{"id":4792,"date":"2016-06-14T14:16:50","date_gmt":"2016-06-14T14:16:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/?p=4792"},"modified":"2025-12-28T11:21:05","modified_gmt":"2025-12-28T14:21:05","slug":"ocitocina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/ocitocina\/","title":{"rendered":"Ocitocina, muito mais que o \u201cHorm\u00f4nio do Amor \u201d. Saiba porqu\u00ea!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina ou oxitocina<\/strong>, conhecida como &#8220;horm\u00f4nio do amor&#8221;, tamb\u00e9m \u00e9 capaz de criar sensa\u00e7\u00f5es reconfortantes durante intera\u00e7\u00f5es sociais e f\u00edsicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Associada com afetos sociais e rom\u00e2nticos, a ocitocina aumenta a libido e \u00e9 conhecida por criar la\u00e7os sociais, familiares e afetivos.\u00a0\u00c9 este horm\u00f4nio que faz voc\u00ea se apaixonar por algu\u00e9m. N\u00e3o s\u00f3 paix\u00e3o sexual, mas tamb\u00e9m amor fraternal, entre amigos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando conhecemos algu\u00e9m, esta pessoa ter\u00e1 a capacidade de induzir a libera\u00e7\u00e3o de muita ou pouca oxitocina em voc\u00ea. Quanto maior for esta indu\u00e7\u00e3o, mais voc\u00ea se apegar\u00e1 a ela e mais voc\u00ea se lembrar\u00e1 dela&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 a famosa empatia, que ocorre entre certas pessoas. Pessoas com mais <strong>ocitocina<\/strong> circulante s\u00e3o mais apaixonantes e em geral mais carism\u00e1ticas.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #333300;\"><strong>A\u00e7\u00f5es da ocitocina no organismo<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">S\u00e3o muitas as a\u00e7\u00f5es da ocitocina sobre o organismo, n\u00e3o somente as relacionadas com o amor e sexo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o feminina<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> \u00e9 um neuropept\u00eddeo de nove amino\u00e1cidos produzido por neur\u00f4nios hipotal\u00e2micos, sendo que sua a\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para as atividades reprodutoras femininas. Esse horm\u00f4nio \u00e9 respons\u00e1vel por desempenhar um importante papel no processo reprodutivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Durante a fase folicular do ciclo reprodutivo e durante os est\u00e1gios finais da gesta\u00e7\u00e3o, a ocitocina estimula as contra\u00e7\u00f5es uterinas, que facilitam o transporte do esperma para o oviduto durante o per\u00edodo f\u00e9rtil e a expuls\u00e3o do feto na hora do parto.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O est\u00edmulo prim\u00e1rio para a libera\u00e7\u00e3o da <strong>ocitocina<\/strong> \u00e9 a distens\u00e3o mec\u00e2nica da c\u00e9rvix uterina provocada pela insinua\u00e7\u00e3o do feto no momento do parto, bem como o ato de suc\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> exerce outras a\u00e7\u00f5es, como a eje\u00e7\u00e3o do leite.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na lactante, est\u00edmulos t\u00e1teis e visuais, juntamente com a suc\u00e7\u00e3o induzem a libera\u00e7\u00e3o da ocitocina na corrente sangu\u00ednea, levando a contra\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas mioepiteliais que circundam os alv\u00e9olos presentes na gl\u00e2ndula mam\u00e1ria, resultando na libera\u00e7\u00e3o do leite<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Este horm\u00f4nio possui tamb\u00e9m a\u00e7\u00e3o vasodilatadora e a\u00e7\u00e3o antidiur\u00e9tica fraca. Estudos realizados apontaram tamb\u00e9m que a ocitocina est\u00e1 relacionada com o orgasmo, tanto masculino, quanto feminino. Os pesquisadores propuseram que \u00e9 poss\u00edvel que haja uma intera\u00e7\u00e3o entre as contra\u00e7\u00f5es musculares e o desejo sexual\/orgasmo.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Regenera\u00e7\u00e3o muscular (antienvelhecimento)<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Pesquisadores dizem que a <strong>ocitocina<\/strong> liberada durante a amamenta\u00e7\u00e3o, durante o sexo e at\u00e9 mesmo durante um abra\u00e7o caloroso, poderia se transformar em tratamento vi\u00e1vel para a perda muscular relacionada \u00e0 idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um estudo recente realizado pela Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley aponta mais um benef\u00edcio da ocitocina: poderia, um dia, ser usada para manter e reparar os m\u00fasculos envelhecidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No estudo, publicado no peri\u00f3dico <em>Nature Communications<\/em>, os pesquisadores observaram os n\u00edveis de <strong>ocitocina<\/strong> em ratos e descobriram que o horm\u00f4nio diminui com a idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os camundongos mais velhos apresentaram menos receptores de ocitocina em c\u00e9lulas-tronco musculares. Ao se injetar o horm\u00f4nio nos camundongos, os m\u00fasculos lesionados dos esp\u00e9cimes mais velhos come\u00e7aram a se reparar depois de apenas nove dias.