence.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Testosterone replacement in hypogonadal men with type 2 diabetes and\/or metabolic syndrome (the TIMES2 study).<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/21386088<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pioglitazone Randomised Italian Study on Metabolic Syndrome (PRISMA): effect of pioglitazone with metformin on HDL-C levels in type 2 diabetic patients.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=Pioglitazone+Randomised+Italian+Study+on+Metabolic+ Syndrome+(PRISMA)%3A+effect+of+pioglitazone+with+metformin+on+HDL-C+levels+in+type+2+ diabetic+patients.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>The effects of chitosan oligosaccharide (GO2KA1) supplementation on glucose control in subjects with prediabetes.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=The+effects+of+chitosan+oligosaccharide+(GO2KA1)+ supplementation+on+glucose+control+in+subjects+with+prediabetes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Efficacy and safety of chitosan HEP-40 in the management of hypercholesterolemia: a randomized, multicenter, placebo-controlled trial.<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/?term=Efficacy+and+safety+of+chitosan+HEP-40+in+the +management+of+hypercholesterolemia%3A+a+randomized%2C+multicenter%2C+placebo-controlled+trial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Treatment of pain in fibromyalgia patients with testosterone gel: Pharmacokinetics and clinical response.<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1567576915002453<\/p>\n<p><strong>Testosterone a key factor in gender related metabolic syndrome<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/29356299<\/p>\n<p>Double trouble: Co-occurrence of testosterone deficiency and body fatness associated with all-cause mortality in US men. D.S. Lopez,X. Qiu,S. Advani,K.K. Tsilidis,M. Khera,J. Kim,A. Morgentaler,R. Wang,S. Canfield. Clinical endocrinology Volume 88, Issue 1 January 2018 ,Pages 58\u201365; 10.1111\/cen.13501<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rela\u00e7\u00e3o de testosterona\u00a0 baixa com obesidade, diabetes, resist\u00eancia a insulina e s\u00edndrome metab\u00f3lica A epidemia de obesidade e diabetes \u00e9 uma grande crise global. V\u00e1rios estudos epidemiol\u00f3gicos revelam a escalada paralela da obesidade e diabetes. 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