{"id":2196,"date":"2014-08-06T13:19:49","date_gmt":"2014-08-06T16:19:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/?p=2196"},"modified":"2023-03-01T08:41:14","modified_gmt":"2023-03-01T11:41:14","slug":"testosterona-cancer-de-prostata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/testosterona-cancer-de-prostata\/","title":{"rendered":"Reposi\u00e7\u00e3o de Testosterona e C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata"},"content":{"rendered":"<p><iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uKwFpwg8ZDY\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong> Testosterona r C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: left;\">As quest\u00f5es relacionadas com mudan\u00e7as do perfil hormonal na meia-idade n\u00e3o s\u00e3o assuntos exclusivos do universo feminino<span style=\"color: #ff6600;\"><strong>. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Altera\u00e7\u00f5es hormonais no homem, principalmente a partir dos 40 anos, podem ter correla\u00e7\u00e3o com uma ampla e variada sintomatologia, com consequente decr\u00e9scimo na qualidade de vida<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Sabe-se hoje que, entre a quarta e a s\u00e9tima d\u00e9cadas de vida, a popula\u00e7\u00e3o masculina apresenta uma tend\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o da testosterona total em torno de 1,6% ao ano, da testosterona biodispon\u00edvel de 2% a 3% por ano e de um aumento da SHBG (sex hormone-binding globulin) de 1,3% ao ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">S\u00e3o mudan\u00e7as hormonais que acompanham o processo de envelhecimento, mas que podem se tornar um problema delicado para 20% a 30% dos homens, com repercuss\u00f5es nas \u00e1reas de sa\u00fade e emocional.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estima-se que esta fatia do p\u00fablico masculino, ir\u00e1 desenvolver <strong>hipogonadismo<\/strong> tardio, ou dist\u00farbio androg\u00eanico do envelhecimento masculino (DAEM, em portugu\u00eas, e PADAM &#8211; partial androgen deficiency of the aging male, em ingl\u00eas).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A s\u00edndrome inclui uma s\u00e9rie de sintomas, como:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: left;\">fadiga<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">diminui\u00e7\u00e3o da massa e da for\u00e7a musculares<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">redu\u00e7\u00e3o ou perda da libido,<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til,<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">irritabilidade<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">aumento da gordura abdominal e visceral<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">decl\u00ednio da capacidade cognitiva<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">depress\u00e3o<\/li>\n<li style=\"text-align: left;\">ins\u00f4nia.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">A terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal pode, mesmo que parcialmente, reverter esse quadro, destacam os especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estudos publicados ao longo da \u00faltima d\u00e9cada nos fornecem fortes evid\u00eancias em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s gera\u00e7\u00f5es de dogmas urol\u00f3gicos sugerindo que a suplementa\u00e7\u00e3o da testosterona causa progress\u00e3o do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>&#8220;Altera\u00e7\u00f5es hormonais no homem, principalmente a partir dos 40 anos, podem ter correla\u00e7\u00e3o com uma ampla e variada sintomatologia, com consequente decr\u00e9scimo na qualidade de vida&#8221;<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pacientes com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata podem se apresentar com hipogonadismo ( defici\u00eancia\u00a0 de testosterona ) e podem experimentar diminui\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e da qualidade de vida relacionadas com baixos n\u00edveis de testosterona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de gera\u00e7\u00f5es de dogmas urol\u00f3gicos que sugerem que a <strong>erapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona<\/strong><strong>\u00a0(TRT)<\/strong> para o hipogonadismo causa a progress\u00e3o do c\u00e2ncer da pr\u00f3stata, uma revis\u00e3o da literatura contempor\u00e2nea <strong>fornece provas em contr\u00e1rio<\/strong>, \u00e9 o que demonstra o estudo realizado pelo Dr. Dupree e colaboradores e publicado recentemente no Nature Reviews Urology.