{"id":4728,"date":"2014-09-22T09:55:51","date_gmt":"2014-09-22T09:55:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/?p=2403"},"modified":"2025-12-28T11:07:53","modified_gmt":"2025-12-28T14:07:53","slug":"o-que-e-disbiose-no-intestino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/o-que-e-disbiose-no-intestino\/","title":{"rendered":"Disbiose intestinal: o que \u00e9 e como ela afeta sua sa\u00fade."},"content":{"rendered":"<h3>________________________________________________________________<\/h3>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O QUE \u00c9 DISBIOSE NO INTESTINO E S\u00cdNDROME DO INTESTINO PERME\u00c1VEL?<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u00c9 um termo\u00a0 usado\u00a0 para altera\u00e7\u00f5es na\u00a0 composi\u00e7\u00e3o\u00a0 bacteriana da flora\u00a0 intestinal onde h\u00e1 AUMENTO de microorganismos ( bect\u00e9rias )mal\u00e9ficos em\u00a0 rela\u00e7\u00e3o dos ben\u00e9ficos\u00a0 causando sintomas como:<\/p>\n<ul>\n<li>dor abdominal<\/li>\n<li>flatul\u00eancia ( gazes)<\/li>\n<li>distens\u00e3o abdominal 9 incha\u00e7o abdominal)<\/li>\n<li>constipa\u00e7\u00e3o intestinal ( intestino preso)<\/li>\n<li>altera\u00e7\u00e3o do h\u00e1bito de ir ao banheiro evacuar .<\/li>\n<li>diarr\u00e9ia ( intestino solto)<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O trato gastrintestinal humano cont\u00e9m mais de 10 trilh\u00f5es de bact\u00e9rias, abrangendo mais de 500 esp\u00e9cies diferentes.<\/p>\n<p>Uma das principais fun\u00e7\u00f5es da mucosa intestinal \u00e9 sua atividade de barreira, que impede as mol\u00e9culas ou microrganismos ruins para a sa\u00fade de entrarem na circula\u00e7\u00e3o sist\u00eamica ( corrente sanguinea)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6325 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/leaky-gut-syndrome.jpg\" alt=\"\" width=\"483\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/leaky-gut-syndrome.jpg 700w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/leaky-gut-syndrome-300x243.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 483px) 100vw, 483px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es na\u00a0 permeabilidade intestinal ou\u00a0 S\u00edndrome do Intestino Perme\u00e1vel\u00a0 tamb\u00e9m \u00e9 uma caracter\u00edstica de disbiose no intestino , \u00e9 a <strong>\u00a0 chamada Leaky Gut ou intestino\u00a0 vazado podendo causar problemas cr\u00f4nicos de sa\u00fade como ver\u00e3o mais abaixo<\/strong><\/p>\n<p>O incremento da <strong>permeabilidade intestinal<\/strong> sup\u00f5e um aumento da passagem de subst\u00e2ncias n\u00e3o desejadas ao fluxo sangu\u00edneo, podendo originar altera\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias e imunol\u00f3gicas cr\u00f4nicas, tanto a n\u00edvel local como sist\u00eamico.<\/p>\n<p>Esta altera\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida como s\u00edndrome do \u201cintestino furado\u201d (ou <strong>leaky gut<\/strong> em ingl\u00eas) e costuma ser consequ\u00eancia principalmente de altera\u00e7\u00f5es das uni\u00f5es estreitas e da absor\u00e7\u00e3o paracelular.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 de vital import\u00e2ncia que sejam pesquisadas\u00a0 doen\u00e7as do trato intestinal antes de chegar ao diagn\u00f3stico de <strong>disbiose<\/strong> como Retocolite Ulcerativa, doen\u00e7a de Chron, Sindrome do intestino irrit\u00e1vel, Insufici\u00eancia Pancre\u00e1tica\u00a0 e gastrite por exemplo as quais podem\u00a0 existir\u00a0 de forma concomitante com a disbiose e se retroalimentando.<\/p>\n<p>Na minha pr\u00e1tica, j\u00e1 presenciei pacientes achando que tinham apenas <strong>disbiose<\/strong> e na verdade tinham, tamb\u00e9m,\u00a0 doen\u00e7as\u00a0 de base como as citadas acima as quais mereciam tratamento espec\u00edfico para a melhora dos sintomas<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos pilares da nossa sa\u00fade e qualidade de vida.<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a rotina corrida, o excesso de alimentos industrializados e o estresse mudaram muito nosso estilo de vida e impactaram diretamente o funcionamento do corpo, principalmente do intestino.<\/p>\n<p>O intestino n\u00e3o serve apenas para digerir alimentos.<\/p>\n<p>Ele funciona como um filtro inteligente, escolhendo o que entra e o que fica de fora do organismo. Para que o corpo receba todos os nutrientes necess\u00e1rios, n\u00e3o basta comer bem; \u00e9 preciso que esses nutrientes sejam bem digeridos, absorvidos e utilizados.<\/p>\n<p>Dentro do trato gastrointestinal vive a microbiota intestinal, um conjunto com trilh\u00f5es de bact\u00e9rias que ajudam na digest\u00e3o, influenciam a imunidade e at\u00e9 o humor. Quando essa flora intestinal est\u00e1 equilibrada, o corpo funciona melhor. M<\/p>\n<p>as quando h\u00e1 desequil\u00edbrio, podem surgir problemas como incha\u00e7o, m\u00e1 digest\u00e3o, baixa imunidade, inflama\u00e7\u00e3o e at\u00e9 doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o intestino \u00e9 o maior \u00f3rg\u00e3o ligado ao sistema imunol\u00f3gico, produzindo c\u00e9lulas de defesa e anticorpos, como a imunoglobulina A, essenciais para proteger o organismo contra microrganismos nocivos.<\/p>\n<p>Ou seja, cuidar do intestino \u00e9 cuidar da sa\u00fade como um todo. Uma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, rica em fibras, vegetais e alimentos naturais, \u00e9 fundamental para manter a microbiota saud\u00e1vel e garantir bem-estar f\u00edsico e mental.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Causas da disbiose:<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>Uso excessivo e antibi\u00f3ticos, que matam tanto as bact\u00e9rias boas assim como as nocivas<\/li>\n<li>Uso excessivo de antiinflamat\u00f3rios hormonais e n\u00e3o-hormonais<\/li>\n<li>Abuso de laxantes<\/li>\n<li>Consumo excessivo de alimentos processados em detrimento de alimentos naturais<\/li>\n<li>Envelhecimento<\/li>\n<li>Estresse<\/li>\n<li>pH intestinal<\/li>\n<li>Imunindade<\/li>\n<li>Al\u00e9rgenos alimentares<\/li>\n<li>Uso cr\u00f4nico de inibidores da bomba de pr\u00f3tons ( praz\u00f3is) de forma cont\u00ednua\u00a0 \u00a0&#8211; alteram o pH do estomago o qual tem que ser \u00e1cido. Exemplo: omeprazol<\/li>\n<li>A\u00e7\u00facares, frutose em excesso principalmente a industrializada na forma HFCS\u00a0 ( HIGH FRUCTOSE CORN SYRUP) em excesso e farinha de trigo<\/li>\n<li>Uso excessivo de ado\u00e7antes artificiais\u00a0 como sucralose, sacarina e acessulfame<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-2423 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/bacs.jpg\" alt=\"bacs\" width=\"596\" height=\"229\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/bacs.jpg 552w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/bacs-300x115.