{"id":145,"date":"2012-09-24T04:32:44","date_gmt":"2012-09-24T07:32:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/?p=145"},"modified":"2026-01-27T22:50:26","modified_gmt":"2026-01-28T01:50:26","slug":"gh-hormonio-do-crescimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/gh-hormonio-do-crescimento\/","title":{"rendered":"Tudo sobre o GH &#8211; O Horm\u00f4nio do Crescimento."},"content":{"rendered":"<p>&amp;nbsp<iframe title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eSxR-rbtjtU\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe>;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\">O <span style=\"color: #ff6600;\"><strong>horm\u00f4nio do crescimento ou somatropina,\u00a0 tamb\u00e9m\u00a0 conhecido pela sigla de Gh ( Growth Hormone)\u00a0 <\/strong><\/span>\u00e9 um horm\u00f4nio formado por um pept\u00eddeo de cadeia simples e secretado por uma gl\u00e2ndula, pequena como um gr\u00e3o de feij\u00e3o localizada na parte inferior do c\u00e9rebro, chamada hip\u00f3fise.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-146 size-full\" title=\"gh\" src=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/gh.jpg\" alt=\"horm\u00f4nio do crescimento\" width=\"450\" height=\"352\" srcset=\"https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/gh.jpg 450w, https:\/\/www.robertofrancodoamaral.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/gh-300x235.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Como o nome diz, esse horm\u00f4nio \u00e9 absolutamente essencial para proporcionar o crescimento f\u00edsico e a defici\u00eancia em sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pelos\u00a0 pela estatura muito baixa de algumas pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O horm\u00f4nio do crescimento continua sendo secretado na idade adulta ap\u00f3s a parada do crescimento, implicando em importantes fun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas do GH nesta fase da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Entre os 18 e 25 anos h\u00e1 uma queda exponencial na m\u00e9dia de secre\u00e7\u00e3o de GH, com queda nos n\u00edveis de IGF -1.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Aos 60 anos, quase todas as pessoas tem taxa de secre\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de GH baix\u00edssimas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Sua libera\u00e7\u00e3o no organismo ocorre de forma puls\u00e1til ao longo do dia e a noite e maior\u00a0 taxa de libera\u00e7\u00e3o ocorre durante o sono<\/p>\n<p>O horm\u00f4nio do crescimento \u00e9 usado na medicina para o tratamento de dist\u00farbios do crescimento em crian\u00e7as, infanto-juvenis, adolescentes e em adultos com defici\u00eancia de horm\u00f4nio de crescimento.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, as terapias de reposi\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nio de crescimento tornaram-se populares na luta contra o envelhecimento e obesidade\u00a0 mesmo que de forma contro versa.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>SOMATOPAUSA:<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Ocorre por um decl\u00ednio exponencial na secre\u00e7\u00e3o de GH, o qual leva \u00e0 deteriora\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o corporal ao longo do envelhecimento j\u00e1 que al\u00e9m de nos fazer crescer ao fim da adolesc\u00eancia, este horm\u00f4nio tem a importante fun\u00e7\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o, repara\u00e7\u00e3o de tecidos corp\u00f3reos e produ\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno.<\/p>\n<p>Idealmente o diagn\u00f3stico deve ser realizado atrav\u00e9s da dosagem de IGF1 e teste de est\u00edmulo de Gh com INSULINA.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>GH E QUEIMA DE GORDURA:<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Em estudos com indiv\u00edduos saud\u00e1veis tamb\u00e9m puderam ser observados efeitos indicativos de lip\u00f3lise ( queima de gordura) com a administra\u00e7\u00e3o do GH. Gravholt et al. (1999) verificaram que a utiliza\u00e7\u00e3o do GH promoveu aumento na lip\u00f3lise do tecido adiposo ( gordo)\u00a0 subcut\u00e2neo das regi\u00f5es abdominal e gl\u00fatea.<\/p>\n<p>Lange et al. (2002) tamb\u00e9m observaram que a mobiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1cido graxos livres , glicerol e lactato em indiv\u00edduos saud\u00e1veis submetidos a exerc\u00edcios f\u00edsicos aer\u00f3bios foi potencializada com a\u00a0 administra\u00e7\u00e3o aguda de 7,5 UI de GH<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>CONSEQUENCIA DA DEFICI\u00caNCIA DA GH EM ADULTOS<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Embora os sintomas sejam inespec\u00edficos, os sinais s\u00e3o relevantes e podem levar a problemas que que resultem na redu\u00e7\u00e3o do tempo de vida. Independente da \u00e9poca de in\u00edcio da defici\u00eancia os indiv\u00edduos sofrem uma gama de anormalidades metab\u00f3licas, de composi\u00e7\u00e3o corporal e funcionais.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Sintomas:<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o da vitalidade e energia<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o da mobilidade f\u00edsica<\/li>\n<li>Humor deprimido<\/li>\n<li>Labilidade emocional<\/li>\n<li>Ansiedade<\/li>\n<li>Dist\u00farbios da fun\u00e7\u00e3o sexual<\/li>\n<li>Isolamento social<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Sinais:<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>1- Altera\u00e7\u00f5es da composi\u00e7\u00e3o corporal:<\/p>\n<ul>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da massa magra<\/li>\n<li>Aumento da massa gorda<\/li>\n<li>Aumento de gordura visceral<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da \u00e1gua corporal<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o da densidade \u00f3ssea<\/li>\n<\/ul>\n<p>2- Diminui\u00e7\u00e3o da for\u00e7a<\/p>\n<p>3- Aumento do IMC<\/p>\n<p>4- Aumento da rela\u00e7\u00e3o cintura quadril<\/p>\n<p>5- Perfil lip\u00eddico anormal:<\/p>\n<ul>\n<li>Aumento do colesterol total<\/li>\n<li>Aumento do LDL<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o do HDL<\/li>\n<\/ul>\n<p>6- Aumento do fibrinog\u00eanio &#8211; fator de coagula\u00e7\u00e3o envolvido em eventos tromboemb\u00f3licos<\/p>\n<p>__________________________________________________________________________<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Nas pessoas adultas com defici\u00eancia de GH, a reposi\u00e7\u00e3o desse horm\u00f4nio induz :<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>Aumento da energia<\/li>\n<li>Melhora do bem-estar f\u00edsico<\/li>\n<li>Aumento da massa muscular de forma gradual e sem exageros, caso se use doses fisiol\u00f3gicas<\/li>\n<li>Reduz o peso corporal com redistribui\u00e7\u00e3o da gordura abdominal<\/li>\n<li>Melhora o racioc\u00ednio, a concentra\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria<\/li>\n<li>Melhora a qualidade do sono<\/li>\n<li>Melhora os par\u00e2metros cardiovasculares<\/li>\n<li>Melhora o perfil lip\u00eddico<\/li>\n<li>Melhora a qualidade de vide<\/li>\n<li>Aumenta a densidade mineral \u00f3ssea<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: Livro Fisiologia e Fisiopatologia do Horm\u00f4nio do Crescimento<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Indica\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>A administra\u00e7\u00e3o de GH a adultos deve obedecer a uma indica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica precisa, somada ao d\u00e9ficit laboratorial e f\u00edsico.<\/li>\n<li>Al\u00e9m disto outros par\u00e2metros laboratoriais e de imagem devem ser analisados para ser usado com seguran\u00e7a.<\/li>\n<li>Somente sob orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica o uso terap\u00eautico do GH pode ser ben\u00e9fico e seguro.<\/li>\n<li>Os riscos do tratamento s\u00e3o bastante raros quando o GH \u00e9 prescrito em doses fisiol\u00f3gicas e se bem indicado<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Contra indica\u00e7\u00f5es: ( quando n\u00e3o deve ser usado)<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>Doen\u00e7a maligna ativa<\/li>\n<li>Hipertens\u00e3o intracraniana<\/li>\n<li>Insufici\u00eancia card\u00edaca severa<\/li>\n<li>Retinopatia diab\u00e9tica<\/li>\n<li>Gravidez<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Efeitos colaterais: em geral visto em doses supra fisiol\u00f3gicas .<\/strong><\/span><\/h3>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>Edema e dor articular<\/li>\n<li>Intoler\u00e2ncia a glicose e resist\u00eancia a insulina<\/li>\n<li>S\u00edndrome do t\u00fanel do carpo<\/li>\n<li>Crescimento de extremidades<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Horm\u00f4nio do Crescimento (GH) e Sistema Imune<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">De maneira inversa, no mesmo tempo que receb\u00edamos o alento quanto ao poderoso aliado, foi iniciada a especula\u00e7\u00e3o de que o GH deflagraria o aparecimento de c\u00e2nceres, ou ainda favoreceria o aumento na velocidade daqueles pr\u00e9-existentes, por\u00e9m, em doses fisiol\u00f3gicas o que ocorre \u00e9 provavelmente o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Durante toda a nossa vida ocorre um constante embate entre o nosso sistema imunol\u00f3gico e c\u00e9lulas que perdem o senso proliferativo normal, assumindo postura cancer\u00edgena ou mais exatamente, iniciando um processo de replica\u00e7\u00e3o celular sem controle.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">H\u00e1 algum tempo temos conhecimento da exist\u00eancia de c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico, matadoras naturais (Natural Killer-NK), as quais eliminam c\u00e9lulas iniciantes do processo tumoral e alguns trabalhos cient\u00edficos demonstram que o GH tem rela\u00e7\u00e3o com a boa performance das c\u00e9lulas NK como visto nos artigos abaixo:<\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li><em>Exogenous growth hormone treatment alters body composition and increases natural killer cell activity in women with impaired endogenous growth hormone secretion<\/em>. Douglas M. Crist, Glenn T.<\/li>\n<li><em>Lymphocyte subset distribution and natural killer activity in growth hormone deficiency before and during short-term treatment with growth hormone releasing hormone.<\/em> W. Kiess, S. Malozowski, M. Gelato, O. Butenand, H. Doerr, B. Crisp, E. Eisl, A. Maluish, B.H Belohradsky.<\/li>\n<li><em>Growth hormone, lymphocytes and macrophages. <\/em>Keith W. Kelley.