\u00a0A a\u00e7\u00e3o da ocitocina foi r\u00e1pida.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A repara\u00e7\u00e3o do m\u00fasculo em animais mais velhos foi de quase 80% do que vimos nos mais jovens \u2014 disse Christian Elabd, cientista s\u00eanior e coautor do estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O interessante \u00e9 que os animais jovens que receberam inje\u00e7\u00f5es de <strong>ocitocina<\/strong> n\u00e3o sofreram altera\u00e7\u00e3o muscular, segundo a cientista s\u00eanior e coautora l\u00edder do estudo, Wendy Cousin \u2014 Isso \u00e9 bom, pois demonstra que ocitocina extra melhora as c\u00e9lulas-tronco de tecidos envelhecidos, sem fazer com que as c\u00e9lulas musculares se dividam incontrolavelmente \u2014 Wendy acrescentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A cientista prev\u00ea que a ocitocina ultrapassar\u00e1 a terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal tradicional como um dos principais tratamentos antienvelhecimento para uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Regula\u00e7\u00e3o do metabolismo energ\u00e9tico \u2013 Obesidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Pesquisas recentes revelaram que a <strong>ocitocina<\/strong> desempenha um papel importante tamb\u00e9m no metabolismo e balan\u00e7o energ\u00e9tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estudos em animais sugerem que as a\u00e7\u00f5es da ocitocina no Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso Perif\u00e9rico (SNP), podem levar \u00e0 a revers\u00e3o de obesidade, bem como dist\u00farbios relacionados \u00e0 glicose e insulina em modelos murinos. Da mesma forma, o tratamento com a <strong>ocitocina<\/strong> reduziu o peso corporal em indiv\u00edduos pr\u00e9-diab\u00e9ticos obesos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em pesquisa realizada por cientistas\u00a0do \u00a0<em>Albert Einstein College of Medicine<\/em>, Bronx, New York, \u00a0\u00a0concluiu-se que \u00a0a oxitocina e seus an\u00e1logos t\u00eam efeitos multi-n\u00edvel para melhorar o controle de peso, sensibilidade \u00e0 insulina e secre\u00e7\u00e3o de insulina, e apresenta potencial para ser desenvolvida como futuros medicamentos \u00a0para obesidade e diabetes.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Ocitocina e a S\u00edndrome Metab\u00f3lica<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> est\u00e1 envolvida na regula\u00e7\u00e3o do metabolismo energ\u00e9tico, assim como <strong>adiponectina<\/strong> (APN), que \u00e9 uma prote\u00edna plasm\u00e1tica que controla a queima de gordura e que se associa inversamente com s\u00edndrome metab\u00f3lica<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um estudo realizado por pesquisadores da University Zhenjiang em Jiangsu, na China, teve como objetivo determinar as rela\u00e7\u00f5es de ocitocina e ADIPONECTINA com a S\u00cdNDROME METAB\u00d3LICA<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os resultados obtidos levaram os pesquisadores a concluir que indiv\u00edduos com baixos n\u00edveis de <strong>ocitocina<\/strong> circulante, juntamente com baixos n\u00edveis de ADIPONECTINA apresentam um risco significativamente maior de S\u00cdNDROME METAB\u00d3LICA<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A combina\u00e7\u00e3o de ambos os marcadores seria \u00fatil para identificar pacientes de alto risco de S\u00cdNDROME METAB\u00d3LICA<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A\u00e7\u00e3o da ocitocina sobre a ansiedade \u00a0e outros transtornos ps\u00edquicos<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> (OT) modula a express\u00e3o de comportamentos sociais e emocionais e, consequentemente, tem sido proposta como um tratamento farmacol\u00f3gico para as doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas, incluindo desordens do espectro do autismo e esquizofrenia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> e arginina-vasopressina (AVP) est\u00e3o associadas com diferen\u00e7as individuais nas respostas emocionais e comportamentos<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">. A am\u00edgdala \u00e9 considerada