Atualizado em: 19/06/2017

A alimentação pode ser considerada como um dos fatores comportamentais que mais influencia a qualidade de vida das pessoas. Nossa conduta adequada diante da alimentação fez-se necessária, pois os hábitos alimentares e o estilo de vida, nos últimos 40 anos, passaram por diversas modificações, sobrecarregando os diferentes sistemas do organismo.

A ingestão do alimento não garante que seus nutrientes estarão biodisponíveis para serem utilizados pelas células. Neste contexto, o intestinos são órgãos de vital importância no nosso corpo. Funcionam como filtros, capazes de permitir ou barrar a entrada de nutrientes necessários ao organismo e de substâncias prejudiciais para a nossa saúde. É preciso nutrir o organismo adequadamente, isto é, ter uma ingestão adequada de alimentos, em quantidade e qualidade, afim de que nosso organismo receba todos os nutrientes essenciais ao seu bom funcionamento e ainda garantir que estes alimentos sejam bem digeridos, absorvidos e utilizados. Este processo é fundamental para determinar o melhor estado físico, mental e emocional.

O trato gastrintestinal (TGI) abriga um superorganismo chamado microbiota intestinal (flora intestinal), que é conhecida por desempenhar um papel crucial na digestão e também no desenvolvimento de diversas doenças. O trato gastrintestinal humano contém mais de 10 trilhões de bactérias, abrangendo mais de 500 espécies diferentes. Uma das principais funções da mucosa intestinal é sua atividade de barreira, que impede as moléculas ou microrganismos antigênicos ou patógenos de entrarem na circulação sistêmica.

O intestino humano representa o maior órgão linfoide do corpo, desta forma ele é responsável por diversas reações imunológicas, devido a presença de anticorpos, como a imunoglobulina A secretora e outras várias células imunocompetentes. A integridade intestinal está ligada a um equilíbrio das bactérias intestinais e à nutrição saudável de enterócitos e colonócitos, que são células da mucosa intestinal.

permeabilidade intestinal

Disbiose e sistema imunológico

A presença destas bactérias é essencial para o metabolismo, a proteção contra agentes patogênicos e de maturação do sistema imunológico. Em contrapartida, o sistema imune determina a composição da microbiota. Composição microbiana alterada pela disbiose tem sido correlacionada com numerosas doenças em seres humanos, devido à redução da imunidade de acordo com artigo publicado no American Jourmal of Transplantation, por pesquisadores do Departamento de Medicina, da Universidade de Chicago.

Outro grupo de pesquisadores, da Escola de Medicina da Universidade de Keio em Tókio, relataram que as composição da microbiota intestinal desregulada ou disbiose, pode ser associada com as causas fundamentais da Doença Inflamatória do Intestino (DII) e que a depressão no sistema imunitário intrínseco é um efeito, não uma causa, da DII.

Se as paredes intestinais estiverem prejudicadas pode ocorrer um desequilíbrio entre as bactérias protetoras e agressoras do intestino, originando a disbiose intestinal, um distúrbio que pode acarretar , desconforto abdominal , inchaço abdominal , sobrepeso, desnutrição e até o surgimento de outras doenças mais graves, devido a alterações do sistema imunológico, como:

  • câncer
  • esofagite
  • infecções urinárias
  • doenças auto imunes com tioidite Haschimoto , Lupus, artrite reumatóide,
  • depressão, ansiedade, síndrome do Pânico e outros transtornos psíquicos tendo em vista que 90% da serotonina e 50% da dopamina do organismo são produzidas pelo intestino e se comunica com o cérebro pelo sistema nervoso entérico.

Entre as possíveis causas da disbiose estão:

  • uso indiscriminado de antibióticos, que matam tanto as bactérias boas assim como as nocivas
  • uso de antiinflamatórios hormonais e não-hormonais
  • abuso de laxantes, o consumo excessivo de alimentos processados em detrimento de alimentos crus
  • a idade
  • o estresse
  • disponibilidade de material fermentável
  • o pH intestinal
  • estado imunitário do hospedeiro.
  • Alérgenos alimentares
  • Uso crônico de inibidores da bomba de prótons – alteram o pH do estaomago o qual tem que ser ácido. Exemplo: omeprazol
  • Açucares , frutose em excesso e farinha de trigo

Pode ainda estar associada a outros fatores alimentares, dieta com excesso de proteína, gordura ou carboidrato (uma grande ingestão de carboidrato leva a maior fermentação pelas bactérias no intestino grosso), ou com baixo teor de fibras ou ainda carência de vitaminas. A disbiose inibe a formação de vitaminas produzidas no intestino, como a B12 e permite o crescimento de fungos e bactérias capazes de afetar o funcionamento do organismo, alterando a microbiota intestinal.

bacs

Disbiose e humor

A saúde mental está intimamente ligada à saúde física. A depressão por exemplo, é altamente prevalente em todo o mundo e uma importante causa de incapacidade individual. A depressão pode ter várias causas, podendo ser uma delas a disbiose, de acordo com os cientistas. Em um artigo publicado na Inflammopharmacology no mês passado, pesquisadores do Medlab, em Sydney, Australia afirmam que a microbiota no trato gastrintestinal está implícita como participante importante na melhoria das condições adversas de humor, através das diversas atividades metabólicas exercidas por bactérias benéficas vivas (probióticos) como tratamento adjuvante destas desordens.

Tratamento da disbiose

O tratamento da disbiose abrange duas linhas, uma dietética, por meio da ingestão de alimentos funcionais, que beneficiam a constituição da microbiota intestinal, e outra usando medicamentos. Os alimentos funcionais que estão relacionados à melhora e à manutenção da microbiota são os probióticos, os prebióticos e os simbióticos. Evidências têm demonstrado que os alimentos probióticos e prebióticos modulam positivamente a composição e a atividade da microbiota intestinal, com consequentes efeitos benéficos sobre a saúde, como o restabelecimento do equilíbrio destes microrganismos, estímulo ao sistema imune, com fortes indícios de que inibam, ainda, atividade carcinogênica.

Os Probióticos

Se constituem de produtos lácteos, fermentados ou não, que apresentam em sua composição microrganismos vivos que promovem o equilíbrio da microbiota intestinal de indivíduos que os consomem. Esses microrganismos geralmente são provenientes de mono ou múltiplas culturas, representadas principalmente por Lactobacillus, Bifidobacterium, Enterococcus e Streptococcus. Os probióticos atuam no organismo principalmente ao inibir a colonização intestinal por bactérias patogênicas, podendo reduzi-las por produção de substâncias bactericidas, competição por nutrientes e por adesão à mucosa. Ao citar os mecanismos de ação das bactérias probióticas, pode-se destacar também, o estímulo ao sistema imune, que ocorre por meio do aumento dos níveis de anticorpos e ativação dos macrófagos, proliferação de células T e produção de interferon. Os produtos com probióticos, que resistem ao processo de digestão e chegam intactos ao intestino, onde atuam de maneira positiva podem ajudar a reduzir os gases, intestino preguiçoso ou diarreia. Consumidos com regularidade e em doses adequadas, eles ainda reforçam o sistema imunitário, aumentam a absorção do cálcio, reduzem o colesterol ruim e protegem o estômago.Entre os efeitos benéficos que os probióticos proporcionam constam o antagonismo aos agentes patogênicos intestinais, o efeito de barreira da microbiota e a modulação das funções imunes. Estas bactérias estabilizam a microbiota intestinal normal, sendo fundamental para o bom funcionamento do sistema imunológico, melhorando as funções metabólicas do organismo e prevenindo o surgimento de doenças. Estudos indicam que eles ainda podem além de beneficiar o sistema imunitário, aliviar dores musculares, problemas de estômago, doenças crônicas, entre outros. Especialistas ainda recomendam seu consumo para auxiliar o processo de absorção de nutrientes.