<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Horm\u00f4nio do crescimento ( GH) e colesterol.<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Tr\u00eas estudos relacionados abaixo indicam que o tratamento com o horm\u00f4nio de crescimento melhora o perfil lip\u00eddico s\u00e9rico, reduzindo o colesterol total e LDL, o mau colesterol. Dois dos estudos tamb\u00e9m indicam que o perfil do HDL melhora ap\u00f3s alguns meses de tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um dos <a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/15212653\">estudos<\/a>, realizado pelos pesquisadores do Departamento de Endocrinologia da University Hospital, em Malmo, Su\u00e9cia e publicado no <em>Clinical Endocrinology<\/em> (Oxford), concluiu que o perfil lip\u00eddico dos 31 pacientes tratados melhorou, com a redu\u00e7\u00e3o do LDL-colesterol no soro acompanhado de uma melhoria significativa da raz\u00e3o LDL\/HDL e do HDL-colesterol ap\u00f3s 12 meses de tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #800080;\"><strong>Veja os estudos:<\/strong><\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>\u201cEffects of recombinant human growth hormone on serum lipid in aged male patients with chronic heart failure.\u201d De um grupo chin\u00eas que usou GH humano recombinante no tratamento de pacientes com insufici\u00eancia card\u00edaca cr\u00f4nica (ICC), e concluiu que o GH influencia o metabolismo dos lip\u00eddeos, reduz o n\u00edvel de LDL-Colesterol, e Colesterol Total (TC). No entanto GH n\u00e3o tem efeitos sobre o HDL-Colesterol e n\u00edvel de triglicer\u00eddeos (TG).<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/25244793<\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>\u201cThe effects of GH replacement therapy on cardiac morphology and function, exercise capacity and serum lipids in elderly patients with GH deficiency\u201d. Dos pesquisadores do Departamento de Endocrinologia da University Hospital, Malmo, Su\u00e9cia.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/15212653<\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>\u201cThe effect of recombinant human GH replacement therapy on lipoprotein(a) and other lipid parameters in adults with acquired GH deficiency: results of a double-blind and placebo-controlled trial.\u201d Este estudo publicado por pesquisadores alem\u00e3es do Departmento de Gastroenterologia e Endocrinologia, da Georg-August-University, em G\u00f6ttingen, Alemanha, mostra um efeito desfavor\u00e1vel da terapia de substitui\u00e7\u00e3o com GH humano recombinante nos n\u00edveis s\u00e9ricos da <a href=\"http:\/\/cientifico.cardiol.br\/cardiosource2\/dislipidemia\/int_artigo08.asp?cod=155\">Lp(a)<\/a>, que \u00e9, contrabalanceada por um efeito favor\u00e1vel do GH no colesterol total (CT), LDL-C e nas raz\u00f5es CT\/LDL-C e LDL-C\/HDL-C.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/9405024<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Um estudo indica a terapia com horm\u00f4nio de crescimento (GH) para Doen\u00e7a de Crohn<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">A doen\u00e7a de Crohn \u00e9 uma desordem inflamat\u00f3ria cr\u00f4nica do intestino. Em um estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Pediatria do Hospital da North Shore University e da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, avaliou-se a administra\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio de crescimento (somatropina), bem como uma dieta rica em prote\u00ednas na melhora dos sintomas da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para isto, foram distribu\u00eddos aleatoriamente a 37 adultos com Doen\u00e7a de Crohn ativa moderada a grave, quatro meses de inje\u00e7\u00f5es de horm\u00f4nio de crescimento auto-administr\u00e1veis (dose de ataque de 5 mg por dia, por via subcut\u00e2nea durante uma semana, seguido por uma dose de manuten\u00e7\u00e3o de 1,5 mg por dia) ou placebo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Todos os pacientes foram instru\u00eddos a aumentar a sua ingest\u00e3o de prote\u00ednas em pelo menos 2 g por quilograma de peso do corpo por dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pacientes continuaram a ser tratados pelos seus m\u00e9dicos habituais e receber outros medicamentos para a doen\u00e7a de Crohn.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A meta prim\u00e1ria dos cientistas foi a redu\u00e7\u00e3o na pontua\u00e7\u00e3o do <em>\u00cdndice de Atividade da Doen\u00e7a de Crohn<\/em> ao t\u00e9rmino dos quatro meses do experimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os escores podem variar de 0 a 600, com escores mais altos indicando maior atividade da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No in\u00edcio do experimento, a m\u00e9dia de pontua\u00e7\u00e3o do <em>\u00cdndice de Atividade da Doen\u00e7a de Crohn<\/em> foi um pouco maior entre os 19 pacientes do grupo que tomou o horm\u00f4nio de crescimento do que entre os 18 pacientes do grupo placebo.<\/p>\n<p><strong><em>RESULTADO:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ao final dos quatro meses, a pontua\u00e7\u00e3o do <em>\u00cdndice de Atividade da Doen\u00e7a de Crohn<\/em> havia diminu\u00eddo em m\u00e9dia de 143 pontos no grupo tratado com o horm\u00f4nio de crescimento, em compara\u00e7\u00e3o com uma diminui\u00e7\u00e3o de apenas 19 pontos no grupo tratado com placebo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Este estudo sugere que o horm\u00f4nio do crescimento pode ser um tratamento ben\u00e9fico para pacientes com a Doen\u00e7a de Crohn.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Fonte:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>A PRELIMINARY STUDY OF GROWTH HORMONE THERAPY FOR CROHN\u2019S DISEASE<\/strong><\/p>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/www.nejm.org\/doi\/pdf\/10.1056\/NEJM200006013422203\">http:\/\/www.nejm.org\/doi\/pdf\/10.1056\/NEJM200006013422203<\/a><\/h3>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Horm\u00f4nio do crescimento e\u00a0 Cogni\u00e7\u00e3o (capacidade intelectual)<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Dados recentes indicam que a terapia com horm\u00f4nio do crescimento pode ter um papel na melhoria da fun\u00e7\u00e3o cognitiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Terapia de substitui\u00e7\u00e3o de GH em animais experimentais e humanos neutraliza disfun\u00e7\u00f5es relacionadas com a aprendizagem e a mem\u00f3ria. Esta horm\u00f4nio poderia interagir com receptores espec\u00edficos localizados em \u00e1reas do sistema nervoso central que s\u00e3o associados a mem\u00f3ria e aprendizagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acredita-se que o GH esteja envolvido na plasticidade sin\u00e1ptica, o que altera a capacidade cognitiva. GH tamb\u00e9m tem um efeito protetor no sistema nervoso central, tal como visto em em doentes com les\u00e3o medular.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os dados coletados a partir de modelos animais demonstram que o GH pode tamb\u00e9m estimular a neurog\u00eanese.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nrendo.2013.78\"><em>Nature Reviews Endocrinology<\/em> 9, 357-365 (June 2013) | doi:10.1038\/nrendo.2013.78 Growth hormone and cognitive function Fred Nyberg &amp; Mathias Hallberg<\/a><\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/23629538\/\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/23629538\/<\/a><\/h4>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Horm\u00f4nio do crescimento (GH) e Obesidade.<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">A obesidade tornou-se um dos problemas m\u00e9dicos mais comuns em pa\u00edses desenvolvidos, e esta doen\u00e7a est\u00e1 associada a alta incid\u00eancia de hipertens\u00e3o arterial, dislipidemia, doen\u00e7as cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2 e c\u00e2ncer espec\u00edficos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O GH estimula a produ\u00e7\u00e3o do fator de crescimento semelhante \u00e0 insulina 1 (IgF1) na maioria dos tecidos, e em conjunto GH e IgF1 exercem potentes a\u00e7\u00f5es coletivas em gorduras, prote\u00ednas e o metabolismo da glicose.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os ensaios cl\u00ednicos para avaliar os efeitos de tratamento com GH em pacientes com obesidade mostraram redu\u00e7\u00f5es consistentes na massa total do tecido adiposo, em particular abdominal e viscerais .<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Al\u00e9m disso, os estudos em pacientes com obesidade abdominal demonstraram um efeito marcante da terapia GH sobre a composi\u00e7\u00e3o corporal e em lip\u00eddios e glicemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Portanto, a administra\u00e7\u00e3o de GH humano recombinante ou a ativa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de GH end\u00f3geno tem um grande potencial para tratamento de obesidade e suas disfun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No entanto, o uso cl\u00ednico de GH tem controv\u00e9rsias , por conta de dados conflitantes sobre os seus efeitos sobre a glicemia. Esta revis\u00e3o fornece uma introdu\u00e7\u00e3o ao papel do GH na obesidade e resume os dados cl\u00ednicos e pr\u00e9 que descrevem como GH pode influenciar o estado obeso.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>FONTE; <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/236139891_The_GHIGF-1_axis_in_obesity_Pathophysiology_and_therapeutic_considerations\">Nature Reviews Endocrinology<\/a><\/em> 9, 346-356 (June 2013) | doi:10.1038\/nrendo.2013.64 The GH\/IGF-1 axis in obesity: pathophysiology and therapeutic considerations Darlene E. Berryman, Camilla A. M. Glad, Edward O. List &amp; Gudmundur Johannsson<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Efeitos do horm\u00f4nio do crescimento (GH) no metabolismo da glicose e resist\u00eancia \u00e0 insulina em seres humanos<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">O horm\u00f4nio do crescimento (GH) \u00e9 importante para promover o crescimento som\u00e1tico e a regula\u00e7\u00e3o do metabolismo do substrato.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A a\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica da GH ocorre em v\u00e1rios tecidos, incluindo o f\u00edgado, m\u00fasculo, tecido adiposo e p\u00e2ncreas, direta ou indiretamente, atrav\u00e9s do fator de crescimento semelhante a insulina 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A a\u00e7\u00e3o diabetog\u00eanica da GH foi bem descrita em estudos anteriores <em>in vivo<\/em>. A terapia com GH antagoniza a a\u00e7\u00e3o da insulina nos tecidos perif\u00e9ricos, como o m\u00fasculo esquel\u00e9tico, f\u00edgado e tecido adiposo, aumentando assim a produ\u00e7\u00e3o de glicose a partir do m\u00fasculo esquel\u00e9tico e do f\u00edgado e diminui a absor\u00e7\u00e3o de glicose a partir do tecido adiposo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A produ\u00e7\u00e3o de insulina \u00e9 aumentada para compensar o aumento da glicose circulante ap\u00f3s administra\u00e7\u00e3o de GH.