uma regi\u00e3o importante do c\u00e9rebro na regula\u00e7\u00e3o do comportamento emocional, com OT e AVP modulando a atividade na am\u00edgdala durante o processamento de emo\u00e7\u00f5es negativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em particular, o aumento dos n\u00edveis de OT pode diminuir ativa\u00e7\u00e3o da am\u00edgdala (efeito ansiol\u00edtico) e os n\u00edveis de AVP elevados podem aumentar a ativa\u00e7\u00e3o da am\u00edgdala (efeitos ansiog\u00eanicos) quando as emo\u00e7\u00f5es negativas s\u00e3o processadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em estudo realizado por Motoki e colaboradores, foram avaliados 51 participantes (masculino e feminino) usando um paradigma que envolve emo\u00e7\u00e3o negativa em conjunto com resson\u00e2ncia magn\u00e9tica funcional e medi\u00e7\u00f5es dos n\u00edveis de OT e AVP no plasma.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Determinaram que os n\u00edveis plasm\u00e1ticos aumentados de AVP foram associados positivamente com ativa\u00e7\u00e3o da am\u00edgdala (efeitos ansiog\u00eanicos) em homens, mas n\u00e3o em mulheres e que o aumento dos n\u00edveis de OT pode diminuir ativa\u00e7\u00e3o da am\u00edgdala (efeito ansiol\u00edtico) tanto em homens quanto em mulheres.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A\u00e7\u00e3o sexual<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O conhecimento dos efeitos do neuropept\u00eddeo <strong>ocitocina<\/strong>\u00a0sobre os comportamentos sexuais humanos e intera\u00e7\u00f5es entre parceiros continua a ser limitado.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Com base nos estudos anteriores, os autores sugerem que a ocitocina deve ser capaz de influenciar positivamente par\u00e2metros da fun\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00f5es sexuais<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Empregando um cen\u00e1rio naturalista envolvendo 29 casais heterossexuais saud\u00e1veis (n = 58 participantes), foram analisados os efeitos agudos da<strong> ocitocina<\/strong> administrada por via intranasal \u00a0sobre desejo sexual, excita\u00e7\u00e3o, orgasmo e os aspectos refrat\u00e1rios do comportamento sexual em conjunto com intera\u00e7\u00f5es parceiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os dados foram avaliados por instrumentos psicom\u00e9tricos (aguda experi\u00eancias sexuais Escala, Arizona experi\u00eancia sexual Scale), bem como biomarcadores, como o cortisol, \u03b1-amilase e da frequ\u00eancia card\u00edaca.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O uso Intranasal \u00a0de OXT n\u00e3o alterou par\u00e2metros &#8220;cl\u00e1ssicos&#8221; da fun\u00e7\u00e3o sexual, tais como desejo sexual, excita\u00e7\u00e3o ou ere\u00e7\u00e3o do p\u00eanis e lubrifica\u00e7\u00e3o. No entanto, revelou efeitos espec\u00edficos relacionados com o intervalo org\u00e1smica\/p\u00f3s-org\u00e1smica, bem como par\u00e2metros de intera\u00e7\u00f5es entre parceiros. Segundo a an\u00e1lise, a ocitocina aumentou a intensidade do orgasmo e a\u00a0satisfa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a rela\u00e7\u00e3o sexual .<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Ocitocina e dor<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Eles formam um grupo de 30 neur\u00f4nios do hipot\u00e1lamo, com a\u00e7\u00e3o analg\u00e9sica dupla: estimulam a libera\u00e7\u00e3o de <strong>ocitocina<\/strong>, tanto na medula espinhal como no sangue, a fim de inibir neur\u00f4nios sens\u00edveis aos est\u00edmulos dolorosos (nociceptivos).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Este mecanismo e este novo centro da dor no hipot\u00e1lamo, descoberto por uma equipe formada por pesquisadores do <em>CNRS, Inserm<\/em> e da <em>Universidade de Estrasburgo<\/em> e apresentado na revista <strong><em>Neuron<\/em><\/strong>, confirma o papel primordial da <strong>ocitocina<\/strong> em resposta \u00e0 dor.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um novo entendimento que abre o caminho, visando este grupo de neur\u00f4nios como alvo de novas terapias analg\u00e9sicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A equipe francesa descreveu o novo centro de controle da dor como sendo composto de um punhado de neur\u00f4nios que coordenam a libera\u00e7\u00e3o de <strong>ocitocina<\/strong> no sangue e medula \u00f3ssea e, assim, diminuem a sensa\u00e7\u00e3o de dor.\u00a0Uma vez que a <strong>ocitocina<\/strong> sintetizada pelo hipot\u00e1lamo, tamb\u00e9m modula a resposta \u00e0 dor.