O iogurte NATURAL ou a COALHADA é uma excelente fonte de prebióticos pro conta da fermentação do leite. Além disso, nutrientes importantes para a saúde, como potássio, fósforo, vitaminas A, B6 e B12, riboflavina, ácido fólico e niacina. Ele possui 10 vezes mais ácido fólico do que o leite utilizado em sua elaboração, por conta da atividade das bactérias envolvidas na fermentação. É bom porque… em 100 g de iogurte integral temos 99 UI de vitamina A, a mesma quantidade que pode ser encontrada em três bananas. Em 100 g do iogurte integral há 95 mg de fósforo. Para ter a mesma quantidade desse mineral, vamos precisar de dois tomates grandes.

É interessante que você converse com seu médico sobre o uso de probióticos ao usar algum antibiótico. Os antibióticos, além de matarem as bactérias que estão causando infecções no seu corpo, acabam também matando as bactérias benéficas que vivem no seu intestino, deixando o seu corpo mais susceptível a ataques de organismos como o fungo da Candida, que pode crescer nos intestinos, boca, vagina, pulmões, ou debaixo das unhas. Um bom suplemento de probióticos nesse caso ajudará com a recuperação da flora intestinal.

Intestino – Nosso segundo cérebro

Sabemos o básico para manter um cérebro jovem e saudável: se alimentar corretamente, exercícios e ter uma boa noite de sono. Porém, a saúde do cerebral também é influenciada por uma fonte inesperada – o nosso segundo cérebro ou melhor, nosso intestino. Dentro das muralhas do nosso sistema digestivo temos bactérias que podem ajudar a moldar a nossa estrutura cerebral e influenciar nosso humor, comportamento e saúde mental, tais como a probabilidade de desenvolver doenças antes consideradas de origem cerebral. O intestino é capaz de comunicar com o cérebro através do nervo vago. Conhecido como o eixo intestino-cérebro, noventa por cento das fibras do Vago transportam informações do intestino para o cérebro. Esta comunicação acontece através de moléculas que são produzidas por bactérias do intestino que caso fiquem em desequilíbrio, isto é predomínio de más bactérias em relação as boas ou melhor, disbiose, aumentam a chance de distúrbios psiquiátricos e neurológicos, tais como o autismo, a ansiedade, depressão, Alzheimer e doença de Parkinson. Fiquem de olho, se atentem mais no que estão colocando no seu intestino.

pro e pre

Os Prebióticos

São utilizados, diferentemente de probióticos, para designar ingredientes alimentares não digeríveis que beneficiam o hospedeiro por estimular seletivamente o crescimento e/ou a atividade de um número limitado de espécies bacterianas no cólon, sendo capaz de alterar a microbiota intestinal para uma microbiota bacteriana saudável. São carboidratos complexos (considerados fibras), resistentes às ações das enzimas salivares e intestinais, não sendo digeridos e absorvidos no trato gastrintestinal e são fermentados por certas bactérias do cólon. Em consequência, estimulam o crescimento de bifidobactérias e lactobacilos, modificando favoravelmente a composição da microbiota intestinal e/ou estimulando a atividade metabólica destas bactérias. Os prebióticos alteram o trânsito intestinal, reduzindo metabólitos tóxicos, e previnem a diarreia e a obstipação intestinal. Os principais prebióticos são os frutooligossacarídeos (FOS) e a inulina. A eficácia clínica dos FOS vem sendo demonstrada em vários estudos. Os FOS estimulam seletivamente o crescimento de bactérias benéficas, inclusive Lactobacillus e Bifidobacterium, reduzindo as bactérias patogênicas, tais como Salmonella e Clostridium no trato gastrintestinal. A inulina, ao alcançar o cólon, mostra um efeito estimulante preferencial nos números de bifidobactérias.

A combinação dos prebióticos com os probióticos forma os simbióticos, constituindo assim um fator multiplicativo no qual a ação é realizada com maior eficiência. Essa junção geralmente contém um componente prebiótico que favorece o efeito do probiótico associado. Entre os alimentos simbióticos pode-se exemplificar os que são compostos por: Bifidobactérias com galactooligossacarídeo e com frutooligossacarídeo e o Lactobacillus com lactitol. Os simbióticos podem melhorar a implantação e a sobrevivência de microrganismos ofertados, além de promover o equilíbrio dos microrganismos que compõem a microbiota, levando a efeitos benéficos para o organismo hospedeiro. Na medida em que os simbióticos melhoram o bolo fecal, há diminuição da absorção de glicose e aumento da eliminação de colesterol, ajudando a evitar doenças coronarianas. Os simbióticos também regeneram a mucosa intestinal, o que pode evitar a formação do câncer, e diminuir a incidência de infecções sistêmicas.

Seu intestino está deixando você deprimido ou ansioso?

As bactérias intestinais podem afetar como nos sentimos. Quem saberia que a próxima fronteira no bem-estar mental nos levaria direto ao banheiro? Acontece que “sentimento intestinal” é mais do que apenas um nome fantasia para a intuição. Nosso intestino delgado e grosso, e os trilhões de bactérias que o chamam de lar, são mais importantes do que nunca imaginamos para influenciar nosso humor, nossa ansiedade, nossas escolhas e até mesmo nossas personalidades.

O relacionamento mente-intestino vai nos dois sentidos

Nós já sabemos que o sentimento de ansiedade afeta nossas entranhas. A ansiedade nos fazer correr para o banheiro, nos deixa enjoados, e geralmente faz com que nossas “tripas dê um nó”. Da mesma forma, quando você está deprimido, tudo para em seus trajetos, resultando em constipação. Mas enquanto é intuitivo que ansiedade e depressão afetam o intestino, mostra que o intestino também podem causar ansiedade e depressão. Em um estudo de pesquisadores da UCLA, um grupo de mulheres saudáveis comeram iogurte fortificado com probióticos duas vezes por dia durante quatro semanas. Um segundo grupo comeu um produto de leite não-probiótico, e um terceiro grupo comeu sua dieta regular. Após as quatro semanas, todas foram submetidas a um scanner de cérebro para medir a resposta de cerebral. O grupo probiótico mostrou um funcionamento cerebral significativamente diferente, tanto em repouso quanto em resposta a uma tarefa de reconhecimento emocional.

Seu intestino pode afetar sua personalidade.

Em outro estudo, um grupo na Universidade de McMaster usou dois grupos de camundongos experimentais, cada grupo criado para determinadas características comportamentais. Uma cepa era mais tímida e assustada – você poderia até mesmo dizer que os camundongos eram introvertidos. A outra era mais sociável e ousada – você poderia chamá-los de extrovertidos. Mas não por muito. Os pesquisadores eliminaram todas as bactérias intestinais de ambas as cepas de camundongos com antibióticos e, em seguida, alimentaram cada grupo com as bactérias intestinais da linhagem de rato oposta. O que aconteceu? Comportamentalmente, trocaram de personalidades. Os camundongos tímidos tornaram-se extrovertidos, os camundongos extrovertidos tornaram-se tímidos.

O intestino pode conduzir nossas escolhas alimentares.

Há uma teoria de que seus desejos alimentares podem realmente ser causados por suas bactérias intestinais. Aparentemente, há uma multidão de trilhões lá que realmente gosta de cupcakes de chocolate, bacon, queijo, ou o que quer que seja sua bactéria específica goste. A teoria é a seguinte: quando comemos os alimentos que nossas bactérias querem, eles produzem partículas que são pequenas o suficiente para atravessar a barreira hematoencefálica, como a tirosina ou o triptofano, que se convertem em dopamina e serotonina no cérebro e que ambas impactam o humor e reforçam as escolhas alimentares.

Bem, nós sabemos que é difícil mudar seu coquetel de microbiota intestinal. Mas o que pode ser mudado são os metabólitos das bactérias – os produtos produzidos pelas bactérias intestinais. E para fazer isso, você muda o que você está usando para alimentá-las. Como fazer isso? O Dr. Emeran Mayer, co-diretor do Centro de Pesquisa de Doenças Digestivas na UCLA, recomenda o seguinte em seu excelente livro, The Mind-Gut Connection .