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>O modelo de satura\u00e7\u00e3o da pr\u00f3stata sugere que o receptor de androg\u00eanio (AR) \u00e9 saturado com n\u00edveis s\u00e9ricos de testosterona de 150-200 ng\/dL, e de que a testosterona s\u00e9rica acima deste n\u00edvel tem efeito limitado, se apresentar algum, na pr\u00f3stata. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, os estudos na era moderna de avalia\u00e7\u00f5es de PSA indicam que <strong>terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona (TRT<\/strong> n\u00e3o afeta o tamanho da pr\u00f3stata, os n\u00edveis de testosterona intra-prost\u00e1tica, ou a progress\u00e3o do c\u00e2ncer da pr\u00f3stata, desde que o n\u00edvel s\u00e9rico basal de testosterona seja maior do que este ponto de satura\u00e7\u00e3o do AR.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2198 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/prostata2.jpg\" alt=\"prostata2\" width=\"498\" height=\"343\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/prostata2.jpg 498w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/prostata2-300x207.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 498px) 100vw, 498px\" \/><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outro estudo realizado por Haider e colaboradores e publicado no Journal of Urology em junho de 2014, os pesquisadores conclu\u00edram que embora n\u00e3o haja evid\u00eancia de que a <strong>terapia de reposi\u00e7\u00e3o da testosterona (TRT)<\/strong> aumente o risco de c\u00e2ncer da pr\u00f3stata (CaP), h\u00e1 uma escassez de dados de longo prazo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo da pesquisa realizada pelo grupo foi determinar se a incid\u00eancia dec\u00e2ncer da pr\u00f3stata \u00e9 aumentada em homens com hipogonadismo que recebem t<strong>erapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona<\/strong> de longo prazo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em tr\u00eas estudos prospectivos, cont\u00ednuos, paralelos, de registro cumulativo, 1.023 homens com hipogonadismo receberam terapia de\u00a0 reposi\u00e7\u00e3o de testosterona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dois grupos de estudo foram tratados por urologistas (desde 2004), um grupo por um centro de andrologia acad\u00eamica (desde 1996). Os pacientes foram tratados quando a testosterona total foi \u2264 12,1 nmol\/L (350 ng\/dL) e sintomas de hipogonadismo presentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O acompanhamento m\u00e1ximo foi de 17 anos (1996 a 2013), com per\u00edodo de acompanhamento m\u00e9dio de cinco anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00e9dia basal da idade dos pacientes nos grupos urol\u00f3gicos foi de 58 anos e de 41 anos no grupo androl\u00f3gico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pacientes receberam inje\u00e7\u00f5es de undecanoato de testosterona em intervalos de 12 semanas. Exames de pr\u00e9-tratamento da pr\u00f3stata e de monitoriza\u00e7\u00e3o durante o tratamento foram realizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bi\u00f3psias de pr\u00f3stata foram realizadas e in\u00fameras bi\u00f3psias positivas e negativas foram avaliadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m foram avaliados a incid\u00eancia de CaP e resultados da p\u00f3s-prostatectomia ( RETIRADA DA PR\u00d3STATA) .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um total de 11 doentes foram diagnosticados com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata nos dois grupos urol\u00f3gicos com propor\u00e7\u00f5es de 2,3% e 1,5%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Incid\u00eancia por 10.000 pacientes-ano foi de 54,4 e 30,7, respectivamente. N\u00e3o foi relatado CaP no Centro de Andrologia. Limita\u00e7\u00f5es s\u00e3o inerentes ao projeto registro, sem grupo de controle. A conclus\u00e3o que a equipe do Dr. Haider chegou \u00e9 que a terapia com testosterona em homens com hipogonadismo n\u00e3o aumenta o risco de CaP. Se as diretrizes para a terapia T forem devidamente aplicadas, a terapia T \u00e9 segura em homens com hipogonadismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2197\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/cancer-de-prostata.jpg\" alt=\"cancer de prostata\" width=\"251\" height=\"201\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em estudo de 2011 realizado por Morgentaler e colaboradores de Harvard, foram analisados 13 homens com uma pontua\u00e7\u00e3o de 6 ou 7 na escala de Gleason de 10 pontos, indicando c\u00e2ncer de pr\u00f3stata pouco ou moderadamente agressivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos eles inicialmente escolheram a observa\u00e7\u00e3o