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em um artigo de revis\u00e3o publicado em 2017 na <em>Annals of Pediatric Endocrinology &amp; Metabolism<\/em>, pesquisadores coreanos analisaram os efeitos metab\u00f3licos do GH nos tecidos perif\u00e9ricos com foco no metabolismo da glicose e resist\u00eancia \u00e0 insulina e discutiram os resultados de estudos humanos, sobre os efeitos a longo prazo da administra\u00e7\u00e3o de GH na resist\u00eancia \u00e0 insulina e na hiperglicemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>&#8220;Diversos estudos em seres humanos sugeriram que a administra\u00e7\u00e3o de GH em adultos deficientes em GH pode reduzir a adiposidade visceral e melhorar os dist\u00farbio cardio-metab\u00f3licos&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No entanto, alguns estudos suscitaram preocupa\u00e7\u00f5es com o aumento da resist\u00eancia \u00e0 insulina e diminui\u00e7\u00e3o da glicemia em jejum durante o tratamento com GH, especialmente em pacientes com obesidade e pacientes idosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estudos em crian\u00e7as e adolescentes tamb\u00e9m sugeriram que a administra\u00e7\u00e3o de GH pode induzir resist\u00eancia \u00e0 insulina em tratamento de curto prazo, mas suas consequ\u00eancias a longo prazo ainda n\u00e3o foram totalmente determinadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Portanto, \u00e9 prudente monitorar poss\u00edveis consequ\u00eancias negativas sobre o metabolismo da glicose durante e ap\u00f3s a administra\u00e7\u00e3o de GH.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>O\u00a0 horm\u00f4nio do crescimento (GH) causa c\u00e2ncer?<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">A capacidade do GH, atrav\u00e9s do seu pept\u00eddeo mediador IGF-1, para influenciar regula\u00e7\u00e3o do crescimento celular tem sido o foco de muito interesse nos \u00faltimos anos. Nesta revis\u00e3o, vamos explorar a associa\u00e7\u00e3o entre GH e c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Dados experimentais dispon\u00edveis apoiam a sugest\u00e3o de que o status do GH\/IGF-1 pode influenciar o crescimento de tecidos neopl\u00e1sicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Extensos dados epidemiol\u00f3gicos existentes tamb\u00e9m suportam uma liga\u00e7\u00e3o entre o status do GH\/IGF-1 e risco de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estudos epidemiol\u00f3gicos de pacientes com acromegalia indicam um risco aumentado de c\u00e2ncer colorretal, embora o risco de outros c\u00e2nceres n\u00e3o esteja provado e um estudo de longo prazo no acompanhamento de crian\u00e7as deficientes em GH, tratadas com GH hipofis\u00e1rio indicou um risco aumentado de c\u00e2ncer colorretal.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por outro lado, estudos extensivos dos resultados da reposi\u00e7\u00e3o de GH em sobreviventes de c\u00e2ncer infantil n\u00e3o mostram evid\u00eancias de novos c\u00e2nceres e estudos de vigil\u00e2ncia mais recentes de crian\u00e7as e adultos tratados com GH revelaram nenhum aumento observado no risco de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No entanto, dada a evid\u00eancia experimental que indica que o GH\/IGF-1 fornece um ambiente anti-apopt\u00f3tico que possam favorecer a sobreviv\u00eancia de c\u00e9lulas geneticamente danificadas, em observa\u00e7\u00e3o de longo prazo \u00e9 necess\u00e1ria; ao longo de muitos anos, at\u00e9 mesmo uma sutil altera\u00e7\u00e3o no meio ambiente nessa dire\u00e7\u00e3o, apesar de n\u00e3o induzir o c\u00e2ncer, pode resultar na acelera\u00e7\u00e3o da carcinog\u00eanese.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Finalmente, mesmo que a terapia GH\/IGF-1 n\u00e3o resultar em um pequeno aumento no risco de c\u00e2ncer em compara\u00e7\u00e3o com pacientes n\u00e3o tratados com defici\u00eancia de GH, \u00e9 prov\u00e1vel que o risco eventual ser\u00e1 o mesmo que a popula\u00e7\u00e3o em geral. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Esta restaura\u00e7\u00e3o \u00e0 normalidade ter\u00e1 de ser equilibrado com a morbidade conhecido de defici\u00eancia de GH n\u00e3o tratada<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte:<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Does growth hormone cause cancer?<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/16430706\/\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/16430706\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>O\u00a0 horm\u00f4nio do crescimento (GH) e o\u00a0Mito do C\u00e2ncer<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando se fala em horm\u00f4nio de crescimento (GH) sempre o associamos, de forma quase autom\u00e1tica, ao aparecimento de c\u00e2nceres. Apesar de haver um certo respaldo neste medo, que culturalmente vem se propagando, a literatura atual nos tranquiliza sobre este risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Sobre o pol\u00eamico tema, a revista Oncotarget, na sua edi\u00e7\u00e3o de novembro, publicou um artigo. O trabalho compilou diversos estudos em que foi usado GH.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Obviamente que a prescri\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio obedeceu os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos vigentes e apenas aqueles com defici\u00eancia comprovada receberam o horm\u00f4nio, totalizando mais de 11 mil pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Surpreendentemente (ou n\u00e3o) os resultados foram no sentido oposto ao senso comum e ao que \u00e9 veiculado pela m\u00eddia leiga.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O uso de GH em pessoas com defici\u00eancia, reduziu de forma significativa o surgimento de c\u00e2nceres.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Conclus\u00e3o: &#8220;Our study suggests that growth hormone replacement therapy could reduce risk of cancer in adult with growth hormone deficiency.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Refer\u00eancia: <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/27835910\/\">Li Z, et al. Growth Hormone replacement therapy reduces risk of cancer in adult with growth hormone deficiency: A meta-analysis. <em>Oncotarget<\/em>. (2016)<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Seguran\u00e7a a longo prazo do horm\u00f4nio do crescimento (gh)<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Os dados preliminares de um estudo (SAGhE) sobre a seguran\u00e7a e adequa\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios de crescimento levaram a preocupa\u00e7\u00f5es com a seguran\u00e7a do GH recombinante humano, sugerindo que o GH pode aumentar a mortalidade e a incid\u00eancia de AVC em pacientes tratados durante a inf\u00e2ncia para defici\u00eancia de GH ou baixa estatura.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em um artigo de revis\u00e3o publicado em 2017 na <em>Clinical Endocrinology<\/em>, pesquisadores dinamarqueses e alem\u00e3es revisaram os dados de seguran\u00e7a publicados, com foco em mortalidade, neoplasias, eventos cerebrovasculares e diabetes em uma s\u00e9rie de registros de GH de grandes empresas farmac\u00eauticas .<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Esta revis\u00e3o da literatura foi realizada usando o PubMed, o EMBASE e o Google Scholar para identificar todos os dados de seguran\u00e7a relevantes dos registros GH dos fabricantes publicados entre 1988 e abril de 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os resultados foram selecionados manualmente para excluir publica\u00e7\u00f5es n\u00e3o relevantes; refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas de artigos recuperados foram avaliadas para quaisquer refer\u00eancias adicionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os dados publicados n\u00e3o suportam um risco aumentado de mortalidade em crian\u00e7as ou adultos tratados com GH.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">N\u00e3o houve evid\u00eancia de aumento do risco de acidente vascular cerebral, novas doen\u00e7as malignas, leucemia, tumores extracranianos n\u00e3o leuc\u00eamicos ou recorr\u00eancia de malignidade intracraniana em pacientes sem fatores de risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O risco de uma segunda neoplasia \u00e9 aumentado, particularmente se os pacientes receberam radioterapia para um tumor do sistema nervoso central. Pode haver um risco aumentado de diabetes tipo 2 em pacientes tratados com GH, mas isso parece estar limitado a aqueles com fatores de risco pr\u00e9-existentes.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><em>CONCLUS\u00c3O<\/em><\/strong><em>: Os pesquisadores conclu\u00edram que pacientes com fatores de risco para malignidade ou diabetes tipo 2 devem ser tratados com cautela e monitorados durante o seguimento, mas os dados publicados atuais fornecem seguran\u00e7a no perfil de seguran\u00e7a a longo prazo do GH em pacientes que recebem tratamento com GH.<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>O\u00a0 horm\u00f4nio do crescimento (GH) , produ\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno e cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">Green e col. (1985) afirmaram que o horm\u00f4nio de crescimento estimula a forma\u00e7\u00e3o de tecido por 2 mecanismos: um direto que leva a diferencia\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas precursoras e um mecanismo indireto, mediado pelo aumento do IGF-I, que estimula a prolifera\u00e7\u00e3o celular por mecanismos aut\u00f3crinos e par\u00e1crinos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo estes autores o GH \u00e9 capaz de influenciar o metabolismo dos fibroblastos levando a aumento da s\u00edntese da matriz, inclu\u00edndo os col\u00e1genos tipo I e III. Hollander e col. (1984) e Skottner e col. (1990)conclu\u00edram que o GH atua na fase inflamat\u00f3ria do processo cicatricial, por aumentar a produ\u00e7\u00e3o dos fatores de crescimento ou sinergicamente sobre os fatores que atuam nessa fase.