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ou \u00e9 este &#8220;centro de controle&#8221; no c\u00e9rebro, que vai coordenar a sua libera\u00e7\u00e3o em caso de est\u00edmulo doloroso.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Grupos diferentes de neur\u00f4nios se coordenam contra a dor:<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Durante a dor aguda ou sensibiliza\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria, as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o canalizadas atrav\u00e9s dos nervos perif\u00e9ricos para os neur\u00f4nios da medula espinhal.\u00a0Eles interpretam a intensidade e o tipo da mensagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 ent\u00e3o enviada para a &#8220;tropa de choque neuronal&#8221;, que por sua vez ativa uma grande fam\u00edlia de neur\u00f4nios, os neur\u00f4nios magnocelulares em outra \u00e1rea do hipot\u00e1lamo, que liberam ocitocina na corrente sangu\u00ednea.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A <strong>ocitocina<\/strong> &#8220;acalma&#8221; os neur\u00f4nios perif\u00e9ricos que transmitem a sensa\u00e7\u00e3o de dor para o c\u00e9rebro.\u00a0Al\u00e9m disso, equipado com ax\u00f4nios extremamente longos, estes neur\u00f4nios de choque atingem as camadas mais profundas da medula espinhal, aumentando a intensidade das suas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Dessa forma, uma descoberta promissora no tratamento da dor patol\u00f3gica.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Generosidade e Altru\u00edsmo<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0Os mecanismos de generosidade entre seres humanos n\u00e3o s\u00e3o bem compreendidos, mas v\u00e1rias linhas de pesquisa sugerem ser um papel da empatia. Neste estudo, os participantes foram infundidos com 40 UI de <strong>ocitocina<\/strong> (OT) ou placebo e teriam que decidir rapidamente se dividiriam dinheiro com um estranho.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Aqueles que receberam ocitocina,\u00a0 eram 80% mais generoso do que aqueles que receberam um placebo .<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0Notavelmente, os que receberam\u00a0 ocitocina, tiveram duas vezes mais impacto sobre a generosidade do que em rela\u00e7\u00e3o ao altru\u00edsmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Isto indica que a generosidade est\u00e1 associado com ambos altru\u00edsmo, bem como uma identifica\u00e7\u00e3o emocional com outra pessoa.<\/p>\n<figure style=\"width: 504px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article\/figure\/image?size=large&amp;id=info:doi\/10.1371\/journal.pone.0001128.g001\" width=\"504\" height=\"282\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ocitocina aumenta generosidade entre humanos<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Como aumentar os n\u00edveis de ocitocina<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Uma forma de ter bastante oxitocina \u00e9 mamar no peito da sua m\u00e3e pelo maior tempo poss\u00edvel. T<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">alvez hoje n\u00e3o seja mais poss\u00edvel fazer isso, por\u00e9m h\u00e1 outras formas de se aumentar os n\u00edveis circulantes deste horm\u00f4nio como por exemplo abra\u00e7ar, beijar, cantar, tocar e dan\u00e7ar.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">De acordo com o neuroeconomista Dr. Paul Zak da Universidade de Claremont, Calif\u00f3rnia e autor do livro \u201cA mol\u00e9cula da moralidade\u201d, que estuda as a\u00e7\u00f5es da ocitocina por mais de 12 anos, h\u00e1 uma \u201creceita\u201d para aumentar os pr\u00f3prios n\u00edveis de <strong>ocitocina<\/strong> sendo utilizada por ele, que \u00e9 dar oito abra\u00e7os por dia, um por hora, durante um dia de trabalho, mas tamb\u00e9m \u00e9 aconselh\u00e1vel dar v\u00e1rios outros ao chegar em casa, nos seus entes queridos. A <strong>ocitocina<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 produzida durante a ora\u00e7\u00e3o, medita\u00e7\u00e3o e quando damos aten\u00e7\u00e3o a outra pessoa. Ao contr\u00e1rio, altos n\u00edveis de estresse e testosterona podem diminuir a a\u00e7\u00e3o da ocitocina, de acordo com o autor.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Efeitos\u00a0da \u00a0Ocitocina elevada\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">N\u00edveis altos deste horm\u00f4nio tamb\u00e9m influenciam na capacidade org\u00e1smica das pessoas, quanto mais oxitocina maior a intensidade do orgasmo, assim como n\u00edveis baixos dificultam a chegada do mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Isso mostra o quanto \u00e9 importante o carinho antes da rela\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o s\u00f3, mas principalmente para as mulheres, que em geral apresentam maior complexidade que os homens para atingir este objetivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Portanto amigos, dia 12\/06 \u00a0\u00e9 um dia especial \u00a0para abra\u00e7ar, fazer carinho, beijar, tomar vinho, comer um belo prato e estimular sua capacidade org\u00e1smica e reprodutiva. CARPE DIEM !