cuidadosa ao inv\u00e9s de tratamento para seus tumores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os homens tinham baixa testosterona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os homens foram tratados com testosterona por 2,5 anos em m\u00e9dia e foram submetidos a bi\u00f3psias peri\u00f3dicas. Nenhum dos tumores progrediu ou se espalhou para outros \u00f3rg\u00e3os. Um dos indiv\u00edduos cuja pontua\u00e7\u00e3o havia subido de 6 para 7 teve sua pr\u00f3stata removida, mas o exame patol\u00f3gico final n\u00e3o encontrou doen\u00e7a agressiva. Os autores reconhecem que o estudo, publicado no in\u00edcio do m\u00eas no The Journal of Urology, foi pequeno e retrospectivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo assim, foi o primeiro a usar bi\u00f3psias para monitorar os efeitos da testosterona em homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata localizado e n\u00e3o-tratado. O autor principal, Abraham Morgentaler, professor associado de cirurgia em Harvard, disse que os achados desse e outros estudos recentes sugerem que os riscos de terapia com testosterona podem ter sido exagerados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2006, Morgentaler e Rhoden publicaram no peri\u00f3dico Urology um artigo sobre a pesquisa realizada com um total de 345 homens com hipogonadismo e n\u00edvel de PSA de 4,0 ng\/mL ou menos foram submetidos \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o com exame retal digital e bi\u00f3psia da pr\u00f3stata antes de iniciar um programa de terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona. Todos os homens tinham baixos n\u00edveis s\u00e9ricos de testosterona total ou livre, definido como menos de 300 e 1,5 ng\/dL, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados mostraram que os homens com n\u00edveis de testosterona livre de 1,0 ng\/dL ou menos tiveram uma taxa de c\u00e2ncer de 20% em compara\u00e7\u00e3o com 12% para os homens com maiores valores .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Os pesquisadores conclu\u00edram que um risco aumentado de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata est\u00e1 associado com redu\u00e7\u00f5es mais severas nos n\u00edveis s\u00e9ricos de testosterona.<\/strong><\/p>\n<p>Os estudos apresentados demonstram que a TRT apesar de ainda apresentar controv\u00e9rsias, se suporta em bases cient\u00edficas quanto \u00e0 sua utiliza\u00e7\u00e3o segura, sem o risco de desenvolvimento ou progress\u00e3o do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Reposi\u00e7\u00e3o segura de testosterona para homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona (TRT) n\u00e3o piora os resultados oncol\u00f3gicos em homens hipogonadais com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, de acordo com os resultados do estudo apresentados na reuni\u00e3o anual da Canadian Urological Association 2016 em Vancouver. Jesse Ory, da Universidade da Col\u00fambia Brit\u00e2nica em Vancouver, e colegas identificaram 83 homens hipogonadais com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata (PCa) que receberam TRT. O grupo incluiu 50 homens que receberam radioterapia (RT), 22 que foram submetidos a prostatectomia radical (RP), 8 colocados em vigil\u00e2ncia ativa (AS), 1 com crioterapia e 1 tratados com ultra-som focalizado de alta intensidade. A idade mediana do paciente foi de 75,5 anos e o seguimento m\u00e9dio foi de 41 meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os investigadores observaram um aumento nos n\u00edveis de testosterona e PSA em toda a coorte, mas apenas os doentes com PCA de baixo risco tiveram um aumento estatisticamente significativo no PSA. PSA aumentou nos pacientes com AS, mas nenhum desses pacientes foi atualizado para um maior escore de Gleason em bi\u00f3psias de pr\u00f3stata subsequentes e nenhum ainda passou a tratamento definitivo, relataram os pesquisadores. Nenhum paciente RP apresentou recidiva bioqu\u00edmica, mas 3 pacientes com RT (6%) fizeram, conforme definido pelos crit\u00e9rios de Phoenix de 2006 (nadir PSA mais 2 ng \/ mL). O grupo do Dr. Ory disse que n\u00e3o est\u00e1 claro se essas recorr\u00eancias estavam relacionadas com TRT ou refletia a biologia natural de sua doen\u00e7a.