Coma uma dieta rica em plantas. Evite alimentos processados e aditivos alimentares, como emulsificantes que interrompem o seu revestimento intestinal, edulcorantes artificiais e que alteram o seu metabolismo. Reduza o estresse, o que afeta tanto a composição quanto a atividade de suas bactérias intestinais.

Outra recomendação para intestinos saudáveis inclui comer alimentos fermentados como kimchi, missô, kombucha, kefir e o velho e bom iogurte, para manter a diversidade de sua flora intestinal.

Ingestão de uma cepa de Lactobacillus regula o comportamento emocional e expressão dos receptores GABAérgicos no SNC de camundongo, através do nervo vago.

Há cada vez mais, mas em grande parte indiretas, provas que apontam para um efeito da microbiota intestinal sobre o sistema nervoso central (SNC). No entanto, não se sabe se bactérias anaeróbias, tais como Lactobacillus rhamnosus poderiam ter um efeito direto sobre receptores de neurotransmissores no sistema nervoso central em animais saudáveis. O GABA é o principal neurotransmissor inibidor do SNC e está significativamente envolvido na regulação de muitos processos fisiológicos e psicológicos. Alterações na expressão do receptor GABA central estão implicadas na patogênese da ansiedade e da depressão, que são altamente comórbidas com perturbações intestinais funcionais.

Neste trabalho, os pesquisadores demonstraram que o tratamento crônico com L. rhamnosus induziu alterações dependentes da região no RNAm do GABA no cérebro, com aumento nas regiões corticais e reduções concomitantes na expressão no hipocampo, amígdala e locus coeruleus, em comparação com camundongos alimentados com controle. Além disso, L. rhamnosus reduziu a expressão de mRNA GABA no córtex pré-frontal e amígdala, mas aumentou a expressão de GABA no hipocampo. Importante, L. rhamnosus reduziu a corticosterona induzida pelo estresse e ansiedade, relacionada à depressão comportamental. Além disso, os efeitos comportamentais neuroquímicos e não foram encontrados em camundongos vagotomizados, identificando o nervo vago como o principal constituinte modulador da via de comunicação entre as bactérias presentes no intestino e cérebro. Juntos, estes resultados destacam o papel importante das bactérias na comunicação bidirecional do eixo intestino-cérebro e sugerem que certos organismos podem vir a ser adjuntos terapêuticos úteis em transtornos relacionados ao estresse, como ansiedade e depressão.

Microbiota intestinal em Esclerose Múltipla

Um estudo piloto exploratório realizado por Cantarel do Instituto Baylor para Pesquisa em Imunologia em Dallas, Texas, além de colaboradores de outras Universidades estadunidenses, comparou bactérias intestinais em mulheres brancas saudáveis com ou sem esclerose múltipla recorrente-remitente que eram insuficientes para a vitamina D e avaliou a influência do acetato de glatirâmero (um imunomodulador indicado para redução de recaídas em esclerose múltipla) e do tratamento com vitamina D, sobre a microbiota. Os indivíduos recolheram fezes na linha de base e após 90 dias de suplementação de vitamina D 3 (5000 UI/d). A abundância de unidades taxonômicas operacionais foi avaliada por hibridação de 16S rRNA em um chip de DNA. Embora houvesse sobreposição de comunidades bacterianas intestinais, a abundância de algumas unidades taxonômicas operacionais, incluindo Faecalibacterium, foi menor nos pacientes com esclerose múltipla. Pacientes com esclerose múltipla tratados com acetato de glatirâmero mostraram diferenças na composição da comunidade em comparação com indivíduos não tratados, incluindo Bacteroidaceae, Faecalibacterium , Ruminococcus , Lactobacillaceae, Clostridium e outros Clostridiales. Comparado com os outros grupos, os pacientes não tratados com esclerose múltipla tiveram um aumento nos gêneros Akkermansia, Faecalibacterium e Coprococcus após suplementação com vitamina D.

Embora as comunidades bacterianas totais fossem semelhantes, unidades taxonômicas operacionais específicas diferiram entre controles saudáveis e pacientes com esclerose múltipla. A suplementação de acetato de glatirâmero e vitamina D foi associada a diferenças ou alterações na microbiota. Este estudo foi exploratório, e estudos maiores são necessários para confirmar esses resultados preliminares.

Treinando o intestino para atletas.

O trato gastrointestinal (TGI) desempenha um papel crítico na administração dos carboidratos e fluidos durante o exercício prolongado e portanto, pode ser um dos principais determinantes do desempenho. A incidência de problemas gastrointestinais em atletas participantes de eventos de resistência é alta, indicando que a função gastrointestinal nem sempre é ótima nessas condições. Um conjunto substancial de evidências sugere que o sistema gastrointestinal é altamente adaptável. Esvaziamento gástrico, bem como conforto do estômago pode ser “treinado” e percepções de plenitude diminuem; alguns estudos sugeriram que podem ocorrer aumentos de nutrientes específicos no esvaziamento gástrico. Evidências também mostram que a dieta tem um impacto sobre a capacidade do intestino em absorver nutrientes. Novamente, as adaptações que ocorrem parecem ser de nutrientes específicos. Por exemplo, Uma dieta rica em carboidratos aumentará a densidade de transportadores de glicose dependentes de sódio (SGLT1) no intestino, bem como a atividade do transportador, permitindo maior absorção e oxidação de carboidratos durante o exercício. Também é provável que, quando tais adaptações ocorrem, as chances de desenvolver distúrbios gastrointestinais são menores. Estudos futuros devem incluir estudos mais humanos e foco em uma série de áreas, incluindo os métodos mais eficazes para induzir adaptações intestino e o cronograma de adaptações. Para desenvolver estratégias eficazes, é importante uma melhor compreensão dos mecanismos exatos subjacentes a essas adaptações. É claro que o “treinamento nutricional” pode melhorar o esvaziamento e a absorção gástricos e provavelmente reduzir as chances e/ou a gravidade dos problemas gastrointestinais, melhorando assim o desempenho de resistência, bem como proporcionando uma melhor experiência para o atleta. O intestino é um órgão importante para os atletas de resistência e deve ser treinado para as condições em que será necessário para funcionar.

Microbioma infantil pode influenciar a ocorrência de diabetes tipo 1

Os fatores ambientais que comprometem a saúde do microbioma intestinal, tais como o uso generalizado de antibióticos, podem constituir a base de algumas das marcantes diferenças na prevalência de diabetes tipo 1 observadas entre populações vizinhas, dizem pesquisadores finlandeses. Crianças finlandesas têm um índice muito mais alto de diabetes tipo 1 do que crianças russas na Carélia, região fronteiriça da Finlândia, e uma série de estudos realizados no âmbito de doutorado, pelo Dr. Tommi Vatanen e colaboradores, indica que esta variação pode ser, ao menos em parte, causada por diferenças no microbioma intestinal.

O Dr. Vatanen, do Departamento de Ciência da Computação, Aalto University, Helsinki (Finlândia) e outros estudaram as alterações do microbioma pouco antes do aparecimento do diabetes tipo 1, e também investigaram o impacto do tratamento antimicrobiano no microbioma. Os resultados foram divulgados em quatro artigos publicados anteriormente, sobre quase 300 crianças na Finlândia, na Estônia e na Carélia russa, juntamente com dados de mais de 1.000 adultos holandeses. Agora o trabalho foi pela primeira vez articulado em conjunto e publicado on-line pela Aalto Yliopisto em 24 de março, como a tese de doutorado de Vatanen. “A composição da microflora no intestino das crianças foi extremamente diferente entre os recém-nascidos russos e finlandeses, explicou Vatanen em uma coletiva à imprensa na universidade de Aalto. “Os participantes finlandeses começaram a produzir os autoanticorpos do diabetes tipo 1, ou seja, os primeiros sinais da doença. As crianças russas não produziram autoanticorpos”. Para Vatanen, os achados destacam a importância do microbioma nos primeiros anos de desenvolvimento do sistema imunológico. Ele disse: “De certa forma, os micróbios intestinais ensinam o sistema imunológico. Se algo der errado tão cedo, as doenças autoimunes podem se tornar mais comuns”. Extraído do Medscape – maio de 2017

Lesões de vasos sanguíneos cerebrais ligadas a bactérias intestinais

As bactérias no intestino podem influenciar a estrutura dos vasos sanguíneos do cérebro, e podem ser responsáveis pela produção de malformações que podem levar a acidente vascular cerebral ou epilepsia, sugere uma nova pesquisa. O estudo acrescenta a uma imagem emergente que conecta a microbiota intestinais e distúrbios do sistema nervoso.