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Rasmussen e col. (1992) observaram que em pacientes portadores de \u00falcera venosa cr\u00f4nica de perna, o horm\u00f4nio do crescimento estimulou a cicatriza\u00e7\u00e3o, demonstrado pela eleva\u00e7\u00e3o do propept\u00eddeo do col\u00e1geno tipo I e do col\u00e1geno tipo III<sup>12<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo Haukipuro e col. (1990) os propept\u00eddeos dos col\u00e1genos I e III refletem a produ\u00e7\u00e3o local dos col\u00e1genos tipo I e III. Vance (1990) sugeriu que o GH atuaria no f\u00edgado e em outros tecidos estimulando a produ\u00e7\u00e3o do fator de crescimento &#8220;like&#8221;insulina (IGF-I) o qual \u00e9 respons\u00e1vel por promover os efeitos de crescimento do GH<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">REFER\u00caNCIA: O HORM\u00d4NIO DE CRESCIMENTO E A CONCENTRA\u00c7\u00c3O DE COL\u00c1GENO NA CICATRIZA\u00c7\u00c3O DE FERIDAS CUT\u00c2NEAS DE RATOS.\u00a0\u00a0<strong>Maria de Lourdes Pessole<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Tratamento com horm\u00f4nio do crescimento (GH) para redu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da dor e melhora na qualidade de vida na FIBROMIALGIA severa.<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">O horm\u00f4nio do crescimento pode ser um tratamento complementar efetivo para o manejo da dor e da fadiga em pacientes com fibromialgia, particularmente em um subconjunto com valores baixos de fator de crescimento insulina-like 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Foram sugeridos defeitos funcionais na secre\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nio do crescimento (GH ou Growth Hormone, em ingl\u00eas) e sua efic\u00e1cia como tratamento complementar para a fibromialgia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um estudo realizado por pesquisadores espanh\u00f3is investigou a efic\u00e1cia e a seguran\u00e7a do GH em baixas doses como terapia complementar em pacientes com fibromialgia grave e n\u00edveis baixos de insulina tipo 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um total de 120 pacientes foram matriculados em um estudo multic\u00eantrico controlado por placebo durante 18 meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Eles foram aleatoriamente designados para receber 0,006 mg\/kg\/dia de GH S.C. (grupo A, n = 60) ou placebo (grupo B, n = 60) durante 6 meses (fase cega).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O grupo tratado com placebo foi trocado para o tratamento com GH do m\u00eas 6 at\u00e9 o m\u00eas 12 (fase aberta) e um per\u00edodo de seguimento ap\u00f3s a descontinua\u00e7\u00e3o de GH foi realizado at\u00e9 o m\u00eas 18. Tratamento padr\u00e3o para fibromialgia (inibidores seletivos de reabsor\u00e7\u00e3o de serotonina, opioides e amitriptilina) foi mantido ao longo do estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No final do estudo, os pacientes do Grupo A apresentaram pontua\u00e7\u00f5es de Question\u00e1rio de Impacto da Fibromialgia (FIQ) significativamente melhoradas (P = 0,01) em compara\u00e7\u00e3o com o grupo B.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Embora a descontinua\u00e7\u00e3o de GH tenha agravado todas as pontua\u00e7\u00f5es em ambos os grupos durante o seguimento, o comprometimento da percep\u00e7\u00e3o da dor foi menos pronunciado no grupo tratado com GH (P = 0,05).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Baseados nos resultados obtidos, os pesquisadores conclu\u00edram, neste maior e mais longo estudo controlado por placebo realizado em fibromialgia, que a adi\u00e7\u00e3o de GH ao tratamento padr\u00e3o foi eficaz na redu\u00e7\u00e3o da dor.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Efeitos da terapia hormonal de crescimento (GH) na densidade \u00f3ssea e risco de fratura em osteoporose relacionada \u00e0 idade na aus\u00eancia de defici\u00eancia de horm\u00f4nio do crescimento: uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica e meta-an\u00e1lise .<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">O horm\u00f4nio do crescimento (GH) \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddico que desempenha um papel central no metabolismo \u00f3sseo, tanto direta quanto indiretamente, atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o local e sist\u00eamica de fator de crescimento semelhante \u00e0 insulina-1 (IGF-1).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A import\u00e2ncia do GH na fisiologia \u00f3ssea \u00e9 ilustrada em pacientes com defici\u00eancia de horm\u00f4nio do crescimento, os quais apresentam baixa densidade mineral \u00f3ssea (DMO) e aumento do risco de fraturas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em adultos, a defici\u00eancia do horm\u00f4nio do crescimento (GHD) tem sido associada \u00e0 baixa densidade mineral \u00f3ssea (DMO), efeito contrabalan\u00e7ado pela reposi\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio do crescimento (GH). Se GH \u00e9 ben\u00e9fico em adultos com perda de massa \u00f3ssea relacionada \u00e0 idade e sem hipopituitarismo, n\u00e3o est\u00e1 claro.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para avaliar esta quest\u00e3o, uma equipe pesquisadores norte-americanos e libaneses realizaram uma pesquisa sistem\u00e1tica da literatura usando <em>Medline<\/em>, <em>Embase<\/em> e o <em>Registro Cochrane de Ensaios Controlados<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pacientes que receberam GH tiveram uma diminui\u00e7\u00e3o significativa no risco de fratura em compara\u00e7\u00e3o com o controle. Os eventos adversos relatados n\u00e3o foram importantes, principalmente relacionados \u00e0 reten\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pesquisadores conclu\u00edram, baseados nos resultados obtidos, que o GH pode n\u00e3o melhorar a densidade mineral \u00f3ssea em mulheres com perda \u00f3ssea relacionada \u00e0 idade, <strong><u>mas pode diminuir o risco de fraturas<\/u><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Estudos maiores de longa dura\u00e7\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios para explorar esses achados em ambos os sexos e investigar o efeito do GH na qualidade dos ossos.<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Horm\u00f4nio do crescimento ( GH) e\u00a0 complica\u00e7\u00f5es por\u00a0 COVID -19 ( coronav\u00edrus)<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Recentemente, surgiram evid\u00eancias sobre um risco aumentado de s\u00edndrome respirat\u00f3ria aguda grave coronav\u00edrus 2 (SARS \u2010 CoV \u2010 2) com pior progn\u00f3stico em pacientes idosos do sexo masculino com obesidade e uma diminui\u00e7\u00e3o do\u00a0 horm\u00f4nio do crescimento (GH).<\/p>\n<p><b>Este estudo mostrou\u00a0<\/b> uma revis\u00e3o abrangente das poss\u00edveis liga\u00e7\u00f5es entre o comprometimento do eixo\u00a0 do GH\/ IGF1 e a gravidade da doen\u00e7a gerada pelo Coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, evid\u00eancias inequ\u00edvocas sugerem que a desregula\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico representa um elemento-chave na determina\u00e7\u00e3o da gravidade da SARS \u2010 CoV \u2010 2, al\u00e9m de estar associada \u00e0 defici\u00eancia de GH de in\u00edcio na idade adulta.<\/p>\n<p>Notavelmente, se o GH est\u00e1 fisiologicamente envolvido no desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico e sua\u00a0 reposi\u00e7\u00e3o em pacientes com defici\u00eancia de GH\u00a0 parece influenciar positivamente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a fibrin\u00f3lise prejudicada (que favorece forma\u00e7\u00e3o de trombos), associada \u00e0 defici\u00eancia de GH\u00a0 pode representar uma liga\u00e7\u00e3o adicional entre o comprometimento do eixo GH\/IGF1 e a gravidade do COVID-19.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, v\u00e1rias evid\u00eancias suportam uma rela\u00e7\u00e3o entre defici\u00eancia de GH\u00a0 e complica\u00e7\u00f5es por COVID-19.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIA: Is growth hormone insufficiency the missing link between obesity, male gender, age and COVID\u201019 severity?<\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Reposi\u00e7\u00e3o\u00a0 de GH em idosos: vale a pena?<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>Podemos confirmar que\u00a0 reposi\u00e7\u00e3o de de GH (GHrt) em pacientes com defici\u00eancia deste horm\u00f4no pode contribuir para a restaura\u00e7\u00e3o de um estado fisiol\u00f3gico de sa\u00fade, sem induzir efeitos adversos significativos, em particular quando o tratamento \u00e9 \u00a0adequado\u00a0 e individualizado .<\/p>\n<p>As principais, embora poucas, evid\u00eancias dizem respeito a melhorias na qualidade de vida, risco cardiovascular, e perfil metab\u00f3lico ; no entanto, estudos direcionados sobre esta popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o fortemente recomendados para confirmar esses resultados, para testar adequadamente a efic\u00e1cia e seguran\u00e7a do GHrt na velhice e para otimizar os aspectos de diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>Acreditamos que seria importante selecionar pacientes adequados para tratamento, levando em considera\u00e7\u00e3o seu estado de sa\u00fade, comorbidades, expectativa de vida e medicamentos em uso, bem como ades\u00e3o ao tratamento cr\u00f4nico (ou seja, estado cognitivo, presen\u00e7a de um cuidador, etc.).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<span style=\"color: #3366ff;\"> EFEITOS DO\u00a0 GH\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/files\/Articles\/680579\/fendo-12-680579-HTML\/image_m\/fendo-12-680579-g001.jpg\" alt=\"\" width=\"635\" height=\"487\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"height: 206px;\" width=\"1015\">\n<thead>\n<tr>\n<th><strong>Par\u00e2metro<\/strong><\/th>\n<th><strong>Tend\u00eancia no Envelhecimento<\/strong><\/th>\n<th><strong>Efeito do GH<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>Densidade \u00f3ssea<\/strong><\/td>\n<td>\u2193 Diminui<\/td>\n<td>\u2191 Aumenta<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>For\u00e7a muscular<\/strong><\/td>\n<td>\u2193 Reduzida<\/td>\n<td>\u2191 Melhora<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Qualidade de vida<\/strong><\/td>\n<td>\u2193 Piora com a idade<\/td>\n<td>\u2191 Melhora geral<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Risco cardiovascular<\/strong><\/td>\n<td>\u2191 Aumenta<\/td>\n<td>\u2193 Reduz<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Massa gorda<\/strong><\/td>\n<td>\u2191 Aumenta<\/td>\n<td>\u2193 Diminui<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Longevidade<\/strong><\/td>\n<td>? Efeito incerto<\/td>\n<td>? Efeito incerto<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: left;\">A evid\u00eancia dispon\u00edvel at\u00e9 o momento sugere, em pacientes com hipopituitarismo, DEFICI\u00caNCIA DE GH contribui para o excesso de mortalidade e reposi\u00e7\u00e3o de de GH contribui para NORMALIZAR estas taxas\u00a0 mas uma verdadeira rela\u00e7\u00e3o entre a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade e GHrt n\u00e3o foi estabelecido de forma conclusiva com longo prazo estudos prospectivos controlados<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Podemos concluir afirmando que o principal objetivo do GHrt no paciente idoso deve melhorar a QUALIDADE DE VIDA, prolongar a independ\u00eancia e evite a fragilidade .