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Terap\u00eautica Bipolar Androg\u00eanica como terapia para homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata <\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados preliminares sugerem que uma nova reviravolta na manipula\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios no c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, podem mostrar algum benef\u00edcio. O m\u00e9todo padr\u00e3o para o tratamento \u00e9 a terapia de priva\u00e7\u00e3o de androg\u00eanio, mas a nova abordagem a intercala com inje\u00e7\u00f5es intramusculares de testosterona, a Terap\u00eautica Bipolar Androg\u00eanica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados, que foram apresentados na <em>Genitourinary Cancers Simp\u00f3sio<\/em> (GUCS) 2016, tamb\u00e9m sugerem que a terapia bipolar androg\u00eanica pode ter um impacto positivo na qualidade de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8221;\u00a0O nome &#8216;bipolar&#8217; vem do fato de que esta terapia destina-se a produzir as flutua\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de testosterona, a partir de um valor m\u00ednimo muito baixo no per\u00edodo de priva\u00e7\u00e3o de androg\u00eanio ao pico muito elevado depois de receber inje\u00e7\u00f5es intramusculares de testosterona\u00a0, &#8221; disse o autor principal do trabalho, \u00a0Michael T. Schweizer, MD, da Universidade de Washington\/Fred Hutchinson Cancer Center, Seattle. Mas s\u00e3o dados preliminares, salienta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sumanta Pal, m\u00e9dico e professor assistente do\u00a0Departamento Pesquisa de Oncologia M\u00e9dica e Terap\u00eautica, em Duarte na Calif\u00f3rnia, concorda com o Dr. Schweizer que os dados s\u00e3o preliminares e necessitam\u00a0ser validados. Segundo Dr. Pal &#8221;\u00a0Estes dados s\u00e3o muito promissores e podem realmente mudar o paradigma de como n\u00f3s tratamos a doen\u00e7a por d\u00e9cadas.\u00a0Est\u00e1 quase impl\u00edcito que os pacientes que recebem testosterona experimentam uma melhoria na sua qualidade de vida, considerando o que observamos de suplementa\u00e7\u00e3o de testosterona em homens saud\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8221; Uma das consequ\u00eancias mais dif\u00edceis da priva\u00e7\u00e3o hormonal terap\u00eautica \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o de testosterona, que se manifesta por ondas de calor, diminui\u00e7\u00e3o da libido e muitos pacientes muitas vezes expressam interesse em tomar testosterona, o que parece quase heresia, se considerarmos como funciona o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata atualmente\u201d disse ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8221;\u00a0Mas talvez tratamentos hormonais para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata possa ser uma abordagem mais sofisticada para este problema, potencialmente contribuindo para a melhoria da qualidade de vida&#8221;, disse ele.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Os moduladores do receptor de estrog\u00eanio inibem a prolifera\u00e7\u00e3o e a migra\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos est\u00e1gios iniciais, o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata humano (CP) \u00e9 uma doen\u00e7a sens\u00edvel \u00e0 modula\u00e7\u00e3o hormonal, que pode ser controlada farmacologicamente pelo bloqueio da a\u00e7\u00e3o dos androg\u00eanios.\u00a0Esta terapia geralmente induz a sele\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata independentes de androg\u00eanio, com maior invasividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um trabalho realizado por pesquisadores da Universidade de Mil\u00e3o demonstrou recentemente, tanto em culturas celulares quanto em camundongos, que um metab\u00f3lito da testosterona localmente sintetizado na pr\u00f3stata, o 5\u03b1-androstano-3\u03b2, 17\u03b2-diol (ou 3\u03b2-Adiol), inibe a prolifera\u00e7\u00e3o, migra\u00e7\u00e3o e invas\u00e3o das c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, atuando como um agente antiproliferativo \u00a0e antimetast\u00e1tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O 3\u03b2-Adiol \u00e9 incapaz de se ligar ao receptor de androg\u00eanios (RA), mas exerce sua prote\u00e7\u00e3o contra o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata interagindo especificamente com o receptor de estrog\u00eanio beta (RE\u03b2).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Devido \u00e0 sua potencial retroconvers\u00e3o em esteroides androg\u00eanicos, o 3\u03b2-Adiol n\u00e3o pode ser utilizado &#8220;in vivo&#8221;, assim,\u00a0os objetivo do estudo foi investigar a capacidade de quatro ligantes do\u00a0RE\u03b2 (raloxifeno, tamoxifeno, geniste\u00edna e curcumina)\u00a0para neutralizar a progress\u00e3o do CP imitando a atividade do 3\u03b2-Adiol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados obtidos pelos pesquisadores demonstraram que o raloxifeno, o tamoxifeno, a geniste\u00edna e a curcumina diminu\u00edram a prolifera\u00e7\u00e3o das linhagens celulares tumorais DU145 e PC3 de maneira dose-dependente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os quatro compostos tamb\u00e9m diminu\u00edram significativamente o desprendimento de c\u00e9lulas semeadas em laminina ou fibronectina.