Estes são IRMs (imagens de ressonância magnética) de um paciente saudável (à esquerda) e um paciente com uma mutação que aumenta as malformações cavernosas cerebrais (direita). Essas lesões podem causar extravasamento de sangue no tecido.
Crédito: Foto cortesia de Kahn lab

Um estudo em camundongos e outro em seres humanos sugerem que as bactérias no intestino podem influenciar a estrutura dos vasos sanguíneos do cérebro, e podem ser responsáveis pela produção de malformações que podem levar a acidente vascular cerebral ou epilepsia. A pesquisa, publicada na Nature, se integra a um quadro emergente que conecta a microbiota intestinal com distúrbios do sistema nervoso. O estudo foi financiado pelo National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), uma parte do National Institutes of Health (NIH) dos EUA.

As malformações cavernosas cerebrais (CCMs) são aglomerados de vasos sanguíneos dilatados de paredes finas que podem levar a convulsões ou acidente vascular cerebral quando o sangue extravasa para o tecido cerebral circundante. Uma equipe de cientistas da Universidade da Pensilvânia investigou os mecanismos que causam lesões CCM em camundongos geneticamente modificados e descobriu uma ligação inesperada com as bactérias no intestino. Quando as bactérias foram eliminadas, o número de lesões foi muito diminuído. “Este estudo é excitante porque mostra que as mudanças dentro do corpo podem afetar a progressão de um distúrbio causado por uma mutação genética,” disse Jim I. Koenig, Ph.D., diretor do programa no NINDS.

Os pesquisadores estavam estudando um modelo bem estabelecido de camundongo que forma um número significativo de CCMs após a injeção de um fármaco para induzir a deleção do gene. No entanto, quando os animais foram transferidos para uma nova instalação, a frequência de formação de lesões diminuiu para quase zero. “Foi um mistério completo, de repente, nosso modelo de camundongo normalmente confiável já não estava formando as lesões que esperávamos”, disse Mark L. Kahn, MD, professor de medicina da Universidade da Pensilvânia, e autor sênior do estudo. “O que é interessante é que essa variabilidade na formação de lesões também é observada em seres humanos, onde pacientes com a mesma mutação genética frequentemente têm cursos de doença dramaticamente diferentes”.

Ao investigar a causa dessa súbita variabilidade, Alan Tang, um estudante graduado no laboratório do Dr. Kahn, notou que os poucos camundongos que continuaram a formar lesões tinham desenvolvido abscessos bacterianos em seus abdomes – infecções que provavelmente surgiram devido às injeções abdominais (Intra-Peritoniais ou IP) da droga. Os abscessos continham bactérias Gram-negativas, e quando infecções bacterianas semelhantes foram deliberadamente induzidas nos animais modelo CCM, cerca de metade deles desenvolveram CCMs significativos. “Os ratos que formaram CCMs também tiveram abscessos em seus baços, o que significava que as bactérias tinham entrado na corrente sanguínea a partir do local do abscesso inicial”, disse Tang. “Isso sugeriu uma conexão entre a propagação de um tipo específico de bactérias através da corrente sanguínea e a formação destas lesões vasculares no cérebro”.

A questão permaneceu sobre como bactérias no sangue poderiam influenciar o comportamento dos vasos sanguíneos no cérebro. As bactérias Gram-negativas produzem moléculas chamadas lipopolissacarídeos (LPS) que são potentes ativadores da sinalização imunológica inata. Quando os camundongos receberam apenas injeções de LPS, formaram numerosos CCMs grandes, semelhantes aos produzidos por infecção bacteriana. Por outro lado, quando o receptor de LPS, TLR4, foi geneticamente removido destes camundongos, deixaram de formar lesões de CCM. Os pesquisadores também descobriram que, nos seres humanos, mutações genéticas causando um aumento na expressão de TLR4 foram associados com um maior risco de formação CCMs. “Sabíamos que a formação de lesões poderia ser conduzida por bactérias Gram-negativas no corpo através da sinalização LPS”, disse Kahn. “Nossa pergunta seguinte era se nós poderíamos impedir lesões mudando as bactérias no corpo.”

Os pesquisadores exploraram mudanças nas bactérias do corpo (microbioma) de duas maneiras. Em primeiro lugar, os camundongos CCM recém-nascidos foram criados em habitação normal ou sob condições sem germes. Em segundo lugar, estes camundongos receberam uma dose de antibióticos para “recompor” o seu microbioma. Em ambas as condições, sem germes e após a administração de antibióticos, o número de lesões foi significativamente reduzido, indicando que tanto a quantidade e a qualidade do microbioma intestinal pode afetar a formação de CCMs. Finalmente, um fármaco que bloqueia especificamente TLR4 também produziu uma diminuição significativa na formação de lesão. Este fármaco foi testado em ensaios clínicos para o tratamento da sepse e estes achados sugerem um potencial terapêutico para o fármaco no tratamento de CCMs, embora mais investigações devam ser feitas. “Esses resultados são especialmente excitantes porque mostram que podemos tomar os achados no camundongoe e possivelmente aplicá-los na população de pacientes humanos”, disse Koenig. “O fármaco usado para bloquear TLR4 já foi testado em pacientes para outras condições, e pode mostrar potencial terapêutico no tratamento de CCMs, também necessitando de mais investigações”.

Kahn e seus colegas planejam continuar a estudar a relação entre o microbioma e a formação CCMs, particularmente no que se refere à doença humana. Embora tenham sido identificadas nos seres humanos mutações genéticas específicas que podem causar as CCMs, o tamanho e o número variam muito entre os pacientes com as mesmas mutações.  O grupo pretende testar a hipótese de que as diferenças nos microbiomas dos pacientes poderiam explicar essa variabilidade no número de lesões.

Para saber mais:

O que é Sepse

http://www.ilas.org.br/o-que-e-sepse.php

Referências

1- Shifts in microbiota species and fermentation products in a dietary model enriched in fat and sucrose.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25213025

2- Nutritional iron turned inside out: intestinal stress from a gut microbial perspective.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25205464

3- Environmental Risk Factors for Inflammatory Bowel Diseases: A Review.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25204669

4- Disbiose intestinal.

http://www.marcellabarradas.com.br/wp-content/uploads/ 2012/03/disbiose-intestinal.pdf

5- Uso de probiótcos na recuperação da flora intestinal.

http://www.nutricritical. com/core/files/figuras/file/TCC%20Carol.pdf

6- Benefícios dos probióticos à saúde humana.

http://bibliodigital.unijui.edu.br:8080/xmlui/bitstream/handle/123456789/527/Benef%C3%ADcios%20dos%20probi%C3%B3ticos%20%C3%A0%20sa%C3%BAde%20humana.Acad%C3%AAmica%20Laise%20Rocha.pdf?sequence=1

7- Probiotics normalize the gut-brain-microbiota axis in immunodeficient mice.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25190473

8- High-fat-diet-mediated dysbiosis promotes intestinal carcinogenesis independently of obesity.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25174708

9- Effect of commensals and probiotics on visceral sensitivity and pain in irritable bowel syndrome.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25184834

10- Probióticos e prebióticos: o estado da arte.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-93322006000100002

11- The Microbiota, the Immune System and the Allograft

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24840316

12- Diet, microbiota, and inflammatory bowel disease: lessons from Japanese foods.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25045286