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 596px) 100vw, 596px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\">DOEN\u00c7AS EM ESTUDO QUE PODEM ESTAR ASSOCIADAS A DISBIOSE\/LEAKY GUT:<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o estudo publicado em uma revista m\u00e9dica norueguesa, este processo &#8220;est\u00e1 implicado no aparecimento da doen\u00e7a e inclui v\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es pedi\u00e1tricas agudas e cr\u00f4nicas que provavelmente ter\u00e3o sua origem durante a inf\u00e2ncia&#8221;, sendo associado a:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-jovHK8UlOTQ\/UWriSML315I\/AAAAAAAABNw\/rz1mx-r3Ziw\/s1600\/disbiose.png\" alt=\"disbiose \" width=\"684\" height=\"517\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>TRATAMENTO DA DISBIOSE:<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tratamento da <strong>disbiose<\/strong> abrange duas linhas, uma diet\u00e9tica, por meio da ingest\u00e3o de alimentos funcionais, que beneficiam a constitui\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal, e outra usando suplementos a base\u00a0 de prebi\u00f3ticos\u00a0 e probi\u00f3ticos .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os alimentos funcionais que est\u00e3o relacionados \u00e0 melhora e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da microbiota s\u00e3o ricos em\u00a0\u00a0<b>probi\u00f3ticos<\/b>, os <b>prebi\u00f3ticos<\/b> e os <b>simbi\u00f3ticos<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evid\u00eancias t\u00eam demonstrado que os alimentos probi\u00f3ticos e prebi\u00f3ticos modulam positivamente a composi\u00e7\u00e3o e a atividade da microbiota intestinal, com consequentes efeitos ben\u00e9ficos sobre a sa\u00fade, como o restabelecimento do equil\u00edbrio destes microrganismos, est\u00edmulo ao sistema imune, com fortes ind\u00edcios de que inibam, ainda, atividade carcinog\u00eanica.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">PROBI\u00d3TICOS:<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Os probi\u00f3ticos s\u00e3o bact\u00e9rias ben\u00e9ficas que vivem no intestino e melhoram a sa\u00fade geral do organismo, trazendo benef\u00edcios como facilitar\u00a0a digest\u00e3o e a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, e fortalecer o sistema imunol\u00f3gico<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Esses microrganismos geralmente s\u00e3o provenientes de mono ou m\u00faltiplas culturas, representadas principalmente POR :<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: left;\"><b><i>Lactobacillus ( atuam\u00a0 no \u00edleo\u00a0 terminal do intestino)<\/i><\/b><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><b><i>Bifidobacterium ( atuam no c\u00f3lon)<\/i><\/b><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><b><i> Enterococcus<\/i> <\/b><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><b><i>Streptococcus<\/i><\/b>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Bact\u00e9rias pertencentes aos g\u00eaneros\u00a0Lactobacillus\u00a0e\u00a0Bifidobacterium\u00a0e, em menor escala,\u00a0Enterococcus faecium, s\u00e3o mais freq\u00fcentemente empregadas como suplementos probi\u00f3ticos para alimentos, uma vez que elas t\u00eam sido isoladas de todas as por\u00e7\u00f5es do trato gastrintestinal do humano saud\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os probi\u00f3ticos atuam no organismo principalmente ao inibir a coloniza\u00e7\u00e3o ( crescimento) intestinal por bact\u00e9rias patog\u00eanicas ( ruins) o que favorece nossa\u00a0 sa\u00fade global<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ao citar os mecanismos de a\u00e7\u00e3o das bact\u00e9rias probi\u00f3ticas, pode-se destacar tamb\u00e9m, o <strong>est\u00edmulo ao sistema imune<\/strong>, que ocorre por meio do aumento dos n\u00edveis de anticorpos e ativa\u00e7\u00e3o dos macr\u00f3fagos, prolifera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas T e produ\u00e7\u00e3o de interferon.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os produtos com probi\u00f3ticos, que resistem ao processo de digest\u00e3o e chegam intactos ao intestino, on<em>de atuam de maneira positiva podem ajudar a <span style=\"font-size: inherit;\">reduzir:<\/span><\/em><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: left;\"><em><span style=\"font-size: inherit;\">gases<\/span><\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em><span style=\"font-size: inherit;\">intestino preso ( constipa\u00e7\u00e3o) <\/span><\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em><span style=\"font-size: inherit;\">diarreia.<\/span><\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Alimentos\u00a0 ricos em probi\u00f3ticos naturais.\u00a0\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Iogurte natural:<\/strong> s\u00e3o a principal e mais f\u00e1cil fonte de probi\u00f3ticos no mercado, mas tamb\u00e9m existem vers\u00f5es de iogurtes com sabor que mant\u00e9m as bact\u00e9rias ben\u00e9ficas vivas; Prefire sempre os naturais integrais sem adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facares.<\/li>\n<li><strong>Kefir:<\/strong> \u00e9 um produto fermentado com levedura e bact\u00e9rias que fica semelhante ao iogurte, mas possui um teor mais elevado de probi\u00f3ticos.<\/li>\n<li><strong>Leite fermentado:<\/strong>\u00a0s\u00e3o produtos especiais que geralmente cont\u00eam\u00a0<em>Lactobacillus\u00a0<\/em>adicionados pela ind\u00fastria, sendo o Yakult o mais famoso.Por\u00e9m, este produto cont\u00e9m apenas o Lactobacilos acid\u00f3filos e para ser eficiente, a suplementa\u00e7\u00e3o tem que contar com pelo menos 5 cepas de bact\u00e9rias mesclando entre lactobacilos e bifidobact\u00e9rium<\/li>\n<li><strong>Kombucha:<\/strong>\u00a0uma bebida fermentada feita principalmente a partir do ch\u00e1 preto;<\/li>\n<li>\u200b<strong>Produtos orientais \u00e0 base de soja<\/strong>, legumes e verduras, como Miso, Natto, Kimchi, que podem ser comprados em lojas especializadas.