<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O decl\u00ednio relacionado \u00e0 idade nos n\u00edveis de GH-IGF-1 n\u00e3o justifica a suplementa\u00e7\u00e3o de GHrt, mas os pacientes com GHD estabelecido deve ser considerado para tratamento, independentemente de idade, mas levando em considera\u00e7\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es gerais, comorbidades e expectativa de vida, analisando cada caso individualmente<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acrescentamos que, considerando os custos de GHrt e os efeitos principalmente de longo prazo, a rela\u00e7\u00e3o custo \/ benef\u00edcio devem sempre ser cuidadosamente avaliados, especialmente em uma popula\u00e7\u00e3o com uma expectativa de vida reduzida<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em nossa opini\u00e3o, o objetivo principal do reposi\u00e7\u00e3o de de GH\u00a0 deve ser um melhoria significativa na qualidade de vida, que s\u00f3 pode ser alcan\u00e7ada\u00a0 atrav\u00e9s do desenvolvimento de tratamento personalizado e cuidadoso acompanhamento. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio ampliar os estudos de reposi\u00e7\u00e3o de de GH na popula\u00e7\u00e3o idosa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/files\/Articles\/680579\/fendo-12-680579-HTML\/image_m\/fendo-12-680579-t001.jpg\" width=\"1112\" height=\"330\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p>_______________________________________________________________________________________<\/p>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O horm\u00f4nio do crescimento desempenha um papel fundamental no aumento das taxas de sobreviv\u00eancia ap\u00f3s cirurgia hep\u00e1tica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>O horm\u00f4nio do crescimento foi identificado <span style=\"color: #ff0000;\">como desempenhando um papel fundamental na redu\u00e7\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o e no aumento da sobrevida ap\u00f3s uma cirurgia hep\u00e1tica.<\/span><\/p>\n<p>Pesquisadores do Instituto Diamantina da Universidade de Queensland investigaram como o horm\u00f4nio de crescimento do corpo auxilia na regenera\u00e7\u00e3o do f\u00edgado em um estudo usando ratos.<\/p>\n<p>O l\u00edder do projeto, Andrew Brooks, disse que os ratos n\u00e3o sobreviveram \u00e0 cirurgia para remover dois ter\u00e7os do f\u00edgado se n\u00e3o tivessem o receptor necess\u00e1rio para transmitir sinais de horm\u00f4nio do crescimento para as c\u00e9lulas.<\/p>\n<p>Os ratos com receptores normais de horm\u00f4nio do crescimento sobreviveram ao procedimento e sofreram regenera\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica completa.<\/p>\n<p><em>Descobrimos que o horm\u00f4nio do crescimento induzia a produ\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna chamada <strong>HLA-G<\/strong>, que <span style=\"color: #ff0000;\">suprimia a resposta inflamat\u00f3ria ap\u00f3s a cirurgia.<\/span><\/em><\/p>\n<p><em>Ao administrar a prote\u00edna HLA-G a camundongos deficientes no receptor do horm\u00f4nio do crescimento, conseguimos reduzir a inflama\u00e7\u00e3o e permitir a regenera\u00e7\u00e3o e a sobreviv\u00eancia do f\u00edgado.<\/em><\/p>\n<p><em>Dr. Andrew Brooks, L\u00edder de Projeto, Instituto Diamantina da Universidade de Queensland<\/em><\/p>\n<p>___________________________________________________________________________________<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #0000ff;\">\u00a0Estudos cl\u00ednicos com rhGH (GH) em adultos e idosos<\/span><\/strong><\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th><strong>Estudo<\/strong><\/th>\n<th><strong>Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/th>\n<th><strong>Dose \/ Regime<\/strong><\/th>\n<th><strong>Resultados Principais<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Marcus et al. (1990)<\/td>\n<td>18 adultos saud\u00e1veis (67,7 \u00b1 0,8 anos)<\/td>\n<td>0,03; 0,06 ou 0,12 mg\/kg\/dia de rhGH por 7 dias<\/td>\n<td>Aumento de IGF-1, PTH e calcitriol; aumento da excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de hidroxiprolina e c\u00e1lcio; redu\u00e7\u00e3o da excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de s\u00f3dio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rudman et al. (1990)<\/td>\n<td>45 homens saud\u00e1veis (61\u201381 anos)<\/td>\n<td>0,03 mg\/kg de rhGH 3\u00d7\/semana por 18 meses vs. placebo<\/td>\n<td>Aumento da massa corporal magra; redu\u00e7\u00e3o da massa muscular e da massa adiposa<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Holloway et al. (1994)<\/td>\n<td>27 mulheres saud\u00e1veis (60\u201382 anos)<\/td>\n<td>0,013 mg\/kg\/dia de rhGH por 6 meses vs. placebo<\/td>\n<td>Redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal em 11% e aumento da massa magra em 6,7%; redu\u00e7\u00e3o de marcadores de reabsor\u00e7\u00e3o \u00f3ssea<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Yarasheski et al. (1995)<\/td>\n<td>23 homens saud\u00e1veis sedent\u00e1rios (64\u201375 anos)<\/td>\n<td>12,5\u201324 \u00b5g\/kg\/dia de rhGH + exerc\u00edcio resistido por 16 semanas vs. placebo + exerc\u00edcio<\/td>\n<td>Aumento da \u00e1gua corporal total, massa livre de gordura e s\u00edntese proteica corporal total<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Papadakis et al. (1996)<\/td>\n<td>52 mulheres saud\u00e1veis (70\u201385 anos)<\/td>\n<td>0,03 mg\/kg de rhGH 3\u00d7\/semana por 6 meses<\/td>\n<td>Redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal em 4,3%; aumento da massa magra em 3,4%; redu\u00e7\u00e3o da massa adiposa em 13,1%; aumento da densidade mineral \u00f3ssea lombar em 8,5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Welle et al. (1996)<\/td>\n<td>14 adultos saud\u00e1veis (62\u201374 anos)<\/td>\n<td>0,03 mg\/kg de rhGH 3\u00d7\/semana por 3 meses<\/td>\n<td>Aumento da massa magra, for\u00e7a muscular e gasto energ\u00e9tico di\u00e1rio; redu\u00e7\u00e3o da oxida\u00e7\u00e3o lip\u00eddica em 36%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Butterfield et al. (1997)<\/td>\n<td>14 mulheres saud\u00e1veis (66\u201382 anos)<\/td>\n<td>0,025 mg\/kg\/dia de rhGH vs. 0,015; 0,03 ou 0,06 mg\/kg\/dia de GH<\/td>\n<td>Aumento do balan\u00e7o nitrogenado proteico; preserva\u00e7\u00e3o da massa proteica corporal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Holloway et al. (1997)<\/td>\n<td>84 mulheres p\u00f3s-menop\u00e1usicas osteop\u00eanicas (69,2 \u00b1 6,5 anos)<\/td>\n<td>20 \u00b5g\/kg\/dia de rhGH por 7 dias vs. placebo, seguido de 20 \u00b5g\/kg\/dia por 45 dias ou placebo (crossover)<\/td>\n<td>Aumento da densidade mineral \u00f3ssea lombar e femoral total<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Kozakowski et al. (1998)<\/td>\n<td>18 homens saud\u00e1veis (60,2 \u00b1 2,4 anos)<\/td>\n<td>0,125 UI\/kg\/dia de rhGH por 12 meses<\/td>\n<td>Aumento da densidade mineral \u00f3ssea lombar e do colo do f\u00eamur<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Henrik et al. (2000)<\/td>\n<td>16 mulheres saud\u00e1veis (75 \u00b1 1 ano)<\/td>\n<td>0,15 UI\/m\u00b2 de rhGH\/dia por 6 semanas; depois 0,15 UI\/m\u00b2\/dia alternado por 12 semanas + treinamento resistido<\/td>\n<td>Aumento da atividade da citrato sintase, L-3-hidroxiacil-CoA desidrogenase muscular, massa corporal magra e redu\u00e7\u00e3o da massa adiposa<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Taaffe et al. (2001)<\/td>\n<td>27 mulheres obesas p\u00f3s-menop\u00e1usicas (59\u201379 anos)<\/td>\n<td>0,025 mg\/kg\/dia ou 0,015 mg\/kg\/dia de rhGH por 12 semanas vs. placebo<\/td>\n<td>Redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal e do tronco; maior redu\u00e7\u00e3o de gordura troncular em compara\u00e7\u00e3o aos membros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>M\u00fcnzer et al. (2001)<\/td>\n<td>110 adultos saud\u00e1veis (65\u201388 anos)<\/td>\n<td>rhGH 20 \u00b5g\/kg 3\u00d7\/semana vs. TRH isolada vs. placebo por 6 meses<\/td>\n<td>Aumento de IGF-1 no grupo rhGH; redu\u00e7\u00e3o da gordura abdominal; melhora da sensibilidade \u00e0 insulina<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Harman &amp; Blackman (2004)<\/td>\n<td>131 adultos saud\u00e1veis (65\u201388 anos)<\/td>\n<td>rhGH + TRH em mulheres e testosterona em homens vs. placebo por 26 semanas<\/td>\n<td>Aumento da massa magra; redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal; aumento do VO\u2082m\u00e1x em 8,5% no grupo combinado<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Hamed et al. (2004)<\/td>\n<td>19 homens saud\u00e1veis (70\u201382 anos)<\/td>\n<td>rhGH 0,15 UI\/m\u00b2\/dia escalonado at\u00e9 0,3 UI\/m\u00b2\/dia por 12 semanas<\/td>\n<td>Aumento de IGF-1, IGFBP-3 e express\u00e3o de mRNA de IGF-1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Giannoulis et al. (2006)<\/td>\n<td>80 homens saud\u00e1veis (65\u201380 anos)<\/td>\n<td>rhGH para manter IGF-1 no ter\u00e7o superior do intervalo et\u00e1rio vs. placebo<\/td>\n<td>Aumento da massa magra e da capacidade aer\u00f3bica; redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal e da adiposidade abdominal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Devin et al. (2008)<\/td>\n<td>10 adultos saud\u00e1veis (26\u201365 anos)<\/td>\n<td>0,03 mg\/kg\/semana de rhGH por 4 semanas, depois 0,06 mg\/kg\/semana<\/td>\n<td>Aumento dos n\u00edveis de IGF-1 e das c\u00e9lulas progenitoras endoteliais<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Giannoulis et al. (2008)<\/td>\n<td>21 homens saud\u00e1veis (65\u201375 anos)<\/td>\n<td>rhGH vs. testosterona vs. placebo por 6 meses<\/td>\n<td>Aumento de IGF-1; melhora da capacidade aer\u00f3bica; aumento da massa magra; redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>M\u00fcnzer et al. (2009)<\/td>\n<td>131 idosos saud\u00e1veis (65\u201388 anos)<\/td>\n<td>rhGH + TRH em mulheres e testosterona em