13- The gastrointestinal tract microbiome, probiotics, and mood.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25266952

14 – Food For Thought: Gut Bacteria May Influence How The Mind Works, Affecting Mood And Behavior.

http://www.medicaldaily.com/food-thought-gut-bacteria-mood-behavior-379915

15 – Consumption of fermented milk product with probiotic modulates brain activity.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23474283

17 – Is Your Gut Making You Depressed or Anxious?

http://www.quickanddirtytips.com/health-fitness/mental-health/is-your-gut-making-you-depressed-or-anxious?utm_source=sciam&utm_campaign=sciam

18- Consumption of fermented milk product with probiotic modulates brain activity.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23474283

19- Hypothesis: Bacteria Control Host Appetites.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3554020/

20- Ingestion of Lactobacillus strain regulates emotional behavior and central GABA receptor expression in a mouse via the vagus nerve.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21876150

21- Training the Gut for Athletes

https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs40279-017-0690-6

22- Metagenomic analyses of the human gut microbiome reveal connections to the immune system

https://aaltodoc.aalto.fi/bitstream/handle/123456789/24763/isbn9789526073132.pdf?sequence=1&isAllowed=y

23- Microbioma infantil pode influenciar a ocorrência de diabetes tipo 1

http://portugues.medscape.com/verartigo/6501164

24- Brain blood vessel lesions tied to intestinal bacteria

https://www.sciencedaily.com/releases/2017/05/170518140232.htm

 

 

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Dr. Roberto Franco do Amaral Neto
Dr. Roberto Franco do Amaral Neto
Médico CRM: 111370

134 Comentários

  1. Aline disse:

    Texto muito explicativo. Obrigada!

  2. Jo Marques disse:

    Show!

  3. maria zuleide disse:

    Gostei muito, uma pergunta?
    esse tratamento tbem serve para quem tem sindrome do colon irritavel?
    na verdade, ja fiz de tudo mais continuo sofrendo muito com esse problema.

    obrigado!

  4. […] No momento em que limpei tudo através de uma dieta saudável, todos aqueles sintomas da disbiose intestinal (nt.: desequilíbrio entre bactérias benéficas e patogênicas influenciado pelo tipo de alimento […]

    • Amanda disse:

      Oi dr a um ano e meio fui diagnosticada com sem fiz vários exames e passaei, por vários médicos q dizem ser a síndrome do intestino irritado , mais no ano passado passei, muito mau com uma infecção intestinal tomei antibióticos e propioticos junto minhas vezes voltaram a ser normais com cor e formato,só q agora voltaram a ficarem amarelas mais não estou tendo diarreias mais gases e dores, dos lados e pélvica sei que é disbiose uso probióticos , devo usar prebióticos também , não vejo a hora d ficar boa e ter minha vida d voltar já emagreci 6 kl tudo q como fermenta o senhor , poder me indicar um médico funcional q atende no rio d janeiro, obrigado!

  5. Débora Coura disse:

    Onde encontrar simbióticos? Ingerir probioticos e prebióticos em forma de suplemento é tão eficaz quanto a alimentação?

  6. maismaismedicina.wordpress.com disse:

    Obrigado por permitir-nos a divulgação do seu artigo para os países de fala portuguesa.

  7. Nil disse:

    Dr,
    A Biomassa de banana verde, feita em casa, pode ser consumida diariamente e em caso positivo, ela pode ser uma alternativa para cuidarmos do intestino?

  8. Mónica disse:

    Vou contar o que me está a acontecer. Sou intolerante à lactose, e não tem sido fácil pôr de lado todos os alimentos que contêm leite. Além disso também tenho outros problemas de pele, um deles é a comichão, borbulhas e vermelhidão 20 a 30 min. após ingerir lactose. Mas o leite faz falta, certo? Errado, a quem é intolerante, o leite estava a fazer com que o meu organismo, não absorvesse os nutrientes. Em 2 meses descobri que os probioticos ajudam nos meus problemas de pele, má absorção dos nutrientes e sistema imunitário, como as alergias, são ainda bons contra os fungos e em mim, provocam descargas dos intestinos que contêm elementos nocivos e automaticamente a pele melhora e desincha. 2 meses após, as minhas unhas que durante 20 anos têm sido quebradiças, hoje estão fortes, crescem super rápido, e deixei de ter as manchinhas brancas. Existem probioticos em comprimidos naturais, à venda. Além disso descobri comprimidos de lactase naturais e além disto, descobri que a levedura de cerveja também protege a minha pele, pois tem vitamina B, óptima também contra os fungos. O leite estava também a provocar-me bolinhas de gordura alojadas nos pescoço. Ganhei uma dermatite seborreica devido aos fungod presentes neste sebo. O meu organismo ganhou uma alergia ao fungo do óleo produzido, já que o fígado começou a espelir desta forma o que já não aguentava por ele mesmo. Os probioticos são um salva vidas. Os medicamentos sobrecarregam muito o fígado, a cortisona e os anti histamínicos não resolvem nada, pelo contrário. Probioticos, vitamina d3, levedura de cerveja, equinacia, própolis e para o caso de ingerirem leite, comprimidos de lactase, para dar cabo da lactose. Muito chá de malvas. O problema de pele não passou completamente, pois também é emocional, mas está mais bonita, as unhas fantasticas, não tenho tido tanta rinite e os intestinos funcionam melhor . Ando preocupada com a farinha de trigo, pois tenho a impressão que não me faz bem. Só compartilhei, se puder ajudar.

  9. Lucas Sameiro disse:

    Dr., tomei Flagyl durante dez dias devido a uma infecção gastrointestinal por entamoeba cystolitica. Após o tratamento, sinto algum incómodo no intestino grosso e as fezes ainda estranhas. Segundo o meu médico, é normal pois o Flagyl mata tb as bactérias boas. Posso estar com uma disbiose intestinal?

  10. Ana Paula disse:

    Dr. Roberto, ultimamente minha mãe tem sentido dores, inchaço e incomodo abdominal, o tempo inteiro. Já fomos ao gastroenterologista algumas vezes e ele passou o exame de intolerância a lactose, e alguns remédios, entre eles, o lonium. Acontece que não está adiantando, o desconforto continua e tbm tem gases. Desde o início pensei em disbiose, já que ela usa muitos medicamentos, pois é diabética e hipertesa. O que o sr. acha, pode ser? Que exame o médico deve passar? Vou pedir… Desde já, obrigada!

  11. Nathalia disse:

    Olá. Estou com candidíase de repetição, provavelmente por estresse que causou a disbiose intestinal. Mas alguns médicos dizem que não pode consumir glúten, lactose e açúcar. Outro médico me receitou Actimel e Probiatop todos os dias, contém açúcar e lactose no leite fermentado. Fico meio perdida nas informações e também fiz o uso por 2 meses, não obtive uma grande melhora. O período foi curto? Obrigada.

    • O Probiatop é bom suplemento mas pode ser potencializado.Também pode ser fazer de uso de óvulos intra vaginais com lactbacilos. Além disso, eliminar glúten,lácteos, açucares,frutose em excesso, adoçantes artificias e industrializados é de primordial importância para que se tenha seucesso

  12. Brenno carlos disse:

    Roberto, passei as ferias comendo de uma forma e agora que voltei as aulas continuo comendo as mesmas coisas e de repente comecei a ter “dpr de barriga” quase q todo dia e principalmente no periodo da manhã. Chego a ir ao banheiro 4-6 vezes em 5 hrs. Mas minha alimentaçao continua regular. Possa ser q esteja com disbiose ?