<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Abra\u00e7os protegem contra estresse, depress\u00e3o, infec\u00e7\u00f5es e gripes, diz estudo.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Al\u00e9m de ser uma demonstra\u00e7\u00e3o de afeto, o abra\u00e7o tamb\u00e9m \u00e9 capaz de prevenir doen\u00e7as relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infec\u00e7\u00f5es, segundo estudo publicado na\u00a0<em>Psychological Science<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em ingl\u00eas), em Pittsburgh, na Pensilv\u00e2nia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ci\u00eancias Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abra\u00e7os funcionam como uma forma de \u201capoio social\u201d e se a frequ\u00eancia de abra\u00e7o seria capaz de proteger as pessoas de infec\u00e7\u00f5es associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doen\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pesquisadores analisaram 404 adultos saud\u00e1veis e, por meio de entrevistas telef\u00f4nicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequ\u00eancia de conflitos interpessoais e abra\u00e7os di\u00e1rios. Ap\u00f3s os question\u00e1rios, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao v\u00edrus da gripe.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os participantes foram ent\u00e3o colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um ter\u00e7o das pessoas pesquisadas n\u00e3o desenvolveu os sintomas da gripe, exatamente aqueles que receberam mais abra\u00e7os e apoio de pessoas de confian\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em quem foi infectado, mas tinha uma frequ\u00eancia maior de apoio social, como os cientistas chamaram o ato de abra\u00e7ar no estudo, os sintomas da doen\u00e7a foram mais brandos.\u00a0\u00a0Para Sheldon Cohen e sua equipe, o estudo sugere que ser abra\u00e7ado por uma pessoa de confian\u00e7a pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e &#8220;o aumento da frequ\u00eancia de abra\u00e7os pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A administra\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de ocitocina \u00e9 suficiente para provocar a perda de peso em ratos obesos induzidos por dieta.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p><em>OCITOCINA EMAGRECE?<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A administra\u00e7\u00e3o de <strong>ocitocina emagreceu<\/strong> em roedores de obesidade induzida pela dieta, primatas n\u00e3o humanos e seres humanos, tanto pela redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de energia quanto pelo aumento do gasto de energia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Embora a via subjacente a esses efeitos permane\u00e7a incerta, os neur\u00f4nios que liberam <strong>ocitocina<\/strong> no n\u00facleo paraventricular est\u00e3o posicionados para controlar a entrada de energia para o tecido adiposo marrom interescapular.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em um trabalho realizado por pesquisadores norte-americanos e publicado em julho de 2017 no <em>American Journal of Physiology<\/em>, foi avaliado se a administra\u00e7\u00e3o central de ocitocina aumenta a termog\u00eanese do tecido adiposo marrom, se este efeito envolve receptores de ocitocina e se tais efeitos est\u00e3o associados \u00e0 perda de peso sustentada ap\u00f3s administra\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para avaliar as altera\u00e7\u00f5es induzidas pela <strong>ocitocina<\/strong> na termog\u00eanese do tecido adiposo marrom,\u00a0foram medidos os efeitos da administra\u00e7\u00e3o intracerebroventricular (ICV) de ocitocina na termog\u00eanese em ratos e camundongos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pesquisadores relataram que a infus\u00e3o cr\u00f4nica de <strong>ocitocina<\/strong> nos modelos animais utilizados, melhorou a obesidade induzida por dieta, reduzindo a massa gordurosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Embora a ingest\u00e3o reduzida de alimentos contribua para esse efeito, a descoberta de que a ocitocina injetada tamb\u00e9m aumenta a termog\u00eanese tecido adiposo marrom sugere que o aumento do gasto de energia pode contribuir tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Essas descobertas sustentam coletivamente a hip\u00f3tese de que, em ratos com obesidade induzida pela dieta, a a\u00e7\u00e3o da <strong>ocitocina<\/strong> administrada via ICV evoca a perda de peso sustentada, tanto pela redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de energia quanto pelo aumento da termog\u00eanese do tecido adiposo marrom.