homens vs. placebo por 26 semanas<\/td>\n<td>Redu\u00e7\u00e3o da gordura visceral; melhora da sensibilidade \u00e0 insulina; redu\u00e7\u00e3o de triglicer\u00eddeos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Sattler et al. (2009)<\/td>\n<td>127 homens saud\u00e1veis (70,8 \u00b1 4,2 anos)<\/td>\n<td>Testosterona 5 mg\/dia + rhGH 0,1\u20130,3 mg\/dia por 16 semanas<\/td>\n<td>Aumento da massa muscular, for\u00e7a, consumo m\u00e1ximo de oxig\u00eanio e redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Doessing et al. (2010)<\/td>\n<td>10 homens saud\u00e1veis sedent\u00e1rios (38 \u00b1 2 anos)<\/td>\n<td>rhGH 33,3 \u00b5g\/kg\/dia por 7 dias, aumentado para 50 \u00b5g\/kg\/dia<\/td>\n<td>Aumento de IGF-1 s\u00e9rico e express\u00e3o muscular de mRNA de IGF-1; aumento da s\u00edntese proteica muscular<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4 data-start=\"3288\" data-end=\"3307\">Fonte da tabela: <a href=\"http:\/\/DOI: 10.3389\/fragi.2025.1549453\">http:\/\/DOI: 10.3389\/fragi.2025.1549453<\/a><\/h4>\n<h3 data-start=\"5081\" data-end=\"5100\"><strong data-start=\"5085\" data-end=\"5100\">Abrevia\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"5101\" data-end=\"5393\">rhGH: horm\u00f4nio do crescimento recombinante humano;<br data-start=\"5151\" data-end=\"5154\" \/>IGF-1: fator de crescimento semelhante \u00e0 insulina tipo 1;<br data-start=\"5211\" data-end=\"5214\" \/>IGFBP-3: prote\u00edna ligadora de IGF-1;<br data-start=\"5250\" data-end=\"5253\" \/>FFM: massa livre de gordura;<br data-start=\"5281\" data-end=\"5284\" \/>BMD: densidade mineral \u00f3ssea;<br data-start=\"5313\" data-end=\"5316\" \/>VO\u2082m\u00e1x: consumo m\u00e1ximo de oxig\u00eanio;<br data-start=\"5351\" data-end=\"5354\" \/>TRH\/HRT: terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal.<\/p>\n<h2 data-start=\"206\" data-end=\"240\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong data-start=\"209\" data-end=\"240\">DISCUSS\u00c3O \u2013 MENSAGENS-CHAVE<\/strong><\/span><\/h2>\n<h3 data-start=\"242\" data-end=\"309\">1. Restaura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica do eixo GH\u2013IGF-1 no envelhecimento<\/h3>\n<p data-start=\"310\" data-end=\"770\">Os estudos analisados demonstram de forma consistente que a estimula\u00e7\u00e3o do eixo GH\u2013IGF-1, seja por GHRH, tesamorelina ou GH recombinante, \u00e9 capaz de restaurar parcialmente n\u00edveis hormonais t\u00edpicos de adultos mais jovens. Esse efeito \u00e9 particularmente relevante no contexto do envelhecimento, em que ocorre decl\u00ednio progressivo da secre\u00e7\u00e3o puls\u00e1til de GH, associado \u00e0 sarcopenia, aumento de adiposidade visceral, piora da qualidade do sono e decl\u00ednio cognitivo.<\/p>\n<hr data-start=\"772\" data-end=\"775\" \/>\n<h3 data-start=\"777\" data-end=\"840\">2. Impacto favor\u00e1vel na composi\u00e7\u00e3o corporal e metabolismo<\/h3>\n<p data-start=\"841\" data-end=\"1296\">A maioria dos ensaios cl\u00ednicos evidencia aumento da massa magra e redu\u00e7\u00e3o da gordura corporal total e visceral, com efeitos mais pronunciados quando a interven\u00e7\u00e3o \u00e9 mantida por per\u00edodos prolongados ou combinada a exerc\u00edcio f\u00edsico e\/ou terapia hormonal. Esses achados sugerem que a modula\u00e7\u00e3o do eixo GH\u2013IGF-1 pode contribuir para melhora do perfil metab\u00f3lico e funcional em adultos e idosos, especialmente em popula\u00e7\u00f5es com sarcopenia ou obesidade central.<\/p>\n<hr data-start=\"1298\" data-end=\"1301\" \/>\n<h3 data-start=\"1303\" data-end=\"1370\">3. Benef\u00edcios musculares e funcionais clinicamente relevantes<\/h3>\n<p data-start=\"1371\" data-end=\"1726\">Diversos estudos demonstraram melhora da for\u00e7a muscular, resist\u00eancia e capacidade funcional, incluindo redu\u00e7\u00e3o do tempo para caminhadas e subida de escadas, al\u00e9m de aumento do VO\u2082m\u00e1x. Esses efeitos t\u00eam implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas diretas, uma vez que a capacidade funcional \u00e9 um dos principais determinantes de autonomia, risco de quedas e mortalidade em idosos.<\/p>\n<hr data-start=\"1728\" data-end=\"1731\" \/>\n<h3 data-start=\"1733\" data-end=\"1785\">4. Efeitos positivos sobre o sono e a cogni\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p data-start=\"1786\" data-end=\"2207\">A melhora da arquitetura do sono, com aumento do sono de ondas lentas (SWS) e do sono REM, foi observada em diferentes protocolos com GHRH. Al\u00e9m disso, estudos com tesamorelina e GHRH apontam benef\u00edcios cognitivos, incluindo melhora da fun\u00e7\u00e3o executiva, desempenho em testes neuropsicol\u00f3gicos e altera\u00e7\u00f5es neuroqu\u00edmicas cerebrais (aumento de GABA e NAAG, redu\u00e7\u00e3o de mio-inositol), sugerindo poss\u00edvel efeito neuroprotetor.<\/p>\n<hr data-start=\"2209\" data-end=\"2212\" \/>\n<h3 data-start=\"2214\" data-end=\"2276\">5. Seguran\u00e7a e diferen\u00e7as entre estrat\u00e9gias terap\u00eauticas<\/h3>\n<p data-start=\"2277\" data-end=\"2697\">Comparativamente, o uso de GHRH e tesamorelina parece preservar melhor a fisiologia end\u00f3gena da secre\u00e7\u00e3o de GH, com menor incid\u00eancia de efeitos adversos metab\u00f3licos quando comparado \u00e0 administra\u00e7\u00e3o direta de GH recombinante. Embora alguns estudos relatem eleva\u00e7\u00e3o da insulina em jejum, os resultados globais indicam perfil de seguran\u00e7a aceit\u00e1vel quando doses fisiol\u00f3gicas e monitoramento cl\u00ednico adequado s\u00e3o utilizados.<\/p>\n<hr data-start=\"2699\" data-end=\"2702\" \/>\n<h3 data-start=\"2704\" data-end=\"2747\">6. Limita\u00e7\u00f5es da evid\u00eancia dispon\u00edvel<\/h3>\n<p data-start=\"2748\" data-end=\"3096\">Apesar dos achados promissores, muitos estudos apresentam amostras pequenas, curta dura\u00e7\u00e3o e heterogeneidade de protocolos, doses e desfechos. Al\u00e9m disso, h\u00e1 escassez de dados de longo prazo sobre desfechos duros, como mortalidade, eventos cardiovasculares e incid\u00eancia de neoplasias, o que limita a extrapola\u00e7\u00e3o para recomenda\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas amplas.<\/p>\n<p>____________________________________________________________________________________<\/p>\n<h3 data-start=\"0\" data-end=\"91\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Estudos cl\u00ednicos avaliando os efeitos do GHRH e da tesamorelina em adultos e idosos<\/strong><\/span><\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th><strong>Autor (Ano)<\/strong><\/th>\n<th><strong>Popula\u00e7\u00e3o (n; idade)<\/strong><\/th>\n<th><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/th>\n<th><strong>Desfechos Avaliados<\/strong><\/th>\n<th><strong>Principais Resultados<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>G\u00fcldner et al. (1997)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis (n=13; 60\u201393 anos)<\/td>\n<td>GHRH 4 \u00d7 50 \u00b5g IV vs. placebo<\/td>\n<td>Arquitetura do sono<\/td>\n<td>Redu\u00e7\u00e3o dos despertares noturnos e aumento do per\u00edodo inicial de sono NREM<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Korram et al. (1997)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis (n=19; 55\u201371 anos)<\/td>\n<td>GHRH 10 \u00b5g\/kg SC\/dia por 16 semanas vs. placebo (4 semanas)<\/td>\n<td>Horm\u00f4nios, composi\u00e7\u00e3o corporal, bem-estar<\/td>\n<td>Aumento da secre\u00e7\u00e3o de testosterona em ambos os sexos; aumento de massa corporal magra, sensibilidade \u00e0 insulina, bem-estar geral e libido em homens<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Korram et al. (1997)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis (n=19; 55\u201371 anos)<\/td>\n<td>GHRH 10 \u00b5g\/kg SC\/dia por 16 semanas vs. placebo (4 semanas)<\/td>\n<td>Imunofenotipagem<\/td>\n<td>Aumento de linf\u00f3citos CD71+, mon\u00f3citos, c\u00e9lulas B e express\u00e3o de receptores de c\u00e9lulas T (\u03b1\/\u03b2 e \u03b3\/\u03b4)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Vittone et al. (1997)<\/td>\n<td>Homens saud\u00e1veis (n=11; 64\u201376 anos)<\/td>\n<td>GHRH 2 mg SC\/dia por 6 semanas<\/td>\n<td>For\u00e7a e resist\u00eancia muscular<\/td>\n<td>Melhora significativa em medidas de for\u00e7a (remada alta e desenvolvimento de ombros) e resist\u00eancia muscular abdominal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Perras et al. (1999)<\/td>\n<td>Homens saud\u00e1veis (n=23; 21\u201381 anos)<\/td>\n<td>GHRH 300 \u00b5g intranasal (dose \u00fanica) vs. placebo<\/td>\n<td>Polissonografia<\/td>\n<td>Aumento do sono de ondas lentas (SWS) e do sono REM<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Antonijevic et al. (2000)<\/td>\n<td>Adultos com depress\u00e3o e controles (n=35; 19\u201376 anos)<\/td>\n<td>GHRH 4 \u00d7 50 \u00b5g IV (dose \u00fanica) vs. placebo<\/td>\n<td>Arquitetura do sono<\/td>\n<td>Aumento do sono n\u00e3o-REM, especialmente do est\u00e1gio 2, predominantemente em homens<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Veldhuis et al. (2004)<\/td>\n<td>Homens saud\u00e1veis (n=22; 53\u201368 anos)<\/td>\n<td>GHRH 1 mg vs. 4 mg SC, 2\u00d7\/dia por 3 meses<\/td>\n<td>Capacidade funcional, composi\u00e7\u00e3o corporal<\/td>\n<td>Ambas as doses reduziram o tempo para caminhar 30 m e subir 4 lances de escada; a dose maior aumentou \u00e1gua corporal total e massa livre de gordura e reduziu adiposidade abdominal total<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Vitello et al. (2006)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis (n=89; 60\u201385 anos)<\/td>\n<td>GHRH 1 mg\/dia por 6 meses<\/td>\n<td>Cogni\u00e7\u00e3o (WAIS-R)<\/td>\n<td>Melhora significativa em desempenho cognitivo, incluindo QI de desempenho, arranjo de figuras, busca visual e tarefas verbais<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Baker et al. (2012)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis e com comprometimento cognitivo leve (n=152; 55\u201387 anos)<\/td>\n<td>Tesamorelina 1 mg SC\/dia por 20 semanas vs. placebo<\/td>\n<td>Fun\u00e7\u00e3o executiva, composi\u00e7\u00e3o corporal<\/td>\n<td>Melhora da fun\u00e7\u00e3o executiva, redu\u00e7\u00e3o de 7,4% da gordura corporal total e aumento dos n\u00edveis de insulina em jejum<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Friedman et al. (2013)<\/td>\n<td>Adultos saud\u00e1veis e com comprometimento cognitivo leve (n=30; 55\u201387 anos)<\/td>\n<td>Tesamorelina 1 mg SC\/dia por 20 semanas vs. placebo<\/td>\n<td>Neuroqu\u00edmica cerebral (RM espectrosc\u00f3pica)<\/td>\n<td>Aumento dos n\u00edveis de GABA em todas as regi\u00f5es cerebrais, aumento de NAAG no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal dorsolateral e redu\u00e7\u00e3o de mio-inositol no c\u00edngulo posterior<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<hr \/>\n<h4 data-start=\"3288\" data-end=\"3307\">Fonte da tabela : <a href=\"http:\/\/DOI: 10.3389\/fragi.2025.1549453\">http:\/\/DOI: 10.3389\/fragi.2025.1549453<\/a><\/h4>\n<h3 data-start=\"3288\" data-end=\"3307\"><strong data-start=\"3292\" data-end=\"3307\">Abrevia\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h3>\n<p data-start=\"3308\" data-end=\"3668\">GHRH: horm\u00f4nio liberador do horm\u00f4nio do crescimento;<br data-start=\"3360\" data-end=\"3363\" \/>SC: subcut\u00e2neo; IV: intravenoso;<br data-start=\"3395\" data-end=\"3398\" \/>REM: rapid eye movement; SWS: slow wave sleep;<br data-start=\"3444\" data-end=\"3447\" \/>FFM: fat-free mass; LBM: lean body mass;<br data-start=\"3487\" data-end=\"3490\" \/>TBW: total body water; TAA: total abdominal adiposity;<br data-start=\"3544\" data-end=\"3547\" \/>GABA: \u00e1cido gama-aminobut\u00edrico;<br data-start=\"3578\" data-end=\"3581\" \/>NAAG: N-acetilaspartilglutamato;<br data-start=\"3613\" data-end=\"3616\" \/>WAIS-R: Wechsler Adult Intelligence Scale \u2013 Revised.