\u00a0Al\u00e9m disso, as c\u00e9lulas de DU145 e PC3 tratadas com raloxifeno, tamoxifeno, geniste\u00edna e curcumina mostraram uma diminui\u00e7\u00e3o significativa na migra\u00e7\u00e3o celular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Notavelmente, todos esses efeitos foram revertidos pelo antiestrog\u00eanio ICI 182.780, sugerindo que suas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o mediadas pela via estrog\u00eanica, pelos RE\u03b2s, o \u00fanico tipo de receptor presente nesse tipo de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff6600;\">Em conclus\u00e3o,\u00a0esses dados demonstram que, ao ativar seletivamente o RE\u03b2, o <span style=\"text-decoration: underline;\">raloxifeno, o tamoxifeno, a geniste\u00edna e a curcumina<\/span> inibem a prolifera\u00e7\u00e3o e migra\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata humanas, favorecendo a ades\u00e3o celular.\u00a0Esses moduladores sint\u00e9ticos e naturais da a\u00e7\u00e3o dos receptores de estrog\u00eanio podem exercer uma potente atividade protetora contra a progress\u00e3o do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata mesmo aqueles independentes de androg\u00eanios<\/span>.<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6106 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/1-s2-0-s1043661813001709-fx1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/1-s2-0-s1043661813001709-fx1.jpg 500w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/1-s2-0-s1043661813001709-fx1-300x120.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Terapia com testosterona suprafisiol\u00f3gica no tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde que Huggins definiu a natureza sens\u00edvel aos andr\u00f3genos, do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, a supress\u00e3o da testosterona sist\u00eamica permaneceu como a terapia inicial mais efetiva para a doen\u00e7a avan\u00e7ada, embora a progress\u00e3o ocorra inevitavelmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio dos esfor\u00e7os cl\u00ednicos para suprimir a sinaliza\u00e7\u00e3o do receptor de andr\u00f3genos (AR) ao reduzir seus ligantes (agonistas), tamb\u00e9m foi reconhecido que a administra\u00e7\u00e3o de testosterona, em homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata resistente \u00e0 castra\u00e7\u00e3o, pode resultar em respostas cl\u00ednicas substanciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados de modelos pr\u00e9-cl\u00ednicos mostraram repetidamente respostas bif\u00e1sicas \u00e0 administra\u00e7\u00e3o de testosterona, com prolifera\u00e7\u00e3o em baixas concentra\u00e7\u00f5es de andr\u00f3genos e inibi\u00e7\u00e3o do crescimento em concentra\u00e7\u00f5es suprafisiol\u00f3gicas de testosterona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas perguntas sobre a resposta bif\u00e1sica do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata ao tratamento com andr\u00f3genos permanecem sem explica\u00e7\u00e3o, principalmente em rela\u00e7\u00e3o aos mecanismos que conduzem a essas respostas e a melhor maneira de explorar fen\u00f4meno bif\u00e1sico clinicamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um artigo de revis\u00e3o publicado por pesquisadores norte-americanos em 2017, foram analisados os dados pr\u00e9-cl\u00ednicos e cl\u00ednicos sobre a repress\u00e3o do crescimento tumoral com doses elevadas de andr\u00f3genos e discuss\u00e3o sobre os caminhos e mecanismos celulares que provavelmente est\u00e3o envolvidos na media\u00e7\u00e3o dessa resposta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora tenham sido observadas respostas cl\u00ednicas significativas em homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata tratado com altas dose de testosterona, nem todos os homens respondem, levando a perguntas sobre quais caracter\u00edsticas do tumor promovem a resposta ou a resist\u00eancia ao tratamento e destacam a necessidade de estudos destinados a determinar o (s) mecanismo (s) molecular (s) que conduzem essas respostas e identifiquem biomarcadores preditivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A utilidade cl\u00ednica das poss\u00edveis combina\u00e7\u00f5es de tratamento depender\u00e1 claramente da import\u00e2ncia relativa dos v\u00e1rios mecanismos propostos e da extens\u00e3o em que a diversidade destes mecanismos