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>D\u00daVIDAS COMUNS:<\/strong><\/span><\/p>\n<div class=\"related-question-pair\" data-ved=\"2ahUKEwiU-rHfiqLqAhWsJ7kGHQEHDzsQq7kBKAB6BAgVEAI\">\n<div id=\"_UEf3XpSSIKzP5OUPgY682AM42\" class=\"mWyH1d UgLoB\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-controls=\"_UEf3XpSSIKzP5OUPgY682AM41\" aria-expanded=\"false\">\n<div class=\"match-mod-horizontal-padding hide-focus-ring cbphWd\" data-kt=\"Ki7s7sCorsW4uw7AsKaDvNfakH_k8dTHzuKs9UqPqqv0tNupjeIB0uLMpv2_9YUR\" data-hveid=\"CBUQAw\" data-ved=\"2ahUKEwiU-rHfiqLqAhWsJ7kGHQEHDzsQuk4oAHoECBUQAw\">\n<p data-start=\"149\" data-end=\"505\"><strong data-start=\"149\" data-end=\"187\">Quais s\u00e3o os efeitos da ocitocina?<\/strong><br data-start=\"187\" data-end=\"190\" \/>Al\u00e9m de estimular as contra\u00e7\u00f5es uterinas durante o parto, ajudar a conter hemorragias no p\u00f3s-parto e favorecer a amamenta\u00e7\u00e3o, a ocitocina est\u00e1 associada ao prazer sexual, ao orgasmo, \u00e0 melhora das intera\u00e7\u00f5es sociais, ao aumento da empatia e, segundo alguns estudos, pode contribuir para o controle do peso corporal.<\/p>\n<hr data-start=\"507\" data-end=\"510\" \/>\n<p data-start=\"512\" data-end=\"902\"><strong data-start=\"512\" data-end=\"557\">O que \u00e9 a ocitocina e para que ela serve?<\/strong><br data-start=\"557\" data-end=\"560\" \/>A ocitocina \u00e9 um horm\u00f4nio produzido pelo organismo e utilizado oficialmente na obstetr\u00edcia para indu\u00e7\u00e3o do trabalho de parto e est\u00edmulo \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o. Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, tamb\u00e9m tem sido estudada e utilizada como suporte para melhora da resposta sexual e do v\u00ednculo emocional entre casais, com resultados positivos em contextos bem indicados.<\/p>\n<hr data-start=\"904\" data-end=\"907\" \/>\n<p data-start=\"909\" data-end=\"1278\"><strong data-start=\"909\" data-end=\"942\">Como a ocitocina \u00e9 produzida?<\/strong><br data-start=\"942\" data-end=\"945\" \/>A ocitocina \u00e9 produzida no c\u00e9rebro, principalmente no hipot\u00e1lamo, e liberada pela hip\u00f3fise em situa\u00e7\u00f5es como o contato f\u00edsico, o abra\u00e7o, o carinho, o sorriso, o ato sexual e a amamenta\u00e7\u00e3o. O aleitamento materno estimula fortemente sua produ\u00e7\u00e3o, contribuindo para o v\u00ednculo entre m\u00e3e e beb\u00ea, especialmente nos primeiros meses de vida.<\/p>\n<hr data-start=\"1280\" data-end=\"1283\" \/>\n<p data-start=\"1285\" data-end=\"1715\"><strong data-start=\"1285\" data-end=\"1318\">O que \u00e9 o \u201chorm\u00f4nio do amor\u201d?<\/strong><br data-start=\"1318\" data-end=\"1321\" \/>\u201cHorm\u00f4nio do amor\u201d \u00e9 o apelido popular da ocitocina, pois ela est\u00e1 diretamente relacionada ao v\u00ednculo emocional, \u00e0 confian\u00e7a e \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de proximidade entre as pessoas. Sua a\u00e7\u00e3o ocorre entre amigos, casais e familiares, em diferentes intensidades. Situa\u00e7\u00f5es de contato f\u00edsico e acolhimento estimulam sua libera\u00e7\u00e3o, o que explica por que gestos simples podem gerar empatia e conex\u00e3o emocional.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"related-question-pair\" data-ved=\"2ahUKEwiU-rHfiqLqAhWsJ7kGHQEHDzsQq7kBKAJ6BAgVEBY\">\n<div id=\"_UEf3XpSSIKzP5OUPgY682AM58\" class=\"gy6Qzb S8PBwe\" aria-labelledby=\"_UEf3XpSSIKzP5OUPgY682AM59\">\n<div>\n<div id=\"_UEf3XpSSIKzP5OUPgY682AM60\" data-hveid=\"CBUQGA\" data-ved=\"2ahUKEwiU-rHfiqLqAhWsJ7kGHQEHDzsQu04oAXoECBUQGA\">\n<div class=\"g\">\n<div class=\"rc\" data-hveid=\"CBUQGg\" data-ved=\"2ahUKEwiU-rHfiqLqAhWsJ7kGHQEHDzsQFSgBMAZ6BAgVEBo\">\n<div class=\"r\">\n<div class=\"TbwUpd NJjxre\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p data-start=\"149\" data-end=\"505\"><strong data-start=\"149\" data-end=\"187\">Quais s\u00e3o os efeitos da ocitocina?<\/strong><br data-start=\"187\" data-end=\"190\" \/>Al\u00e9m de estimular as contra\u00e7\u00f5es uterinas durante o parto, ajudar a conter hemorragias no p\u00f3s-parto e favorecer a amamenta\u00e7\u00e3o, a ocitocina est\u00e1 associada ao prazer sexual, ao orgasmo, \u00e0 melhora das intera\u00e7\u00f5es sociais, ao aumento da empatia e, segundo alguns estudos, pode contribuir para o controle do peso corporal.