<\/p>\n<p data-start=\"3308\" data-end=\"3668\">_________________________________________________________<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/span><\/h2>\n<p data-start=\"346\" data-end=\"592\"><strong data-start=\"346\" data-end=\"352\">1.<\/strong> VELLAS, B.; CESARI, M.; BOIRIE, Y. <em data-start=\"388\" data-end=\"529\">The GH\/IGF-1 axis and signaling pathways in the muscle and bone: mechanisms underlying age-related skeletal muscle wasting and osteoporosis<\/em>. <strong data-start=\"531\" data-end=\"559\">Journal of Endocrinology<\/strong>, v. 199, n. 3, p. 343-356, 2008.<\/p>\n<hr data-start=\"594\" data-end=\"597\" \/>\n<p data-start=\"599\" data-end=\"797\"><strong data-start=\"599\" data-end=\"605\">2.<\/strong> VISSER, M. et al. <em data-start=\"624\" data-end=\"725\">Circulating levels of IGF-1 are associated with muscle strength in middle-aged and oldest-old women<\/em>. <strong data-start=\"727\" data-end=\"764\">European Journal of Endocrinology<\/strong>, v. 158, n. 6, p. 823-830, 2008.<\/p>\n<hr data-start=\"799\" data-end=\"802\" \/>\n<p data-start=\"804\" data-end=\"1112\"><strong data-start=\"804\" data-end=\"810\">3.<\/strong> VAN BUNDREN, M. et al. <em data-start=\"834\" data-end=\"981\">The association of serum insulin-like growth factor-I with mortality, cardiovascular disease, and cancer in the elderly: a population-based study<\/em>. <strong data-start=\"983\" data-end=\"1037\">The Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism<\/strong>, v. 88, n. 3, p. 1203-1208, 2003.<br data-start=\"1071\" data-end=\"1074\" \/><a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1074\" data-end=\"1112\">https:\/\/doi.org\/10.1210\/jc.2002-021438<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"1114\" data-end=\"1117\" \/>\n<p data-start=\"1119\" data-end=\"1426\"><strong data-start=\"1119\" data-end=\"1125\">4.<\/strong> SAYED, A. et al. <em data-start=\"1143\" data-end=\"1346\">The prospective association of serum insulin-like growth factor I (IGF-I) and IGF-binding protein-1 levels with all-cause and cardiovascular disease mortality in older adults: the Rancho Bernardo Study<\/em>. <strong data-start=\"1348\" data-end=\"1394\">Journal of the American Geriatrics Society<\/strong>, v. 60, n. 4, p. 652-658, 2012.<\/p>\n<hr data-start=\"1428\" data-end=\"1431\" \/>\n<p data-start=\"1433\" data-end=\"1628\"><strong data-start=\"1433\" data-end=\"1439\">5.<\/strong> RUDMAN, D. et al. <em data-start=\"1458\" data-end=\"1516\">Effects of human growth hormone in men over 60 years old<\/em>. <strong data-start=\"1518\" data-end=\"1553\">New England Journal of Medicine<\/strong>, v. 323, n. 1, p. 1-6, 1990.<br data-start=\"1582\" data-end=\"1585\" \/><a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"1585\" data-end=\"1628\">https:\/\/doi.org\/10.1056\/NEJM199007053230101<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"1630\" data-end=\"1633\" \/>\n<p data-start=\"1635\" data-end=\"1844\"><strong data-start=\"1635\" data-end=\"1641\">6.<\/strong> BENNETT, R. M. et al. <em data-start=\"1664\" data-end=\"1777\">Growth hormone treatment for sustained pain reduction and improvement in quality of life in severe fibromyalgia<\/em>. <strong data-start=\"1779\" data-end=\"1810\">Annals of Internal Medicine<\/strong>, v. 137, n. 10, p. 781-789, 2002.<\/p>\n<hr data-start=\"1846\" data-end=\"1849\" \/>\n<p data-start=\"1851\" data-end=\"2116\"><strong data-start=\"1851\" data-end=\"1857\">7.<\/strong> KUHNE, F. et al. <em data-start=\"1875\" data-end=\"2055\">Effects of growth hormone therapy on bone density and fracture risk in age-related osteoporosis in the absence of growth hormone deficiency: a systematic review and meta-analysis<\/em>. <strong data-start=\"2057\" data-end=\"2087\">Osteoporosis International<\/strong>, v. 27, n. 1, p. 1-14, 2016.<\/p>\n<hr data-start=\"2118\" data-end=\"2121\" \/>\n<p data-start=\"2123\" data-end=\"2311\"><strong data-start=\"2123\" data-end=\"2129\">8.<\/strong> MOLLER, N.; JORGENSEN, J. O. L. <em data-start=\"2162\" data-end=\"2244\">Effects of growth hormone on glucose metabolism and insulin resistance in humans<\/em>. <strong data-start=\"2246\" data-end=\"2279\">Growth Hormone &amp; IGF Research<\/strong>, v. 19, n. 5, p. 456-464, 2009.<\/p>\n<hr data-start=\"2313\" data-end=\"2316\" \/>\n<p data-start=\"2318\" data-end=\"2551\"><strong data-start=\"2318\" data-end=\"2324\">9.<\/strong> SAVAGE, M. O. et al. <em data-start=\"2346\" data-end=\"2412\">Long-term safety of growth hormone: a combined registry analysis<\/em>. <strong data-start=\"2414\" data-end=\"2451\">European Journal of Endocrinology<\/strong>, v. 174, n. 5, p. 681-691, 2016.<br data-start=\"2484\" data-end=\"2487\" \/>Dispon\u00edvel em: <a class=\"decorated-link\" href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC5348436\/\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2502\" data-end=\"2551\">https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC5348436\/<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"2553\" data-end=\"2556\" \/>\n<p data-start=\"2558\" data-end=\"2710\"><strong data-start=\"2558\" data-end=\"2565\">10.<\/strong> SHALET, S. M.; BRENNAND, B. M.; REDDINGIUS, R. E. <em data-start=\"2616\" data-end=\"2655\">Growth hormone therapy and malignancy<\/em>. <strong data-start=\"2657\" data-end=\"2677\">Hormone Research<\/strong>, v. 48, supl. 4, p. 29-32, 1997.<\/p>\n<hr data-start=\"2712\" data-end=\"2715\" \/>\n<p data-start=\"2717\" data-end=\"2937\"><strong data-start=\"2717\" data-end=\"2724\">11.<\/strong> GROWTH HORMONE RESEARCH SOCIETY. <em data-start=\"2758\" data-end=\"2806\">Safety of growth hormone replacement in adults<\/em>. <strong data-start=\"2808\" data-end=\"2862\">The Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism<\/strong>, v. 86, n. 5, p. 1868-1870, 2001.<br data-start=\"2896\" data-end=\"2899\" \/><a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"2899\" data-end=\"2937\">https:\/\/doi.org\/10.1210\/jcem.86.5.7475<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"2939\" data-end=\"2942\" \/>\n<p data-start=\"2944\" data-end=\"3093\"><strong data-start=\"2944\" data-end=\"2951\">12.<\/strong> SCACCHI, M.; PINCELLI, A. I.; CAVAGNINI, F. <em data-start=\"2996\" data-end=\"3023\">Growth hormone in obesity<\/em>. <strong data-start=\"3025\" data-end=\"3061\">International Journal of Obesity<\/strong>, v. 23, n. 3, p. 260-271, 1999.<\/p>\n<hr data-start=\"3095\" data-end=\"3098\" \/>\n<p data-start=\"3100\" data-end=\"3266\"><strong data-start=\"3100\" data-end=\"3107\">13.<\/strong> LEE, P.; HO, K. K. Y. <em data-start=\"3130\" data-end=\"3193\">Growth hormone supplementation: a silver lining for the aged?<\/em> <strong data-start=\"3194\" data-end=\"3234\">Trends in Endocrinology &amp; Metabolism<\/strong>, v. 22, n. 9, p. 348-355, 2011.<\/p>\n<hr data-start=\"3268\" data-end=\"3271\" \/>\n<p data-start=\"3273\" data-end=\"3501\"><strong data-start=\"3273\" data-end=\"3280\">14.<\/strong> RICHELSEN, B. et al. <em data-start=\"3302\" data-end=\"3430\">Growth hormone treatment of obese women for 5 weeks: effect on body composition and adipose tissue lipoprotein lipase activity<\/em>. <strong data-start=\"3432\" data-end=\"3466\">American Journal of Physiology<\/strong>, v. 266, n. 2, p. E211-E216, 1994.<\/p>\n<hr data-start=\"3503\" data-end=\"3506\" \/>\n<p data-start=\"3508\" data-end=\"3827\"><strong data-start=\"3508\" data-end=\"3515\">15.<\/strong> SALOMON, F.; CUNEO, R. C.; HESP, R.; S\u00d6NKSEN, P. H. <em data-start=\"3568\" data-end=\"3708\">The effects of treatment with recombinant human growth hormone on body composition and metabolism in adults with growth hormone deficiency<\/em>. <strong data-start=\"3710\" data-end=\"3745\">New England Journal of Medicine<\/strong>, v. 321, n. 26, p. 1797-1803, 1989.<br data-start=\"3781\" data-end=\"3784\" \/><a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"3784\" data-end=\"3827\">https:\/\/doi.org\/10.1056\/NEJM198912283212605<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"3829\" data-end=\"3832\" \/>\n<p data-start=\"3834\" data-end=\"4146\"><strong data-start=\"3834\" data-end=\"3841\">16.<\/strong> KRANTZ, E.; TRIMPOU, P.; LANDIN-WILHELMSEN, K. <em data-start=\"3889\" data-end=\"4016\">Effect of growth hormone treatment on fractures and quality of life in postmenopausal osteoporosis: a 10-year follow-up study<\/em>. <strong data-start=\"4018\" data-end=\"4072\">The Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism<\/strong>, v. 100, n. 9, p. 3251-3259, 2015.<br data-start=\"4107\" data-end=\"4110\" \/><a class=\"decorated-link cursor-pointer\" target=\"_new\" rel=\"noopener\" data-start=\"4110\" data-end=\"4146\">https:\/\/doi.org\/10.1210\/jc.2015-1757<\/a><\/p>\n<hr data-start=\"4148\" data-end=\"4151\" \/>\n<p data-start=\"4153\" data-end=\"4393\"><strong data-start=\"4153\" data-end=\"4160\">17.<\/strong> YUEN, K. C. J.; HEANEY, A. P.; POPOVIC, V. <em data-start=\"4204\" data-end=\"4321\">Considering GH replacement for GH-deficient adults with a previous history of cancer: a conundrum for the clinician<\/em>. <strong data-start=\"4323\" data-end=\"4360\">European Journal of Endocrinology<\/strong>, v. 164, n. 6, p. 893-902, 2011.