  13. Flavia disse:

    Doutor boa tarde,tenho constipação cronica desde criança.
    Estou com tantos gases no estomago que estou de cama.
    Tive gastrite e esta sob controle,fiz varios exames e deram negativos para alguns tipos de enfermidade.
    Já fui a tres gastro diferentes e o ultimo disse que meu problema é funcional,ele me prescreveu um exame de fezes que preciso comer carne vermelha ,pão,banana,sopa de macarrão com cenoura e café com leite por tres dias e no quarto devo colher as fezes todas que sairam pro laboratorio.
    Só que ele não me falou o que ele suspeita que tenho.
    Será que sofro com disbiose?,pois tudo que como parece que fermenta e causa gases
    Estou até com medo de comer,não como pão,bolo ,biscoito e macarrão.
    Mas de uns tempos pra cá até pera e maçã me fazem mal.
    Me ajude não sei mais o que fazer.
    Obrigado.

  14. Paula disse:

    Dr. Amaral, estou fazendo uma busca sobre o vitiligo. Li em um site que a disbiose intestinal está relacionada. Fazer a suplementação somente com iogurte, melhora a disbiose? Obrigado.

  15. Rita Solange Ramalho de Farias disse:

    Sinto um desconforto abdominal somente do lado esquerdo, que as vezes o incômodo desce pras pernas, concomitante, sinto diarreia ou constipação e muitos gases. Já fiz inclusive colonoscopia. Pode ser disbiose?

    • Caso isto esteja acontecendo há pouco tempo recomendo procurar um pronto socorro. Caso já tenha investigado esta situação com um gastroenterlogista e nada foi identificado, pode-se sugerir disbiose

  16. Anderson Brito disse:

    Minha filha de 3 anos precisou tomar clavulin bd por conta de uma sinusite, mas no 3º dia começou a ter diarreia e a vomitar logo após as refeições. Percebemos logo que o antibiótico arrasou com ela, como posso recompor a flora dela? A dieta dela está super restrita e ela não gosta desses iogurtes com lactobacilos. Tem algum medicamento que possa ajudá-la?

  17. Bárbara disse:

    Olá, DR. Roberto,
    Há uns 2 anos descobri que sou intolerante à lactose, sempre tive muitos problemas com gases e inchaço. Desde então cortei os lacteos do dia a dia. Mas mesmo que eu não ingira leite ou derivados, me sinto mal, todo dia no final do dia meu estomago incha e tenho muitos gases. Tem dia que eu como uma fruta e parece que comi uma pedra de tão pesado. E essa semana eu descobri que estou com candidiase, nunca tive isso e fiquei preocupada. Já tem um ano que tomo todo dia de manhã probiótico em comprimido, omega 3 e vitamina C (Me foi prescrito pelo médico pois estava com herpes de repetição nos lábios – o que melhorou muito). Também faço uso de 2 tipos de ansioliticos diariamente. Será que tenho disbiose? O que poderia fazer pra melhorar? Agradeço desde já

  18. Riana disse:

    Dr. Amaral, eu venho exalando um cheiro que sai pela minha respiração, segundo as pessoas parece ser de lixo ou esgoto, e parece o mesmo cheiro das minhas fezes, já fui a vários médicos, fiz todos os exames possíveis e imagináveis, todos deram que eu não tenho nada até tomografias eu fiz, eu acredito que o mau cheiro, venha do meu intestino, posso estar com o intestino permeável, isso está ocorrendo a 3 anos, começou logo após eu ter tratado a garganta com antibiótico. Não tenho mais esperança de cura.

  19. jannio disse:

    Prezado Dr.
    Bem explicativo o texto , gostei.
    Tenho colite ulcerativa, transplantado a três anos do fígado devido a uma colangite esclerossante….o órgão esta todo 10..mas a colite atualmente ativou moderadamente…a medica imunologista de receitou probiatop..mas qdo li sua matéria ..achei interessante sobre a associação com os prebioticos….pergunta eh…no meu caso de colite pode ser recomendável o uso do probiatopo e dos prebioticos?…
    obrigado

  20. raquel disse:

    Os remédios contra verminoses também podem ser prejudiciais à microbiota? Em caso afirmativo, será que a dieta também auxiliaria no tratamento contra oxiúros? Tenho problemas constantes com eles e diagnóstico de SII.

  21. Leticia disse:

    Dr. Meu namorado tomou um antibiotico por 7 dias depois de pegar uma gripe, depois desse periodo ele teve um desconforto intestinal e alteração nas fezes como se fosse dor de barriga, ja fez varios exames e os médicos dizem que ele perdeu toda a flora intestinal,ja fazem 5 meses e mesmo depois de tomar remedios e fazer dietas ele ainda tem esse desconforto com menos frequência. Sera que ele tem disbiose?

  22. Maria disse:

    Olá, Doutor! Tenho 20 anos e há mais ou menos 3 anos comecei com sintomas gastrointestinais, eu associo o ínicio dos sintomas após utilizar muito antibiótico para tratar sinusite/rinite e tbm para um problema que me acompanha antes mesmo dos sintomas gástricos, que é a cândida vaginal. utilizei diversos antifúngicos sem melhora alguma para os corrimentos.
    Meus sintomas são de muitos gases, alteração entre diaréia e constipação, borborigmo intenso ( que me impedem de estar em lugares silenciosos, pois são bastante audíveis) sinto como se os alimentos não fossem bem digeridos, tudo fermenta demais na minha barriga, causando borbulhas e gases, principalmente os carboidratos, sinto gases desde o esôfago até o reto, uma sensação de que há um “bola de gás” no estômago, refluxo, além do cansaço extremo, sinusite, rinite, acne, pele oleosa, hirsutismo, vontade frequente de urinar com sensação de bexiga sem esvaziar.
    Desculpe estar incomodando, mas já apelei pra diversos tratamentos, atualmente estou tratando na medicina funcional, porém por incrível que pareça ainda não tive resultados. Uso vit A, vit D altas doses, magnésio, zinco, lugol, CO enzima q10, progesterona bioidêntica, hidrocortisona utilizei por 15 dias, probiótico 25 bilhões, betaína 900 mg duas vezes ao dia. Estou fazendo Ozonioterapia, já realizei três sessões, fiz algumas sessões de hidrocolonterapia.
    Puro achismo meu, mas eu associo meus sintomas gastrointestinais ( que são os que mais me causam incômodo e limitam muito minha vida) a presença de Cândida Intestinal. Uma pessoa conhecida que tinha sintomas bem semelhantes consultou com Dr Gustavo Vilela e ele lhe receitou anfotericina b, uva ursi e olive life, e então os sintomas intestinais de cândida cessaram. Seria uma possibilidade utilizar um antifúngico potente mesmo sem a possibilidade de diagnosticar a Cândida Intestinal? Tenho muita esperança com o Ozonio e o tratamento que estou fazendo, porém não noto melhora alguma.

    • Tem se que pensar sim em candídiase intestinal!

    • Gabriel disse:

      Boa noite! Sofro com todos esse sintomas tem anos Maria é terrivel. Muito dificil eliminar as bacterias do intestino delgado, tambem ja fiz alguns protocolos mas ta dificil. Eu estou pra fazer o tratamento com ozonio mas fiquei ate desanimado em saber que voce ainda não obteve melhora. Você fez insuflação retal? quantas sessoẽs? Se puder me manda um email pra gente conversar melhor.

  23. Maria disse:

    Também tenho feito há muito tempo dia isenta de glúten/soja/leite/açucar/industrializados. E Nos últimos dias cortei os carboidratos.

  24. Adriana Medeiros disse:

    Bom dia Dr. Roberto Amaral

    Gostei muito do texto, meu TCC vai ser sobre disbiose, me ajudou muito. Obrigada.

  25. Silvana disse:

    Dr Disbiose causa refluxo ?

  26. Camila disse:

    Olá, Doutor! Parabéns pelo site e pelo excelente texto.
    Sou nutricionista e trato a disbiose aplicando os 6R’s. O Sr acredita que a utilização dos simbióticos comercializados é tão eficaz quanto a administração de lactobacillus manipulados casados com a ingestão de alimentos prebióticos?
    Outra pergunta, é possível tratar a disbiose sem utilizar enzimas?
    desde já, agradeço a atenção.