<\/p>\n<hr data-start=\"507\" data-end=\"510\" \/>\n<p data-start=\"512\" data-end=\"902\"><strong data-start=\"512\" data-end=\"557\">O que \u00e9 a ocitocina e para que ela serve?<\/strong><br data-start=\"557\" data-end=\"560\" \/>A ocitocina \u00e9 um horm\u00f4nio produzido pelo organismo e utilizado oficialmente na obstetr\u00edcia para indu\u00e7\u00e3o do trabalho de parto e est\u00edmulo \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o. Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, tamb\u00e9m tem sido estudada e utilizada como suporte para melhora da resposta sexual e do v\u00ednculo emocional entre casais, com resultados positivos em contextos bem indicados.<\/p>\n<hr data-start=\"904\" data-end=\"907\" \/>\n<p data-start=\"909\" data-end=\"1278\"><strong data-start=\"909\" data-end=\"942\">Como a ocitocina \u00e9 produzida?<\/strong><br data-start=\"942\" data-end=\"945\" \/>A ocitocina \u00e9 produzida no c\u00e9rebro, principalmente no hipot\u00e1lamo, e liberada pela hip\u00f3fise em situa\u00e7\u00f5es como o contato f\u00edsico, o abra\u00e7o, o carinho, o sorriso, o ato sexual e a amamenta\u00e7\u00e3o. O aleitamento materno estimula fortemente sua produ\u00e7\u00e3o, contribuindo para o v\u00ednculo entre m\u00e3e e beb\u00ea, especialmente nos primeiros meses de vida.<\/p>\n<hr data-start=\"1280\" data-end=\"1283\" \/>\n<p data-start=\"1285\" data-end=\"1715\"><strong data-start=\"1285\" data-end=\"1318\">O que \u00e9 o \u201chorm\u00f4nio do amor\u201d?<\/strong><br data-start=\"1318\" data-end=\"1321\" \/>\u201cHorm\u00f4nio do amor\u201d \u00e9 o apelido popular da ocitocina, pois ela est\u00e1 diretamente relacionada ao v\u00ednculo emocional, \u00e0 confian\u00e7a e \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de proximidade entre as pessoas. Sua a\u00e7\u00e3o ocorre entre amigos, casais e familiares, em diferentes intensidades. Situa\u00e7\u00f5es de contato f\u00edsico e acolhimento estimulam sua libera\u00e7\u00e3o, o que explica por que gestos simples podem gerar empatia e conex\u00e3o emocional.<\/p>\n<p data-start=\"1285\" data-end=\"1715\">___________________________________________________<\/p>\n<p data-start=\"1285\" data-end=\"1715\"><strong>REFR\u00eaNCIAS:\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol data-start=\"339\" data-end=\"2988\">\n<li data-start=\"339\" data-end=\"610\">\n<p data-start=\"342\" data-end=\"610\">CARTER, C. Sue. Oxytocin pathways and the evolution of human behavior. <strong data-start=\"413\" data-end=\"444\">Annual Review of Psychology<\/strong>, Palo Alto, v. 65, p. 17\u201339, 2014.<br data-start=\"479\" data-end=\"482\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.annualreviews.org\/doi\/10.1146\/annurev-psych-010213-115110\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"497\" data-end=\"566\">https:\/\/www.annualreviews.org\/doi\/10.1146\/annurev-psych-010213-115110<\/a><br data-start=\"566\" data-end=\"569\" \/>DOI: 10.1146\/annurev-psych-010213-115110.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"612\" data-end=\"901\">\n<p data-start=\"615\" data-end=\"901\">GIMPL, G.; FAHRENHOLZ, F. The oxytocin receptor system: structure, function, and regulation. <strong data-start=\"708\" data-end=\"733\">Physiological Reviews<\/strong>, Bethesda, v. 81, n. 2, p. 629\u2013683, 2001.<br data-start=\"775\" data-end=\"778\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/journals.physiology.org\/doi\/full\/10.1152\/physrev.2001.81.2.629\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"793\" data-end=\"863\">https:\/\/journals.physiology.org\/doi\/full\/10.1152\/physrev.2001.81.2.629<\/a><br data-start=\"863\" data-end=\"866\" \/>DOI: 10.1152\/physrev.2001.81.2.629.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"903\" data-end=\"1211\">\n<p data-start=\"906\" data-end=\"1211\">UVN\u00c4S-MOBERG, K.; PETERSEN, M. Oxytocin, a mediator of anti-stress, well-being, social interaction, growth and healing. <strong data-start=\"1026\" data-end=\"1089\">Zeitschrift f\u00fcr Psychosomatische Medizin und Psychotherapie<\/strong>, Stuttgart, v. 51, n. 1, p. 57\u201380, 2005.<br data-start=\"1130\" data-end=\"1133\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/15834840\/\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1148\" data-end=\"1189\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/15834840\/<\/a><br data-start=\"1189\" data-end=\"1192\" \/>DOI: n\u00e3o informado.