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>\u00c9 interessante que voc\u00ea converse com seu m\u00e9dico sobre o uso de probi\u00f3ticos ao usar algum antibi\u00f3tico. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os antibi\u00f3ticos, al\u00e9m de matarem as bact\u00e9rias que est\u00e3o causando infec\u00e7\u00f5es no seu corpo, acabam tamb\u00e9m matando as bact\u00e9rias ben\u00e9ficas que vivem no seu intestino, deixando o seu corpo mais suscept\u00edvel a ataques de organismos como o fungo da <em>Candida<\/em>, que pode crescer nos intestinos, boca, vagina, pulm\u00f5es, ou debaixo das unhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um bom suplemento de probi\u00f3ticos nesse caso ajudar\u00e1 com a recupera\u00e7\u00e3o da flora intestinal.<\/p>\n<p>_________________________________________________________________<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>PREBI\u00d3TICOS:<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">S\u00e3o produzidos pela fermenta\u00e7\u00e3o bacteriana carboidratos resistentes \u00e0s a\u00e7\u00f5es das enzimas salivares e intestinais, n\u00e3o sendo digeridos e absorvidos no trato gastrintestinal e s\u00e3o fermentados por certas bact\u00e9rias do c\u00f3lon.<\/p>\n<p>O amido resistente \u00e9 a fonte mais importante e \u00e9 encontrado na banana verde, em batatas n\u00e3o cozidas e v\u00e1rios vegetais<\/p>\n<p>Como s\u00e3o resistentes\u00a0 enzimas intestinais, n\u00e3o eleva o a\u00e7\u00facar no sangue<\/p>\n<p>Os prebi\u00f3ticos s\u00e3o metabolizados por bact\u00e9rias da flora intestinal e transformados em <strong>\u00e1cido graxos de cadeia curta<\/strong>:<\/p>\n<p>S\u00e3o eles:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00e1cido but\u00edrico (butirato )<\/li>\n<li>\u00e1cido ac\u00e9tico<\/li>\n<li>\u00e1cido propi\u00f4nico<\/li>\n<\/ul>\n<p>O<strong> butirato<\/strong> \u00e9 o mais atuante no metabolismo energ\u00e9tico e foi demonstrado que melhora sensibilidade a insulina, favorecendo emagrecimento e elevando o gasto de\u00a0 energia ( aumento do metabolismo)<\/p>\n<p>O butirato eleva:<\/p>\n<ul>\n<li>a oxida\u00e7\u00e3o dos \u00e1cido graxos (\u00a0 quebra da gordura para gerar energia)<\/li>\n<li>eleva a termog\u00eanese ao elevar no m\u00fasculo o PGC 1 alfa e a fosforila\u00e7\u00e3o do AMPK<\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma\u00a0 dieta rica em pre e probi\u00f3tico \u00e9 uma boa\u00a0 fonte de butirato<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"border: none !important; margin: 0px !important;\" src=\"https:\/\/ir-br.amazon-adsystem.com\/e\/ir?t=amaraleoberto-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li2&amp;o=33&amp;a=B01BCDBD1S\" alt=\"\" width=\"1\" height=\"1\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em consequ\u00eancia, estimulam o crescimento de bifidobact\u00e9rias e lactobacilos, modificando favoravelmente a composi\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal e\/ou estimulando a atividade metab\u00f3lica destas bact\u00e9rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os <span style=\"color: #ff6600;\">prebi\u00f3ticos <\/span>alteram o tr\u00e2nsito intestinal, reduzindo metab\u00f3litos t\u00f3xicos, e previnem a diarreia e a obstipa\u00e7\u00e3o intestinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os principais prebi\u00f3ticos s\u00e3o:<\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li style=\"text-align: justify;\"><b>Frutooligossacar\u00eddeos<\/b> (FOS)<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><b>Inulina<\/b>.<\/li>\n<li>Pectina<\/li>\n<li>Goma ac\u00e1cica<\/li>\n<li>GOS<\/li>\n<li>Polidextrose<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">A efic\u00e1cia cl\u00ednica dos FOS vem sendo demonstrada em v\u00e1rios estudos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os FOS estimulam seletivamente o crescimento de bact\u00e9rias ben\u00e9ficas, inclusive <i>Lactobacillus <\/i>e<i> Bifidobacterium<\/i>, reduzindo as bact\u00e9rias patog\u00eanicas, tais como <i>Salmonella<\/i> e <i>Clostridium<\/i> no trato gastrintestinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A inulina, ao alcan\u00e7ar o c\u00f3lon, mostra um efeito estimulante preferencial nos n\u00fameros de bifidobact\u00e9rias.<\/p>\n<p>_______________________________________________________________________<\/p>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\">Diferen\u00e7a entre Prebi\u00f3tico e Probi\u00f3tico:<\/span><\/h3>\n<p>Enquanto os probi\u00f3ticos s\u00e3o bact\u00e9rias saud\u00e1veis que povoam o intestino, os prebi\u00f3ticos s\u00e3o fibras que servem de alimentos para os probi\u00f3ticos e que favorecem a sua sobreviv\u00eancia e prolifera\u00e7\u00e3o no intestino.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>BENEF\u00cdCIOS DA SUPLEMENTA\u00c7\u00c3O DE PR\u00c9 E PROBI\u00d3TICOS:<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<li>controle da microbiota intestinal<\/li>\n<li>estabiliza\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal ap\u00f3s o uso de antibi\u00f3ticos;<\/li>\n<li>promo\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia gastrintestinal \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o por pat\u00f3genos;<\/li>\n<li>diminui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de pat\u00f3genos atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos ac\u00e9tico e l\u00e1tico, de bacteriocinas e de outros compostos antimicrobianos;<\/li>\n<li>promo\u00e7\u00e3o da digest\u00e3o da lactose em indiv\u00edduos intolerantes \u00e0 lactose; estimula\u00e7\u00e3o do sistema imune<\/li>\n<li>al\u00edvio da constipa\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>aumento da absor\u00e7\u00e3o de minerais e produ\u00e7\u00e3o de vitaminas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Embora ainda n\u00e3o comprovados, outros efeitos atribu\u00eddos a essas culturas s\u00e3o :<\/strong><\/span><\/p>\n<ul>\n<li>diminui\u00e7\u00e3o do risco de c\u00e2ncer de c\u00f3lon e de doen\u00e7a cardiovascular<\/li>\n<li>diminui\u00e7\u00e3o das concentra\u00e7\u00f5es plasm\u00e1ticas de colesterol<\/li>\n<li>efeitos anti-hipertensivos<\/li>\n<li>redu\u00e7\u00e3o da atividade ulcerativa de <i>Helicobacter pylori<\/i><\/li>\n<li>\u00a0controle da colite induzida por rotavirus e por\u00a0<i>Clostridium difficile<\/i>, preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es urogenitais,<\/li>\n<li>efeitos inibit\u00f3rios sobre a mutagenicidade (Shah, Lankaputhra, 1997; Charteris <i>et al.