<\/p>\n<p data-start=\"4153\" data-end=\"4393\">_____________________________________________________________________________________<\/p>\n<h3 data-start=\"4153\" data-end=\"4393\">Principais artigos recentes sobre GH e envelhecimento<\/h3>\n<h3 data-start=\"4153\" data-end=\"4393\"><strong><span style=\"font-size: 16px;\">Abaixo est\u00e3o alguns dos trabalhos mais recentes e influentes relacionando horm\u00f4nio do crescimento (GH) e envelhecimento, com foco em revis\u00f5es amplas e estudos cl\u00ednicos.<\/span><\/strong><\/h3>\n<figure class=\"wp-block-image\">\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\">Revis\u00f5es e \u201cposition statements\u201d mais atuais<\/span><\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Tipo \/ Foco<\/th>\n<th>Achados principais<\/th>\n<th>Ano \/ Peri\u00f3dico<\/th>\n<th>Cita\u00e7\u00f5es<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Revis\u00e3o cl\u00ednica de GH e envelhecimento<\/td>\n<td>Resume mecanismos de GH\/IGF\u20111 no envelhecimento, ensaios cl\u00ednicos, benef\u00edcios (massa magra, gordura, \u00f3sseo) e efeitos adversos; conclui que seguran\u00e7a e efic\u00e1cia de longo prazo como terapia anti\u2011aging permanecem incertas (Fern\u00e1ndez-Garza et al., 2025)<\/td>\n<td>2025, Frontiers in Aging<\/td>\n<td>(Fern\u00e1ndez-Garza et al., 2025)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Revis\u00e3o sobre GHRH\u2013GH\u2013IGF\u20111 e terapias GHRH<\/td>\n<td>Detalha queda de GHRH\/GH com a idade e compara reposi\u00e7\u00e3o com GH vs. agonistas de GHRH; destaca que GHRH pode melhorar composi\u00e7\u00e3o corporal, for\u00e7a, cogni\u00e7\u00e3o e CV com possivelmente menos riscos que GH direto (Oikonomakos et al., 2025)<\/td>\n<td>2025, Hormone and Metabolic Research<\/td>\n<td>(Oikonomakos et al., 2025)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Scientific Statement da Endocrine Society (horm\u00f4nios e envelhecimento)<\/td>\n<td>S\u00edntese de dados observacionais e ensaios com GH\/rhGH em idosos; pequenas melhoras em composi\u00e7\u00e3o corporal \u00e0 custa de mais eventos adversos (edema, artropatia, s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo, piora de glicemia). Conclui que rhGH <strong>n\u00e3o pode ser recomendado<\/strong> como terapia anti\u2011envelhecimento (Cappola et al., 2023)<\/td>\n<td>2023, JCEM<\/td>\n<td>(Cappola et al., 2023)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Revis\u00e3o mecanismos de envelhecimento: GH\u2013IGF\u20111, restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica, metformina<\/td>\n<td>Mostra que supress\u00e3o do eixo GH\u2013IGF\u20111 e restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica prolongam vida em modelos animais; discute sobreposi\u00e7\u00e3o de vias com metformina (Khan et al., 2023)<\/td>\n<td>2023, Lancet Diabetes &amp; Endocrinology<\/td>\n<td>(Khan et al., 2023)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Revis\u00e3o GH e envelhecimento (foco endocrinol\u00f3gico)<\/td>\n<td>Resume \u201csomatopausa\u201d, dados de animais (GH baixo = maior longevidade) vs. humanos (longevidade n\u00e3o aumenta em GHD, mas h\u00e1 redu\u00e7\u00e3o de algumas DCV\/cr\u00f4nicas); destaca controv\u00e9rsia do uso de GH em idosos sem defici\u00eancia cl\u00e1ssica (Bartke, 2020; Hage &amp; Salvatori, 2022)<\/td>\n<td>2020\u20132022, Reviews in Endocrine &amp; Metab. Disorders; Endocrinol. Metab. Clin. N. Am.<\/td>\n<td>(Bartke, 2020; Hage &amp; Salvatori, 2022)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Figure 1:<\/strong> Principais revis\u00f5es recentes sobre GH e envelhecimento.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #0000ff;\">Estudos e consensos cl\u00ednicos recentes<\/span><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Revis\u00e3o sistem\u00e1tica em idosos com comorbidades (RCTs com GH)<\/strong><br \/>\nOito ensaios randomizados em &gt;65 anos com osteoporose, fragilidade, IC cr\u00f4nica, fratura de quadril, ALS e hemodi\u00e1lise: benef\u00edcios modestos em composi\u00e7\u00e3o corporal, funcionalidade e qualidade de vida; efeitos adversos geralmente leves e dose\u2011dependentes. Autores sugerem poss\u00edvel utilidade em subgrupos bem selecionados, mas evid\u00eancia ainda limitada (Tausendfreund et al., 2024<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Pequeno estudo piloto em homens de meia\u2011idade usando combina\u00e7\u00e3o GH + DHEA + metformina relatou restaura\u00e7\u00e3o t\u00edmica e redu\u00e7\u00e3o de idade epigen\u00e9tica, mas \u00e9 amostra muito pequena e n\u00e3o resolve a controv\u00e9rsia sobre GH como agente \u201crejuvenescedor\u201d (Bartke et al., 2021; Xing et al., 2023).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>References<\/h2>\n<p>Fern\u00e1ndez-Garza, L., Guillen-Silva, F., Sotelo-Ibarra, M., Dom\u00ednguez-Mendoza, A., Barrera-Barrera, S., &amp; Barrera-Salda\u00f1a, H. (2025). Growth hormone and aging: a clinical review. <em>Frontiers in Aging<\/em>, 6. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3389\/fragi.2025.1549453\">https:\/\/doi.org\/10.3389\/fragi.2025.1549453<\/a><\/p>\n<p>Bartke, A. (2020). Growth hormone and aging. <em>Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders<\/em>, 22, 71-80. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11154-020-09593-2\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11154-020-09593-2<\/a><\/p>\n<p>Bartke, A., Hascup, E., Hascup, K., &amp; Masternak, M. (2021). Growth Hormone and Aging: New Findings. <em>The World Journal of Men&#8217;s Health<\/em>, 39, 454 &#8211; 465. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.5534\/wjmh.200201\">https:\/\/doi.org\/10.5534\/wjmh.200201<\/a><\/p>\n<p>Oikonomakos, I., Siow, R., Bornstein, S., &amp; Steenblock, C. (2025). The Role of Growth Hormone-Releasing Hormone and the Hypothalamic\u2013Pituitary\u2013Somatotropic Axis in Aging: Potential Therapeutic Applications and Risks. <em>Hormone and Metabolic Research<\/em>. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1055\/a-2641-1207\">https:\/\/doi.org\/10.1055\/a-2641-1207<\/a><\/p>\n<p>Hage, C., &amp; Salvatori, R. (2022). Growth Hormone and Aging.. <em>Endocrinology and metabolism clinics of North America<\/em>, 52 2, 245-257. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ecl.2022.10.003\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ecl.2022.10.003<\/a><\/p>\n<p>Cappola, A., Auchus, R., Fuleihan, G., Handelsman, D., Kalyani, R., McClung, M., Stuenkel, C., Thorner, M., &amp; Verbalis, J. (2023). Hormones and Aging: An Endocrine Society Scientific Statement.. <em>The Journal of clinical endocrinology and metabolism<\/em>. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1210\/clinem\/dgad225\">https:\/\/doi.org\/10.1210\/clinem\/dgad225<\/a><\/p>\n<p>(2025). [Expert consensus on the treatment of aging related to growth hormone deficiency].. <em>Zhonghua yi xue za zhi<\/em>, 105 25, 2072-2082. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3760\/cma.j.cn112137-20250307-00555\">https:\/\/doi.org\/10.3760\/cma.j.cn112137-20250307-00555<\/a><\/p>\n<p>List, E., Basu, R., Duran-Ortiz, S., Krejsa, J., &amp; Jensen, E. (2020). Mouse models of growth hormone deficiency. <em>Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders<\/em>, 22, 3-16. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11154-020-09601-5\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11154-020-09601-5<\/a><\/p>\n<p>Dixit, M., Poudel, S., &amp; Yakar, S. (2020). Effects of GH\/IGF axis on bone and cartilage. <em>Molecular and Cellular Endocrinology<\/em>, 519. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.mce.2020.111052\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.mce.2020.111052<\/a><\/p>\n<p>Khan, J., Pernicova, I., Nisar, K., &amp; Korbonits, M. (2023). Mechanisms of ageing: growth hormone, dietary restriction, and metformin.. <em>The lancet. Diabetes &amp; endocrinology<\/em>. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/s2213-8587(23)00001-3\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/s2213-8587(23)00001-3<\/a><\/p>\n<p>Werner, H., &amp; Laron, Z. (2023). Insulin-like growth factors and aging: lessons from Laron syndrome. <em>Frontiers in Endocrinology<\/em>, 14. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2023.1291812\">https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2023.1291812<\/a><\/p>\n<p>Xing, Y., Xuan, F., Wang, K., &amp; Zhang, H. (2023). Aging under endocrine hormone regulation. <em>Frontiers in Endocrinology<\/em>, 14. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2023.1223529\">https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2023.1223529<\/a><\/p>\n<p>Tausendfreund, O., Bidlingmaier, M., Martini, S., M\u00fcller, K., Rippl, M., Schilbach, K., Schmidmaier, R., &amp; Drey, M. (2024). 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Unveiling ceramide dynamics: Shedding light on healthy aging in growth hormone\u2010releasing hormone knockout mice. <em>Aging Cell<\/em>, 23. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/acel.14226\">https:\/\/doi.org\/10.1111\/acel.14226<\/a><\/p>\n<p>Chesnokova, V., Zonis, S., Ainsworth, R., Apaydin, T., Valencia, C., Greiner, E., Barrett, R., Kettenbach, A., &amp; Melmed, S. (2025). Local Growth Hormone Facilitates Aging of the Colon Epithelial Microenvironment. <em>Aging Cell<\/em>, 24. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/acel.70187\">https:\/\/doi.org\/10.1111\/acel.70187<\/a><\/p>\n<p>Singh, P., Gautam, A., Trujillo, M., Galligan, J., Hensley, L., Kapahi, P., &amp; Bartke, A. (2025). Growth Hormone Excess Drives Liver Aging via increased Glycation stress. <em>bioRxiv<\/em>. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1101\/2025.01.06.631635\">https:\/\/doi.org\/10.1101\/2025.01.06.631635<\/a><\/p>\n<p>Scarano, E., Riccio, E., Somma, T., Arianna, R., Romano, F., Di Benedetto, E., De Alteriis, G., Colao, A., &amp; Di Somma, C. (2021). Impact of Long-Term Growth Hormone Replacement Therapy on Metabolic and Cardiovascular Parameters in Adult Growth Hormone Deficiency: Comparison Between Adult and Elderly Patients. <em>Frontiers in Endocrinology<\/em>, 12. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2021.635983\">https:\/\/doi.org\/10.3389\/fendo.2021.635983<\/a><\/p>\n<p><img alt=\"\" \/><\/figure>\n<p><!-- \/wp:image --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&amp;nbsp; O horm\u00f4nio do crescimento ou somatropina,\u00a0 tamb\u00e9m\u00a0 conhecido pela sigla de Gh ( Growth Hormone)\u00a0 \u00e9 um horm\u00f4nio formado por um pept\u00eddeo de cadeia simples e secretado por uma gl\u00e2ndula, pequena como um gr\u00e3o de feij\u00e3o localizada na parte inferior do c\u00e9rebro, chamada hip\u00f3fise. 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