    • Muito obrigado, os industrializados “quebram galho!” mas com manipulação vc consegue personalizar, aumentar número e quantidade de cepas. Quanto as enzimas,na minha rotina prescrevo quando há queixas digestivas altas.

  27. Angela Maria N.Vieira disse:

    Olá e obrigada pela “luz” ! Gostaria de saber se a disbiose pode provocar alergia/intolerância a frutas, legumes, verduras, tubérculos, oleaginosas, e as mais comuns, tenho todas atualmente, (como caldo de feijão, arroz e músculo, e pão praticamente). Quando tento algum outro alimento…Enfim, tendo como principal sintoma queda generalizada de cabelo mas antes da queda, uma coceira absurda no couro cabeludo, como se, fossem gavetinhas que se abrissem a cada tipo de alimento e dela saísse um formigueiro! Tomara seja só isso!!! Quase dois anos indo a todas as especialidades e nada de solução!

  28. Alec disse:

    Olá Doutor Roberto, parabéns pelo site! Pois bem, mês passado fiz uma cirurgia por conta de uma apendicite supurada. Deu tudo certo, porém fui obrigado a tomar Flagyl e mais dois antibióticos na veia durante uma semana. Quando saí, tomei Cefalexina mais uma semana. Depois de um tempo comecei a ir no banheiro com frequência e a ter fezes pastosas. Creio que o culpado disso tudo seja a quantidade de antibióticos que tomei, certo? Logo fui no clínico e ele disse que a minha flora estava ruim, ele me passou um suplemento probiótico chamado Provance, mas eu esqueci de perguntar as coisas mais importantes pra ele, por isso gostaria que o senhor me ajudasse. Além do Provance, posso tomar outro alimento probiótico junto? Yakult por exemplo…….. e além disso, quais alimentos devo ingerir e quais devo evitar durante o tratamento? estou totalmente perdido na dieta. Desde já agradeço a resposta. Tenha um bom dia Doutor!

    • Sim , provavel disbiose. o Provaqnce tem o L Reuteri e o Yakult o acidofilos mas ambos em baixa quantidade, o ideal seria manipular em doses mais altas mas a Essential Nutrition tem um pool com mais cepas e em boa quantidade. quanto a dieta melhor marcar um nutricionista.

  29. Márcia Cecilia disse:

    Dr. Roberto, há algum exame para descobrir quais lactobacilos estão deficientes, para que eu possa saber qual o probiótico adequado? Tenho tomado o PróLive, mas não sei se é o certo. Também gostaria de saber por quanto tempo se deve consumir os probióticos. Desde já agradeço.

  30. Márcia Cecilia disse:

    Dr. Roberto, independente do exame específico para lactobacilos, posso tomar qualquer probiótico e por quanto tempo? Qual seria o Probiótico mais recomendado?

  31. Mário Hélio disse:

    Doutor Roberto, parabéns pelo artigo. Faço academia e rocurei um médico pois mesmo fazendo uma dieta com excedente calóricos, o meu peso não subia na balança. Fui diagnosticado com intolerância à lactose (leve, mas suficientes para causar desconfortos abdominais). Estou tomando leite 0% lactose, e percebi que venho aumentando o peso gradativamente conforme o excedente calórico. A minha dúvida é se essa iintolerância pode ser realmente a causa da disbiose? Obrigado desde já.

  32. Rosemary Bastos Rodrigues disse:

    Boa noite, gostaria de saber informações sobre omega 3.

  33. Danilo disse:

    Dr tomei flagyl por conta de uma bacteria no estomago depois disso tive simdrome do panico porq..

  34. Paulo Lopes Marinho disse:

    Muitíssimo agradecido pela excelente explicacao sobre a disbiose intestinal parabéns e muito agradecido

  35. Juliana Santos disse:

    Dr a anos sofro com refluxo, fezes pastosas, gases, abdômen inchado, candidíase de repetição.
    A anos atrás era sempre diagnosticada com sinusite e os médicos me receitavam antibióticos.
    Acabei tendo alergia a alguns antibióticos, passei a ter mais problemas alérgicos como rinite etc
    Fiz vários tratamentos e não obtive sucesso.
    Hoje faço uso de probióticos pb8, comecei a usar kefir , tomo lugol , betaína HCL, magnésio vit d e complexo b.
    Será que a longo prazo terei melhoras?
    Me ajuda dr não aguento mais isso!

  36. elisangela Pio disse:

    Oi dr. O kefir de leite e de água ajuda na disbiose?

  37. Eduardo disse:

    Olá Dr. Roberto, queria saber o seguinte : sempre que faço dieta rica em proteína tenho muita diarreia, mas também tenho o intestino irritado, isso pode ser disbiose?

  38. ana paula disse:

    Sempre sofri com instestino preso e ganho de peso… já fiz dezenas de tratamentos com gastros diferentes e ninguém descobriu o que eu tinha…. Durante uma depressão eu acabei engordando além da conta e ao, novamente, procurar um gastro, pois a constipação e os gazes aumentaram muito, ele me recomendou uma cirurgia bariatria!!!! Pois é, se não tivesse a cabeça boa e não trabalhasse na área da saúde, talvez eu tivesse gastado todo o meu dinheiro numa cirurgia totalmente invasiva e que deveria ser o ultimo recurso para a obesidade. Finalmente encontrei um excelente nutricionista que soube diagnosticar a minha disbiose e desde que iniciei o tratamento, á apenas 1 mês, já tenho visto grandes melhoras: emagreci 3 kgs, eliminei lácteos, gluten, doces, frituras e gorduras…. tratamento somente com produtos in natura e o mais naturais possíveis… sim é possível viver sem pão, bolo, macarrão, lanches, pizza!!! Claro que comer isso uma vez ou outra não vai matar, mas sempre junto com uma reeducação alimentar. Hoje sou aluna de nutrição e vejo muitas pessoas perdidas com isso ainda. Falta de conhecimento e informação, ajudariam muitas pessoas desde cedo a tratarem seus problemas ou ate a evitarem tais problemas… Excelente post Dr. Roberto. Os probióticos são os meus salvadores! não vivo sem!

  39. […] Como a Disbiose intestinal afeta sua vida e como tratá-la – Leak Gut […]

  40. vanessa machado disse:

    Ola dr..tenho intestino preso…tudo o que eu como estufa fiquei assim depois que fiz cirurgia de refluxo..meu estomago parece que parou de trabalhar junto com intestino. Estou tomando domperix mas não esta adiantando..pode ser que meu organismo regeitou essa cirurgia?? ta pra desfazer??

  41. Silmara disse:

    Ola Dr Roberto, tenho refluxo gastroesofágico (uso omeprazol há anos), tenho sobrepeso, muito desconforto abdominal, inchaço abdominal, gases, fezes pastosas, ás vezes tenho eructação com cheiro de ovo choco. Além de sofrer com fibromialgia e ansiedade. Dr esses sintomas podem ser disbiose intestinal?

    • Possivelmente o seu quadro álgico que tem total correlação com ansiedade tem como foco principal o trato gastro intestinal, o qual responde por grande parte da produção de serotonina e dopamina do nossa organismo

      • Rosana Barbosa disse:

        Mas dentro dessa doenca de fibromialgia seria interessante fazer um tratamento com o Dr. Para melhor resultado tanto da fibro quanto do aparelho digestivo,já que nossa produção de serotonina é no intestino é a fibromialgia tem relação com esses neurotransmissores?

        • Tendo em vista que 90% da serotonina endógena é produzida pelo intestino, o tratamento da disbiose é de suma importancia na fibromialgia já que a deficiência de serotonina diminui a tolerância a dor. E por este motivo que umas das formas convencionais de tratamento é usar inibidores da recaptação de serotonina – mais conhecidos como anti depressivos

          • valdemir Dias disse:

            Bom dia Dr: em primeiro venho lhe parabenizar pela atenção com todos, fiz uma cirurgia retosigmoidectomia mas continuo com diverticulos em pontos do intestino, todo alimento que ingiro me da diarreia, é por causa dos diverticulos isso . Obrigado

          • Não acredito que seja mas cheque com seu gastro .