observados no laborat\u00f3rio ocorra em tumores em seres humanos. Em \u00faltima an\u00e1lise, a terap\u00eautica com doses elevadas de testosterona provavelmente representar\u00e1 mais uma via para aplicar os princ\u00edpios da medicina de precis\u00e3o na otimiza\u00e7\u00e3o do atendimento de homens com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata resistente \u00e0 castra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Supress\u00e3o de testosterona em terapias contra o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata aumentam a chance de Depress\u00e3o<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Homens mais velhos que recebem terapia de supress\u00e3o de testosterona para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata podem estar em maior risco de desenvolver depress\u00e3o, sugere um grande estudo.As descobertas s\u00e3o baseadas em mais de 78.000\u00a0NOS\u00a0homens tratados para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em est\u00e1gio inicial, e eles foram publicados on-line no in\u00edcio deste ano no\u00a0Jornal de Oncologia Cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Os pesquisadores descobriram que, entre os que receberam terapia de supress\u00e3o hormonal, 7% desenvolveram depress\u00e3o cl\u00ednica nos pr\u00f3ximos anos.\u00a0Isso em compara\u00e7\u00e3o com 5% dos homens que n\u00e3o fizeram o tratamento.<\/p>\n<p>As descobertas n\u00e3o provam que a terapia hormonal \u00e9 a culpada.\u00a0Mas eles oferecem &#8220;evid\u00eancias bastante fortes&#8221; que podem ser o caso, disse o pesquisador s\u00eanior Dr.Paul Nguyen.\u00a0Ele \u00e9 diretor de braquiterapia da pr\u00f3stata emBrigham and Women&#8217;s Hospital, dentro\u00a0Boston<\/p>\n<hr \/>\n<h2><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Supress\u00e3o de testosterona em terapias contra o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata aumentam a chance de Doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>Homens submetidos \u00e0 terapia de redu\u00e7\u00e3o de testosterona devido a um c\u00e2ncer de pr\u00f3stata s\u00e3o duas vezes mais propensos a desenvolverem a doen\u00e7a de Alzheimer, segundo dados de um novo estudo. Os baixos n\u00edveis de testosterona podem enfraquecer a resist\u00eancia ao envelhecimento do c\u00e9rebro e \u00e0 doen\u00e7a de Alzheimer, advertiram os especialistas.<\/p>\n<p>Homens que fazem terapia de priva\u00e7\u00e3o de andr\u00f3geno (ADT) s\u00e3o duas vezes mais propensos a serem diagnosticados com a doen\u00e7a de Alzheimer nos anos seguintes ao tratamento, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles que n\u00e3o se submetem \u00e0 terapia, descobriram os pesquisadores.<\/p>\n<p>Era sabido que reduzir drasticamente a atividade de andr\u00f3geno pode ter efeitos colaterais adversos.<\/p>\n<p>Estudos descobriram associa\u00e7\u00f5es entre baixos n\u00edveis de testosterona e impot\u00eancia, hipertens\u00e3o arterial, obesidade, diabetes e depress\u00e3o. Nos \u00faltimos anos, os estudos tamb\u00e9m ligaram a baixa testosterona a defeitos cognitivos. Os homens com a doen\u00e7a de Alzheimer teriam n\u00edveis de testosterona mais baixos do que os homens da mesma idade sem a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os pesquisadores da Universidade da Pensilv\u00e2nia e da Universidade de Stanford analisaram os registros m\u00e9dicos de milh\u00f5es de pacientes, identificando 18.000 com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, sendo que 16.888 tinham c\u00e2ncer da pr\u00f3stata n\u00e3o metast\u00e1tico.<\/p>\n<p>No total, 2.397 pacientes de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata tinham sido tratados com terapia de priva\u00e7\u00e3o de andr\u00f3geno. As an\u00e1lises e conclus\u00f5es foram publicadas na\u00a0<em>Journal of Clinical Oncology<\/em>.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><b>Refer\u00eancias<\/b><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Incid\u00eancia de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em homens com hipogonadismo recebendo terapia de suplementa\u00e7\u00e3o de testosterona <\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/24980615\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/24980615<\/a><\/p>\n<p><b>A seguran\u00e7a da terapia de suplementa\u00e7\u00e3o de testosterona no c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nrurol\/journal\/vaop\/ncurrent\/full\/nrurol.2014.163.html\">http:\/\/www.nature.com\/nrurol\/journal\/vaop\/ncurrent\/full\/nrurol.2014.163.html<\/a><\/p>\n<p><b>Decl\u00ednio controlado<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.revistapesquisamedica.com.br\/PORTAL\/imprime.asp?codigo=11675\">http:\/\/www.revistapesquisamedica.com.br\/PORTAL\/imprime.asp?codigo=11675<\/a><\/p>\n<p><b>Mais que 1 em cada 7 homens com hipogonadismo possuem c\u00e2ncer de pr\u00f3stata com PSA menor que 4 ng\/dL.