<\/i>, 1998; Jelen, Lutz, 1998; Klaenhammer, 2001; Kaur, Chopra, Saini, 2002; Tuohy\u00a0<i>et al.<\/i>, 2003).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2>ARTIGOS:<\/h2>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Disbiose e imunidade<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>A presen\u00e7a destas bact\u00e9rias \u00e9 essencial para o metabolismo, a prote\u00e7\u00e3o contra agentes patog\u00eanicos e de matura\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Em contrapartida, o sistema imune determina a composi\u00e7\u00e3o da microbiota. Composi\u00e7\u00e3o microbiana alterada pela disbiose tem sido correlacionada com numerosas doen\u00e7as em seres humanos, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da imunidade de acordo com artigo publicado no American Jourmal of Transplantation, por pesquisadores do Departamento de Medicina, da Universidade de Chicago.<\/p>\n<p>Outro grupo de pesquisadores, da Escola de Medicina da Universidade de Keio em T\u00f3kio, relataram que as composi\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal desregulada ou disbiose, pode ser associada com as causas fundamentais da Doen\u00e7a Inflamat\u00f3ria do Intestino (DII) e que a depress\u00e3o no sistema imunit\u00e1rio intr\u00ednseco \u00e9 um efeito, n\u00e3o uma causa, da DII.<\/p>\n<p>Se as paredes intestinais estiverem prejudicadas pode ocorrer um desequil\u00edbrio entre as bact\u00e9rias protetoras e agressoras do intestino, originando a disbiose intestinal, um dist\u00farbio que pode acarretar , desconforto abdominal , incha\u00e7o abdominal , sobrepeso, desnutri\u00e7\u00e3o e at\u00e9 o surgimento de outras doen\u00e7as mais graves, devido a altera\u00e7\u00f5es do sistema imunol\u00f3gico, como:<\/p>\n<ul>\n<li>c\u00e2ncer<\/li>\n<li>esofagite<\/li>\n<li>infec\u00e7\u00f5es urin\u00e1rias<\/li>\n<li>doen\u00e7as auto imunes com Tireoidite de Hashimoto, Lupus, artrite reumatoide,<\/li>\n<li>depress\u00e3o, ansiedade, s\u00edndrome do P\u00e2nico e outros transtornos ps\u00edquicos tendo em vista que 90% da serotonina e 50% da dopamina do organismo s\u00e3o produzidas pelo intestino e se comunica com o c\u00e9rebro pelo sistema nervoso ent\u00e9rico.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Altera\u00e7\u00f5es da microbiota intestinal em pacientes com Tireoidite de Hashimoto\u00a0<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>A Tireoidite de\u00a0Hashimoto\u00a0(HT) \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune \u00f3rg\u00e3o-espec\u00edfica na qual tanto predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica quanto fatores ambientais atuam como desencadeantes da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Muitos estudos indicaram que\u00a0altera\u00e7\u00f5es\u00a0na\u00a0microbiota intestinal\u00a0s\u00e3o importantes fatores ambientais no desenvolvimento de doen\u00e7as inflamat\u00f3rias e autoimunes.<\/p>\n<p>Para comprovar esta rela\u00e7\u00e3o, cientistas chineses realizaram uma an\u00e1lise comparativa\u00a0 sistem\u00e1tica da\u00a0microbiota intestinal\u00a0em\u00a0pacientes com Tireoidite de\u00a0Hashimoto e controles saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>N\u00edveis semelhantes de riqueza e diversidade bacteriana foram encontrados na\u00a0microbiota intestinal\u00a0de\u00a0pacientes com Tireoidite de\u00a0Hashimoto e controles saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o da\u00a0microbiota intestinal\u00a0em\u00a0pacientes com Tireoidite de\u00a0Hashimoto confirmou que os\u00a0pacientes com Tireoidite de\u00a0Hashimoto t\u00eam\u00a0microbiota intestinal\u00a0alterada\u00a0e que a\u00a0microbiota intestinal\u00a0est\u00e1 correlacionada com os par\u00e2metros cl\u00ednicos, sugerindo que os\u00a0dados da composi\u00e7\u00e3o do\u00a0microbioma\u00a0poderiam ser usados \u200b\u200bpara o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a.\u00a0Mais investiga\u00e7\u00f5es s\u00e3o necess\u00e1rias para entender melhor o papel da\u00a0microbiota intestinal\u00a0na patog\u00eanese da Tireoidite de\u00a0Hashimoto.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Intestino &#8211; Nosso segundo c\u00e9rebro:\u00a0 O EIXO INTESTINO C\u00c9REBO<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Sabemos o b\u00e1sico para manter um c\u00e9rebro jovem e saud\u00e1vel: se alimentar corretamente, exerc\u00edcios e ter uma boa noite de sono. Por\u00e9m, a sa\u00fade do cerebral tamb\u00e9m \u00e9 influenciada por uma fonte inesperada &#8211; o nosso segundo c\u00e9rebro ou melhor, nosso intestino.<\/p>\n<p>Dentro das muralhas do nosso sistema digestivo temos bact\u00e9rias que podem ajudar a moldar a nossa estrutura cerebral e influenciar nosso humor, comportamento e sa\u00fade mental, tais como a probabilidade de desenvolver doen\u00e7as antes consideradas de origem cerebral.<\/p>\n<p>O intestino \u00e9 capaz de comunicar com o c\u00e9rebro atrav\u00e9s do<strong> NERVO\u00a0 VAGO\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como o eixo intestino-c\u00e9rebro, noventa por cento das fibras do<strong> Vago<\/strong> transportam informa\u00e7\u00f5es do intestino para o <strong>c\u00e9rebro.<\/strong><\/p>\n<p>Esta comunica\u00e7\u00e3o acontece atrav\u00e9s de mol\u00e9culas que s\u00e3o produzidas por bact\u00e9rias do intestino que caso fiquem em desequil\u00edbrio, isto \u00e9 predom\u00ednio de m\u00e1s bact\u00e9rias em rela\u00e7\u00e3o as boas ou melhor, disbiose, aumentam a chance de dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos e neurol\u00f3gicos, tais como o autismo, a ansiedade, depress\u00e3o, Alzheimer e doen\u00e7a de Parkinson.<\/p>\n<p>Fiquem de olho, se atentem mais no que est\u00e3o colocando no seu intestino.<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O\u00a0relacionamento mente-intestino vai nos dois sentidos<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>N\u00f3s j\u00e1 sabemos que o sentimento de ansiedade afeta nosso\u00a0 intestino deixando ele\u00a0 solto ou como dores abdominais e gazes.