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"1213\" data-end=\"1509\">\n<p data-start=\"1216\" data-end=\"1509\">MACDONALD, K.; FEIFEL, D. Oxytocin in schizophrenia: a review of evidence for its therapeutic effects. <strong data-start=\"1319\" data-end=\"1345\">Acta Neuropsychiatrica<\/strong>, Cambridge, v. 24, n. 3, p. 130\u2013146, 2012.<br data-start=\"1388\" data-end=\"1391\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.cambridge.org\/core\/journals\/acta-neuropsychiatrica\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1406\" data-end=\"1468\">https:\/\/www.cambridge.org\/core\/journals\/acta-neuropsychiatrica<\/a><br data-start=\"1468\" data-end=\"1471\" \/>DOI: 10.1111\/j.1601-5215.2011.00634.x.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"1511\" data-end=\"1715\">\n<p data-start=\"1514\" data-end=\"1715\">YOUNG, L. J.; WANG, Z. The neurobiology of pair bonding. <strong data-start=\"1571\" data-end=\"1594\">Nature Neuroscience<\/strong>, London, v. 7, n. 10, p. 1048\u20131054, 2004.<br data-start=\"1636\" data-end=\"1639\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nn1327\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1654\" data-end=\"1692\">https:\/\/www.nature.com\/articles\/nn1327<\/a><br data-start=\"1692\" data-end=\"1695\" \/>DOI: 10.1038\/nn1327.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"1717\" data-end=\"2064\">\n<p data-start=\"1720\" data-end=\"2064\">BRAVO, J. A. <em data-start=\"1733\" data-end=\"1741\">et al.<\/em> Ingestion of <em data-start=\"1755\" data-end=\"1770\">Lactobacillus<\/em> strain regulates emotional behavior and central GABA receptor expression via the vagus nerve. <strong data-start=\"1865\" data-end=\"1916\">Proceedings of the National Academy of Sciences<\/strong>, Washington, v. 108, n. 38, p. 16050\u201316055, 2011.<br data-start=\"1966\" data-end=\"1969\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.1102999108\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1984\" data-end=\"2032\">https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.1102999108<\/a><br data-start=\"2032\" data-end=\"2035\" \/>DOI: 10.1073\/pnas.1102999108.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2066\" data-end=\"2318\">\n<p data-start=\"2069\" data-end=\"2318\">WITTEKINDT, N. E.; LOU, H. C. Oxytocin and sexual behavior. <strong data-start=\"2129\" data-end=\"2154\">Hormones and Behavior<\/strong>, San Diego, v. 61, n. 3, p. 442\u2013449, 2012.<br data-start=\"2197\" data-end=\"2200\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2215\" data-end=\"2282\">https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0018506X11002357<\/a><\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2320\" data-end=\"2580\">\n<p data-start=\"2323\" data-end=\"2580\">PEDERSEN, C. A.; BOCCIA, M. L. Oxytocin links mothering received, mothering bestowed and adult stress responses. <strong data-start=\"2436\" data-end=\"2446\">Stress<\/strong>, London, v. 5, n. 4, p. 259\u2013267, 2002.<br data-start=\"2485\" data-end=\"2488\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/12171767\/\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2503\" data-end=\"2544\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/12171767\/<\/a><br data-start=\"2544\" data-end=\"2547\" \/>DOI: 10.1080\/1025389021000044524.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2582\" data-end=\"2743\">\n<p data-start=\"2585\" data-end=\"2743\">WORLD HEALTH ORGANIZATION. <strong data-start=\"2612\" data-end=\"2659\">WHO recommendations for induction of labour<\/strong>. Geneva: WHO, 2011.<br data-start=\"2679\" data-end=\"2682\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2697\" data-end=\"2741\">https:\/\/apps.who.int\/iris\/handle\/10665\/44531<\/a><\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2745\" data-end=\"2988\">\n<p data-start=\"2749\" data-end=\"2988\">GROSS, J. J.; LEVINE, A. Oxytocin and social bonding: clinical implications. <strong data-start=\"2826\" data-end=\"2858\">Harvard Review of Psychiatry<\/strong>, Boston, v. 21, n. 6, p. 323\u2013330, 2013.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ocitocina ou oxitocina, conhecida como &#8220;horm\u00f4nio do amor&#8221;, tamb\u00e9m \u00e9 capaz de criar sensa\u00e7\u00f5es reconfortantes durante intera\u00e7\u00f5es sociais e f\u00edsicas. Associada com afetos sociais e rom\u00e2nticos, a ocitocina aumenta a libido e \u00e9 conhecida por criar la\u00e7os sociais, familiares e afetivos.\u00a0\u00c9 este horm\u00f4nio que faz voc\u00ea se apaixonar por algu\u00e9m. 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