<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/17169647?dopt=Abstract\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/17169647?dopt=Abstract<\/a><\/p>\n<p><b>Testosterona pode n\u00e3o piorar o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistaonco.com.br\/noticias\/testosterona-pode-nao-piorar-o-cancer-de-prostata\/\">http:\/\/revistaonco.com.br\/noticias\/testosterona-pode-nao-piorar-o-cancer-de-prostata\/<\/a><\/p>\n<p><b>Reposi\u00e7\u00e3o de testosterona deve ser feita mesmo em homens que tiveram c\u00e2ncer de pr\u00f3stata <\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/23395803\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/23395803<\/a><\/p>\n<p><b>N\u00e3o h\u00e1 correla\u00e7\u00e3o entre testosterona e c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.nature.com\/ijir\/journal\/v18\/n4\/full\/3901418a.html\">http:\/\/www.nature.com\/ijir\/journal\/v18\/n4\/full\/3901418a.html<\/a><\/p>\n<p><strong>Efeito da terapia de reposi\u00e7\u00e3o de testosterona no tecido da pr\u00f3stata em homens com hipogonadismo de in\u00edcio tardio: um estudo controlado randomizado.<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/jama.jamanetwork.com\/article.aspx?articleid=204163\">http:\/\/jama.jamanetwork.com\/article.aspx?articleid=204163<\/a><\/p>\n<p><strong>Testosterone Replacement Safe for Men With Prostate Cancer<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.renalandurologynews.com\/canadian-urological-association\/testosterone-replacement-safe-for-men-with-prostate-cancer\/article\/505807\/\">http:\/\/www.renalandurologynews.com\/canadian-urological-association\/testosterone-replacement-safe-for-men-with-prostate-cancer\/article\/505807\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Rapid cycling high dose testosterone (Bipolar Androgen Therapy) as therapy for men with metastatic castrate-resistant prostate cancer (mCRPC)<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.endocrine-abstracts.org\/ea\/0042\/ea0042OC12.htm\">http:\/\/www.endocrine-abstracts.org\/ea\/0042\/ea0042OC12.htm<\/a><\/p>\n<p><strong>La terapia \u2018Bipolar\u2019: un nuevo giro en el tratamiento de c\u00e1ncer de pr\u00f3stata avanzado<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sanidad.com\/62662\/la-terapia-bipolar-un-nuevo-giro-en-el-tratamiento-de-cancer-de-prostata-avanzado\/\">http:\/\/sanidad.com\/62662\/la-terapia-bipolar-un-nuevo-giro-en-el-tratamiento-de-cancer-de-prostata-avanzado\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Modulators of estrogen receptor inhibit proliferation and migration of prostate cancer cells<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1043661813001709\">http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1043661813001709<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>The androgen derivative 5alpha-androstane-3beta,17beta-diol inhibits prostate cancer cell migration through activation of the estrogen receptor beta subtype.<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/m\/pubmed\/15958594\/\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/m\/pubmed\/15958594\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Supraphysiologic Testosterone Therapy in the Treatment of Prostate Cancer: Models, Mechanisms and Questions<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mdpi.com\/2072-6694\/9\/12\/166\">http:\/\/www.mdpi.com\/2072-6694\/9\/12\/166<\/a><\/p>\n<p><strong>Prostate cancer patients on hormone therapy may be at increased risk of developing depression, a large study suggests<\/strong><\/p>\n<p><strong>Androgen Deprivation Therapy and Future Alzheimer\u2019s Disease Risk<\/strong> Kevin T. Nead,\u00a0Greg Gaskin,\u00a0Cariad Chester,\u00a0Samuel Swisher-McClure,\u00a0Joel T. Dudley,\u00a0Nicholas J. Leeper&#8230;Show More<\/p>\n<div class=\"hlFld-Title\"><\/div>\n<div class=\"publicationContentAuthors\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Testosterona r C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata As quest\u00f5es relacionadas com mudan\u00e7as do perfil hormonal na meia-idade n\u00e3o s\u00e3o assuntos exclusivos do universo feminino. Altera\u00e7\u00f5es hormonais no homem, principalmente a partir dos 40 anos, podem ter correla\u00e7\u00e3o com uma ampla e variada sintomatologia, com consequente decr\u00e9scimo na qualidade de vida. 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