<\/p>\n<p>Da mesma forma, quando voc\u00ea est\u00e1 deprimido, tudo para em seus trajetos, resultando em constipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas enquanto \u00e9 intuitivo que ansiedade e depress\u00e3o afetam o intestino, mostra que o intestino tamb\u00e9m podem causar ansiedade e depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Em um estudo de pesquisadores da UCLA, um grupo de mulheres saud\u00e1veis comeram iogurte fortificado com probi\u00f3ticos duas vezes por dia durante quatro semanas.<\/p>\n<p>Um segundo grupo comeu um produto de leite n\u00e3o-probi\u00f3tico, e um terceiro grupo comeu sua dieta regular.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s as quatro semanas, todas foram submetidas a um &#8220;scanner&#8221; de c\u00e9rebro para medir a resposta de cerebral.<\/p>\n<p>O grupo probi\u00f3tico mostrou um funcionamento cerebral significativamente diferente, tanto em repouso quanto em resposta a uma tarefa de reconhecimento emocional.<\/p>\n<p>Quem imaginaria que a pr\u00f3xima fronteira no bem-estar mental nos levaria direto ao banheiro? Acontece que &#8220;sentimento intestinal&#8221; \u00e9 mais do que apenas um nome fantasia para a intui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nosso intestino delgado e grosso, e os trilh\u00f5es de bact\u00e9rias que o chamam de lar, s\u00e3o mais importantes do que nunca imaginamos para influenciar nosso humor, nossa ansiedade, nossas escolhas e at\u00e9 mesmo nossas personalidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Ingest\u00e3o de\u00a0\u00a0Lactobacillus rhamnosus regula o comportamento emocional:<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>O GABA \u00e9 o principal neurotransmissor inibidor do SISTEMA NERVOSO CENTRAL e est\u00e1 significativamente envolvido na regula\u00e7\u00e3o de muitos processos fisiol\u00f3gicos e psicol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es na express\u00e3o do receptor GABA central est\u00e3o implicadas na\u00a0 ansiedade e da depress\u00e3o, que PODEM\u00a0 ter correla\u00e7\u00e3o com perturba\u00e7\u00f5es intestinais funcionais.<\/p>\n<p>Neste\u00a0trabalho, os pesquisadores demonstraram que o tratamento cr\u00f4nico com <strong>L. rhamnosus<\/strong> induziu altera\u00e7\u00f5es dependentes da regi\u00e3o no c\u00e9rebro, em compara\u00e7\u00e3o com camundongos alimentados com controle.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>L. rhamnosus<\/strong> reduziu \u00a0a corticosterona ( costisol) induzida pelo estresse e ansiedade, relacionada \u00e0 <strong>depress\u00e3o\u00a0comportamental.<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os efeitos comportamentais neuroqu\u00edmicos n\u00e3o foram encontrados em camundongos vagotomizados, identificando o nervo vago como o principal constituinte modulador da via de comunica\u00e7\u00e3o entre as\u00a0bact\u00e9rias presentes\u00a0no\u00a0intestino\u00a0e c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Juntos, estes resultados destacam o papel importante das\u00a0bact\u00e9rias\u00a0na comunica\u00e7\u00e3o bidirecional do\u00a0eixo intestino-c\u00e9rebro e sugerem que certos organismos podem vir a ser adjuntos terap\u00eauticos \u00fateis em transtornos relacionados ao estresse, como ansiedade e depress\u00e3<strong>o.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O intestino pode conduzir nossas escolhas alimentares.<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>H\u00e1 uma teoria de que seus desejos alimentares podem realmente ser causados por suas bact\u00e9rias intestinais.<\/p>\n<p>Aparentemente, h\u00e1 uma multid\u00e3o de trilh\u00f5es l\u00e1 que realmente gosta de cupcakes de chocolate, bacon, queijo, ou o que quer que seja sua bact\u00e9ria espec\u00edfica goste.<\/p>\n<p>A teoria \u00e9 a seguinte: quando comemos os alimentos que nossas bact\u00e9rias querem, eles produzem part\u00edculas que s\u00e3o pequenas o suficiente para atravessar a barreira hematoencef\u00e1lica, como a tirosina ou o triptofano, que se convertem em dopamina e serotonina no c\u00e9rebro e que ambas impactam o humor e refor\u00e7am as escolhas alimentares.<\/p>\n<p>Bem, n\u00f3s sabemos que \u00e9 dif\u00edcil mudar seu coquetel de microbiota intestinal. Mas o que pode ser mudado s\u00e3o os metab\u00f3litos das bact\u00e9rias &#8211; os produtos produzidos pelas bact\u00e9rias intestinais.<\/p>\n<p>E para fazer isso, voc\u00ea muda o que voc\u00ea est\u00e1 usando para aliment\u00e1-las. Como fazer isso?<\/p>\n<ul>\n<li>Coma uma dieta rica em plantas.<\/li>\n<li>Evite alimentos processados e aditivos alimentares, como emulsificantes que interrompem o seu revestimento intestinal, edulcorantes artificiais e que alteram o seu metabolismo.<\/li>\n<li>Reduza o estresse, o que afeta tanto a composi\u00e7\u00e3o quanto a atividade de suas bact\u00e9rias intestinais.<\/li>\n<li>Incluir alimentos fermentados como kimchi, miss\u00f4, kombucha, kefir e o velho e bom iogurte, para manter a diversidade de sua flora intestinal.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Estudo feito na Unicamp permite tra\u00e7ar o roteiro da obesidade<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Ao investigarem, na \u00faltima d\u00e9cada, os fatores associados \u00e0 crescente epidemia global de obesidade, cientistas da UNICAMP identificaram dois eventos que contribuem fortemente para o ganho de peso.<\/p>\n<p><em>Um deles \u00e9 a altera\u00e7\u00e3o no perfil de bact\u00e9rias que comp\u00f5em a flora intestinal.<\/em><\/p>\n<p>Estudos publicados entre 2005 e 2007 mostraram que pessoas obesas geralmente apresentam um conjunto de microrganismos que favorece a absor\u00e7\u00e3o dos nutrientes da dieta. Ou seja, uma ma\u00e7\u00e3 pode ser mais cal\u00f3rica para uma pessoa obesa do que para uma pessoa magra.<\/p>\n<p>Mas se isso \u00e9 causa ou consequ\u00eancia do sobrepeso ainda n\u00e3o se sabia ao certo.<\/p>\n<p>Nesse contexto, explicou o Dr. Velloso, um dos autores do estudo, surge a altera\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal que, por sua vez, contribui tanto para o agravamento da obesidade como das doen\u00e7as a ela associadas. Segundo Velloso, estudos de outros grupos mostraram que uma dieta rica em carboidratos simples, como os presentes no a\u00e7\u00facar e na farinha branca, tamb\u00e9m podem elevar os n\u00edveis de lip\u00eddeos no sangue.<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Suplementa\u00e7\u00e3o com probi\u00f3ticos pode trazer benef\u00edcios cardiometab\u00f3licos no diabetes tipo 2:<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Um estudo publicado na revista Clinical Nutrition analisou adultos com diabetes tipo 2 rec\u00e9m diagnosticado e mostrou que o uso de probi\u00f3ticos de m\u00faltiplas cepas por seis meses pode melhorar o controle metab\u00f3lico.<\/p>\n<p>Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu probi\u00f3ticos e o outro placebo.<\/p>\n<p>Aqueles que usaram probi\u00f3ticos apresentaram:<\/p>\n<ul>\n<li>Melhora significativa na resist\u00eancia \u00e0 insulina (medida pelo HOMA-IR)<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o intestinal ligada a endotoxinas<\/li>\n<li>Melhora nos n\u00edveis de triglicer\u00eddeos, colesterol total e HDL<\/li>\n<li>Ap\u00f3s seis meses, o grupo suplementado mostrou redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 69% nas endotoxinas e aumento m\u00e9dio de 72% na adiponectina, horm\u00f4nio importante para o metabolismo e sensibilidade \u00e0 insulina.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Embora ainda sejam necess\u00e1rios mais estudos para confirmar esses benef\u00edcios em diferentes popula\u00e7\u00f5es, os resultados refor\u00e7am o papel da microbiota intestinal no metabolismo e sugerem que probi\u00f3ticos podem ser uma estrat\u00e9gia complementar no cuidado ao diabetes tipo 2, sempre com orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div class=\"kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q\">\n<h2 dir=\"auto\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Probi\u00f3ticos e depress\u00e3o:<\/strong><\/span><\/h2>\n<div dir=\"auto\">Probi\u00f3ticos, tomados sozinhos ou quando combinados com prebi\u00f3ticos, podem ajudar a aliviar a depress\u00e3o, sugere uma revis\u00e3o das evid\u00eancias dispon\u00edveis, publicada no BMJ Nutrition Prevention &amp; Health .<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q\">\n<div dir=\"auto\">No total, 12 cepas probi\u00f3ticas foram destacadas nos estudos selecionados, principalmente<\/div>\n<ul>\n<li dir=\"auto\">Lactobacillus acidophilus<\/li>\n<li dir=\"&lt;a href=\">Lactobacillus casei<\/li>\n<li dir=\"auto\">Bifidobacterium bifidium.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q\">\n<h5 dir=\"auto\">Refer\u00eancia:<a href=\"https:\/\/nutrition.bmj.com\/content\/3\/2\/351\"> Food &amp; mood: a review of supplementary prebiotic and probiotic interventions in the treatment of anxiety and depression in adults<\/a><\/h5>\n<\/div>\n<div dir=\"auto\">__________________________________________________________________<\/div>\n<h2 dir=\"auto\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Suas bact\u00e9rias intestinais podem estar trasngormando em calorias em gordura:<\/span><\/strong><\/h2>\n<div dir=\"auto\">Cientistas da ASU descobriram que pessoas cujos micr\u00f3bios intestinais produzem mais metano extraem mais calorias de alimentos ricos em fibras.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Os metanog\u00eanicos ajudam o microbioma a transformar fibras em energia, consumindo hidrog\u00eanio e produzindo metano.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Usando c\u00e2maras metab\u00f3licas avan\u00e7adas, os pesquisadores mediram como a dieta e a qu\u00edmica intestinal interagem, mostrando que o metano pode sinalizar uma digest\u00e3o eficiente.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">O trabalho pode levar a dietas personalizadas com base no microbioma individual.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Quase todos os participantes absorveram menos calorias ao consumir a dieta rica em fibras em compara\u00e7\u00e3o com a dieta rica em alimentos processados.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\"><strong>No entanto, aqueles com maior produ\u00e7\u00e3o de metano absorveram mais calorias dos alimentos ricos em fibras do que aqueles com menor produ\u00e7\u00e3o de metano no organismo.<\/strong><\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\"><a href=\"http:\/\/10.1093\/ismejo\/wraf103\">\u00a0http:\/\/10.1093\/ismejo\/wraf103<\/a><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><b>REFER\u00caNCIAS:<\/b><\/span><\/p>\n<div class=\"referencias-microbiota\">\n<h4 data-start=\"313\" data-end=\"345\">Microbiota, dieta e disbiose<\/h4>\n<ol data-start=\"347\" data-end=\"1639\">\n<li data-start=\"347\" data-end=\"613\">\n<p data-start=\"350\" data-end=\"613\">TURNBAUGH, P. J. <em data-start=\"367\" data-end=\"375\">et al.<\/em> Shifts in microbiota species and fermentation products in a dietary model enriched in fat and sucrose. <strong data-start=\"479\" data-end=\"503\">Journal of Nutrition<\/strong>, Bethesda, v. 139, n. 3, p. 456\u2013463, 2009.<br data-start=\"546\" data-end=\"549\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/jn\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"564\" data-end=\"591\">https:\/\/academic.oup.com\/jn<\/a><br data-start=\"591\" data-end=\"594\" \/>DOI: n\u00e3o informado.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"615\" data-end=\"890\">\n<p data-start=\"618\" data-end=\"890\">JONES, R. M.; NEISH, A. S. Nutritional iron turned inside out: intestinal stress from a gut microbial perspective. <strong data-start=\"733\" data-end=\"749\">Gut Microbes<\/strong>, Austin, v. 6, n. 3, p. 210\u2013216, 2015.<br data-start=\"788\" data-end=\"791\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/toc\/kgmi20\/current\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"806\" data-end=\"852\">https:\/\/www.tandfonline.com\/toc\/kgmi20\/current<\/a><br data-start=\"852\" data-end=\"855\" \/>DOI: 10.1080\/19490976.2015.1029754.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"892\" data-end=\"1142\">\n<p data-start=\"895\" data-end=\"1142\">ANANTHAKRISHNAN, A. N. Environmental risk factors for inflammatory bowel diseases: a review. <strong data-start=\"988\" data-end=\"1023\">Digestive Diseases and Sciences<\/strong>, New York, v. 60, n. 2, p. 290\u2013298, 2015.<br data-start=\"1065\" data-end=\"1068\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/link.springer.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1083\" data-end=\"1108\">https:\/\/link.springer.com<\/a><br data-start=\"1108\" data-end=\"1111\" \/>DOI: 10.1007\/s10620-014-3350-9.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"1144\" data-end=\"1406\">\n<p data-start=\"1147\" data-end=\"1406\">B\u00c4CKHED, F. <em data-start=\"1159\" data-end=\"1167\">et al.<\/em> High-fat-diet-mediated dysbiosis promotes intestinal carcinogenesis independently of obesity. <strong data-start=\"1262\" data-end=\"1287\">Nature Communications<\/strong>, London, v. 5, art. 4242, 2014.<br data-start=\"1319\" data-end=\"1322\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/ncomms5242\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1337\" data-end=\"1379\">https:\/\/www.nature.com\/articles\/ncomms5242<\/a><br data-start=\"1379\" data-end=\"1382\" \/>DOI: 10.1038\/ncomms5242.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"1408\" data-end=\"1639\">\n<p data-start=\"1411\" data-end=\"1639\">CHASSAING, B. <em data-start=\"1425\" data-end=\"1433\">et al.<\/em> Food additives that alter the gut microbiota promote colitis and metabolic syndrome. <strong data-start=\"1519\" data-end=\"1529\">Nature<\/strong>, London, v. 519, n. 7541, p. 92\u201396, 2015.<br data-start=\"1571\" data-end=\"1574\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1589\" data-end=\"1611\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"1611\" data-end=\"1614\" \/>DOI: 10.1038\/nature14232.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<hr data-start=\"1641\" data-end=\"1644\" \/>\n<h4 data-start=\"1646\" data-end=\"1675\">Probi\u00f3ticos e prebi\u00f3ticos<\/h4>\n<ol start=\"6\" data-start=\"1677\" data-end=\"2840\">\n<li data-start=\"1677\" data-end=\"2033\">\n<p data-start=\"1680\" data-end=\"2033\">HILL, C. <em data-start=\"1689\" data-end=\"1697\">et al.<\/em> Expert consensus document: The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics consensus statement on the scope and appropriate use of the term probiotic. <strong data-start=\"1872\" data-end=\"1920\">Nature Reviews Gastroenterology &amp; Hepatology<\/strong>, London, v. 11, n. 8, p. 506\u2013514, 2014.<br data-start=\"1960\" data-end=\"1963\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1978\" data-end=\"2000\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"2000\" data-end=\"2003\" \/>DOI: 10.1038\/nrgastro.2014.66.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2035\" data-end=\"2313\">\n<p data-start=\"2038\" data-end=\"2313\">SANDERS, M. E. <em data-start=\"2053\" data-end=\"2061\">et al.<\/em> Probiotics and prebiotics in intestinal health and disease: from biology to the clinic. <strong data-start=\"2150\" data-end=\"2198\">Nature Reviews Gastroenterology &amp; Hepatology<\/strong>, London, v. 16, n. 10, p. 605\u2013616, 2019.<br data-start=\"2239\" data-end=\"2242\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2257\" data-end=\"2279\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"2279\" data-end=\"2282\" \/>DOI: 10.1038\/s41575-019-0173-3.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2315\" data-end=\"2567\">\n<p data-start=\"2318\" data-end=\"2567\">KHALESI, S. <em data-start=\"2330\" data-end=\"2338\">et al.<\/em> A review of probiotic supplementation in healthy adults: helpful or hype? <strong data-start=\"2413\" data-end=\"2455\">European Journal of Clinical Nutrition<\/strong>, London, v. 73, n. 1, p. 24\u201337, 2019.<br data-start=\"2493\" data-end=\"2496\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2511\" data-end=\"2533\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"2533\" data-end=\"2536\" \/>DOI: 10.1038\/s41430-018-0206-0.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"2569\" data-end=\"2840\">\n<p data-start=\"2572\" data-end=\"2840\">GUO, X. <em data-start=\"2580\" data-end=\"2588\">et al.<\/em> Multi-strain probiotics improve insulin sensitivity and metabolic profiles in type 2 diabetes mellitus. <strong data-start=\"2693\" data-end=\"2715\">Clinical Nutrition<\/strong>, Edinburgh, v. 39, n. 1, p. 298\u2013306, 2020.<br data-start=\"2758\" data-end=\"2761\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2776\" data-end=\"2805\">https:\/\/www.sciencedirect.com<\/a><br data-start=\"2805\" data-end=\"2808\" \/>DOI: 10.1016\/j.clnu.2019.01.013.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<hr data-start=\"2842\" data-end=\"2845\" \/>\n<h4 data-start=\"2847\" data-end=\"2901\">Microbiota, eixo intestino\u2013c\u00e9rebro e comportamento<\/h4>\n<ol start=\"10\" data-start=\"2903\" data-end=\"4227\">\n<li data-start=\"2903\" data-end=\"3176\">\n<p data-start=\"2907\" data-end=\"3176\">DESBONNET, L. <em data-start=\"2921\" data-end=\"2929\">et al.<\/em> Probiotics normalize the gut\u2013brain\u2013microbiota axis in immunodeficient mice. <strong data-start=\"3006\" data-end=\"3042\">Neurogastroenterology &amp; Motility<\/strong>, Hoboken, v. 22, n. 10, p. 1172\u20131180, 2010.<br data-start=\"3086\" data-end=\"3089\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"3104\" data-end=\"3135\">https:\/\/onlinelibrary.wiley.com<\/a><br data-start=\"3135\" data-end=\"3138\" \/>DOI: 10.1111\/j.1365-2982.2010.01577.x.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"3178\" data-end=\"3432\">\n<p data-start=\"3182\" data-end=\"3432\">DINAN, T. G.; CRYAN, J. F. The microbiome\u2013gut\u2013brain axis in health and disease. <strong data-start=\"3262\" data-end=\"3307\">Gastroenterology Clinics of North America<\/strong>, Philadelphia, v. 46, n. 1, p. 77\u201389, 2017.<br data-start=\"3351\" data-end=\"3354\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"3369\" data-end=\"3398\">https:\/\/www.sciencedirect.com<\/a><br data-start=\"3398\" data-end=\"3401\" \/>DOI: 10.1016\/j.gtc.2016.09.007.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"3434\" data-end=\"3692\">\n<p data-start=\"3438\" data-end=\"3692\">TILLISCH, K. <em data-start=\"3451\" data-end=\"3459\">et al.<\/em> Consumption of fermented milk product with probiotic modulates brain activity. <strong data-start=\"3539\" data-end=\"3559\">Gastroenterology<\/strong>, Philadelphia, v. 144, n. 7, p. 1394\u20131401, 2013.<br data-start=\"3608\" data-end=\"3611\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.gastrojournal.org\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"3626\" data-end=\"3655\">https:\/\/www.gastrojournal.org<\/a><br data-start=\"3655\" data-end=\"3658\" \/>DOI: 10.1053\/j.gastro.2013.02.043.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"3694\" data-end=\"3948\">\n<p data-start=\"3698\" data-end=\"3948\">CRYAN, J. F.; DINAN, T. G. Mind-altering microorganisms: the impact of the gut microbiota on brain and behaviour. <strong data-start=\"3812\" data-end=\"3843\">Nature Reviews Neuroscience<\/strong>, London, v. 13, n. 10, p. 701\u2013712, 2012.<br data-start=\"3884\" data-end=\"3887\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"3902\" data-end=\"3924\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"3924\" data-end=\"3927\" \/>DOI: 10.1038\/nrn3346.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"3950\" data-end=\"4227\">\n<p data-start=\"3954\" data-end=\"4227\">BRAVO, J. A. <em data-start=\"3967\" data-end=\"3975\">et al.<\/em> Ingestion of <em data-start=\"3989\" data-end=\"4004\">Lactobacillus<\/em> strain regulates emotional behavior and central GABA receptor expression via the vagus nerve. <strong data-start=\"4099\" data-end=\"4107\">PNAS<\/strong>, Washington, v. 108, n. 38, p. 16050\u201316055, 2011.<br data-start=\"4157\" data-end=\"4160\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.pnas.org\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"4175\" data-end=\"4195\">https:\/\/www.pnas.org<\/a><br data-start=\"4195\" data-end=\"4198\" \/>DOI: 10.1073\/pnas.1102999108.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<hr data-start=\"4229\" data-end=\"4232\" \/>\n<h4 data-start=\"4234\" data-end=\"4281\">Microbiota, imunidade e doen\u00e7as metab\u00f3licas<\/h4>\n<ol start=\"15\" data-start=\"4283\" data-end=\"5120\">\n<li data-start=\"4283\" data-end=\"4490\">\n<p data-start=\"4287\" data-end=\"4490\">BELKAID, Y.; HAND, T. W. Role of the microbiota in immunity and inflammation. <strong data-start=\"4365\" data-end=\"4373\">Cell<\/strong>, Cambridge, v. 157, n. 1, p. 121\u2013141, 2014.<br data-start=\"4417\" data-end=\"4420\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"4435\" data-end=\"4455\">https:\/\/www.cell.com<\/a><br data-start=\"4455\" data-end=\"4458\" \/>DOI: 10.1016\/j.cell.2014.03.011.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"4492\" data-end=\"4704\">\n<p data-start=\"4496\" data-end=\"4704\">KAWAI, T.; AKIRA, S. The role of pattern-recognition receptors in innate immunity. <strong data-start=\"4579\" data-end=\"4600\">Nature Immunology<\/strong>, London, v. 11, n. 5, p. 373\u2013384, 2010.<br data-start=\"4640\" data-end=\"4643\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.nature.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"4658\" data-end=\"4680\">https:\/\/www.nature.com<\/a><br data-start=\"4680\" data-end=\"4683\" \/>DOI: 10.1038\/ni.1863.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"4706\" data-end=\"4917\">\n<p data-start=\"4710\" data-end=\"4917\">DE GROOT, P. F. <em data-start=\"4726\" data-end=\"4734\">et al.<\/em> Gut microbiota and type 1 diabetes mellitus. <strong data-start=\"4780\" data-end=\"4796\">Diabetologia<\/strong>, Heidelberg, v. 60, n. 3, p. 413\u2013421, 2017.<br data-start=\"4840\" data-end=\"4843\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/link.springer.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"4858\" data-end=\"4883\">https:\/\/link.springer.com<\/a><br data-start=\"4883\" data-end=\"4886\" \/>DOI: 10.1007\/s00125-016-4177-4.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"4919\" data-end=\"5120\">\n<p data-start=\"4923\" data-end=\"5120\">VIRILI, C. <em data-start=\"4934\" data-end=\"4942\">et al.<\/em> Gut microbiota and Hashimoto\u2019s thyroiditis. <strong data-start=\"4987\" data-end=\"5000\">Endocrine<\/strong>, New York, v. 66, n. 2, p. 237\u2013248, 2019.<br data-start=\"5042\" data-end=\"5045\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/link.springer.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"5060\" data-end=\"5085\">https:\/\/link.springer.com<\/a><br data-start=\"5085\" data-end=\"5088\" \/>DOI: 10.1007\/s12020-019-02033-2.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<hr data-start=\"5122\" data-end=\"5125\" \/>\n<h4 data-start=\"5127\" data-end=\"5157\">Exerc\u00edcio f\u00edsico e esporte<\/h4>\n<ol start=\"19\" data-start=\"5159\" data-end=\"5630\">\n<li data-start=\"5159\" data-end=\"5384\">\n<p data-start=\"5163\" data-end=\"5384\">CLARKE, S. F. <em data-start=\"5177\" data-end=\"5185\">et al.<\/em> Exercise and associated dietary extremes impact on gut microbial diversity. <strong data-start=\"5262\" data-end=\"5269\">Gut<\/strong>, London, v. 63, n. 12, p. 1913\u20131920, 2014.<br data-start=\"5312\" data-end=\"5315\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/gut.bmj.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"5330\" data-end=\"5349\">https:\/\/gut.bmj.com<\/a><br data-start=\"5349\" data-end=\"5352\" \/>DOI: 10.1136\/gutjnl-2013-306541.<\/p>\n<\/li>\n<li data-start=\"5386\" data-end=\"5630\">\n<p data-start=\"5390\" data-end=\"5630\">MACH, N.; FUSTER-BOTELLA, D. Endurance exercise and gut microbiota: A review. <strong data-start=\"5468\" data-end=\"5507\">Journal of Sport and Health Science<\/strong>, Shanghai, v. 6, n. 2, p. 179\u2013197, 2017.<br data-start=\"5548\" data-end=\"5551\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"5566\" data-end=\"5595\">https:\/\/www.sciencedirect.com<\/a><br data-start=\"5595\" data-end=\"5598\" \/>DOI: 10.1016\/j.jshs.2016.05.001.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>________________________________________________________________ O QUE \u00c9 DISBIOSE NO INTESTINO E S\u00cdNDROME DO INTESTINO PERME\u00c1VEL? \u00c9 um termo\u00a0 usado\u00a0 para altera\u00e7\u00f5es na\u00a0 composi\u00e7\u00e3o\u00a0 bacteriana da flora\u00a0 intestinal onde h\u00e1 AUMENTO de microorganismos ( bect\u00e9rias )mal\u00e9ficos em\u00a0 rela\u00e7\u00e3o dos ben\u00e9ficos\u00a0 causando sintomas como: dor abdominal flatul\u00eancia ( gazes) distens\u00e3o abdominal 9 incha\u00e7o abdominal) constipa\u00e7\u00e3o intestinal ( intestino preso) altera\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":2587,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[2,34,663],"tags":[277,211,69,278,205,279,280,281,5,282,283,284,285,181,286,287,288,289,290,114,291,292,35,293,294],"aioseo_notices":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.0 - 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