  42. Clemair disse:

    Dr. O uso contínuo de Kefir é suficiente para o tratamento de Disbiose ou preciso associar probióticos manipulados. Grata e parabéns pela matéria. Clemair

  43. Claudio Miranda disse:

    Boa tarde Dr.
    Do nada, de um dia para o outro comecei a ter diarréia e apresentei intolerância a lactose. fiz colonoscopia e na biopsia apareceu q tenho colite. quando fico ansioso o quadro se agrava, mas antes do dia 14 de dezembro de 2015 nada disso acontecia, não tinha nenhum sintoma, tomei o antibiótico KLARICID UD para uma gripe em novembro, será q isso pode ter causado? não sei mais o q fazer, perdi minha vida social. 🙁

  44. Maria disse:

    Qual exame que diagnóstica a disbiose ?

  45. Rosália Silvana Marques da Silva disse:

    Me ajudou muito essa matéria. Parabéns doutor pela generosidade!!

  46. Vagner disse:

    Ótimo artigo! Há anos sofro com sintomas que causam muito desconforto, como gases, cólicas, refluxo e, recentemente, depressão. Procurei um gastro e fiz diversos exames. Um deles (PHmetria) apresentou resultados bastante fora dos padrões normais. Fui orientado a tomar Proliv e rifaximina. O problema é que o antibiótico não está disponível no Brasil. Há substituto possível sem prejuízo da eficácia?

  47. Fabiane Alves Mikoda disse:

    Dr, eu fiz uma videolaroscopia a quase 2 meses para retirar focos de endometriose, antes da vídeo eu fui diagnosticada com Sii, depois da cirurgia os sintomas Sii pioraram , fezes em sílabas,prisao de ventre,uma dor do lado esquerdo da barriga que irradia até a perna,acne , dores articulares e queda de cabelo, será disbiose?

  48. Vanuzia guerra disse:

    Dr, parabéns pelo seu artigo…
    Tenho um encomodo do lado esquerdo da barriga
    Muito exessos de gases colicas devido os gases
    Pode ser disbiose???

  49. Rafael Bolanos disse:

    Ótima reportagem dr.
    Tenho SII, mas sem diarréia. Meu problema são as cólicas e gases que incomodam muito. Faço uso de Probiatop e comecei a dieta Low Fodmap. Melhorou mas não resolveu. O que mais eu poderia fazer ? E o uso do Kefir pode ajudar ?

  50. Socorro Cunha Lima disse:

    Dr. Gostaria de saber quais os exames que podem comprovar se o intestino está apresentando alguma permeabilidade.
    Minha filha tem alergia alimentar múltipla. Nunca sofreu qualquer problema APARENTE com o sistema digestivo, no entanto, nos últimos meses, vem apresentando constipação, gases, flatulências, fezes ressecadas e insuficientes. Desconfio de disbiose intestinal pelas reações apresentadas.
    O senhor poderia informar qual é o melhor probiótico para combater a disbiose intestinal e fortalecer o sistema imune?
    Obrigada.

  51. RUI CELSO disse:

    Dr. Roberto, tomei conhecimento da Disbiose pelo Facebook e pesquisando cheguei ao seu site. Estou muito satisfeito com a matéria, queria deixar registrado meus parabéns, pois em um pais onde o acesso a saúde é tão restrito o Sr. tem ajudado muitas pessoas.
    Tenho 49 anos e sempre fui uma pessoa “regulada” ou seja, ia ao banheiro pelo ao menos uma vez por dia, normalmente pela manhã.
    Porém desde 07/2015 tenho tido diarreia constante, tipo 5 a 6 vezes no banheiro e com as fezes escuras, cheiro forte e muitas vezes com a aparência de areia, ficando a sensação de que o intestino não tinha esvaziado.
    Em 09/2015 retirei a vesícula um mês antes da cirurgia tive uma melhorar substancial porém logo após dois dias começou tudo novamente. Em 12/2015 fiz uma colonoscopia onde foi verificado a existência de divertículo, que segundo o médico não seria a causa da diarreia.
    Fiz exame de tolerância a lactose e deu negativo, já fiquei um bom período sem consumir gluten, mas também não resolveu.
    Pelo fato de ser muito ansioso e no passado em algumas situações, causava uma diarreia momentânea ele acredita que e o motivo é emocional, sugeriu um tratamento com psicologo.
    As vezes sinto enjoo acompanhado das diarreia.
    Pode ser Disbiose Instestinal

  52. Ana Paula Prudêncio disse:

    Dr só o kerfi vai recompor minha flora ?

  53. Catarina disse:

    Dr Roberto, parabéns pelas informações que em muito me ajudaram a descobrir meu problema. Agora conheço o porquê da minha mudança repentina de humor. A qualidade das fezes foi o primeiro sinal. Tenho disbiose causada por um tratamento com antibióticos há 11 meses, no intento de debelar uma sinusite crônica e que persiste. Eu ignorava tudo que está escrito no seu artigo. Divulgarei suas informações. Muito obrigada.

  54. clara disse:

    Olá dr! Tive que tomar amoxilina por causa de uma infecção no dente, depois que acabei de tomar comecei a ter diarréia e muita dor abdominal, já estou assim há 8 dias. Depois que como vem a dor e solta o intestino. Gostaria de saber o que pode se fazer para controlar as colicas fortes, pois nem buscopan resolve?? Muito obrigada!!

  55. Rafael Gustavo disse:

    Boa tarde Dr.,
    Tenho constantemente dores na barriga que são ocasionadas aparentemente por gases, o que me parece que tem relação com uma má digestão.
    Foi identificado problema de verminose. Fiz o tratamento conforme orientação médica (antibiótico + vermifugo), contudo, 6 meses depois as dores voltaram. Voltei ao médico e novamente foi constatado o problema com verminose, fiz novamente o tratamento, mas dessa vez não adiantou nada.
    Também estava até algum tempo atrás com candidíase peniana recorrente (os urologistas me recomendavam alguns fungicidas), mas por uns 2 anos sempre voltava… mas por hora foi embora.
    Me parece que quando durmo bem e me alimento certinho, as dores na barriga passam e a cândida para de dar problema, mas em fases corridas e de muito estresse a dor volta a me incomodar e a cândida dá as caras.
    PERGUNTO… Tem alguma relação as dores na barriga e a cândida peniana?
    Já procurei vários especialistas da área médica, mas nunca nem foi mencionado o nome DISBIOSE (nem sabia que existia até então). Há alguma probabilidade alta de ser disbiose?
    Agradeço a enorme ajuda Dr.

    Obs: Fiz exames de intolerância a lactose e aparentemente não é isso.
    Fiz diversas análises de imagem (ultrassom, ressonância) e também não deu em nada.

  56. Sayonara Barretto disse:

    Dr Roberto, existe algum exame específico que uma pessoa fazer para saber se tem disbiose?

  57. karina disse:

    Estou com a vitamina B12 baixa e estou tendo crise de candidiase e infecao de urina de repetiçao… disbiose?? Devo repor a vitamina b12??

  58. Taciana Veronez disse:

    Obrigada Dr. Por dividir conosco essa informação. Apor maia médicos assim.
    Dr. A 1 ano sofro de candidiase de repetição, a uns 5 meses descobri que sou CElíaca e IL,que fiz tratamento para H.Pylori com Esogastro. Depois que tirei o glúten da minha dieta melhorei um pouco, sobre o leite eu tomo sem lactose, acredito que eu tenha essa Disbiose,pois não estou 100%,Parece que tudo que eu como fementa minha barriga,e as vezes mesmo comendo certinho o que tá minha dieta sinto borburinhos,gases,até mesmo diarréia ou as vezes fico com intestino preso. Ouvi falar muito sobre os probiotico e prebioticos, esses medicamentos com quem posso solicitar? Pois já passei em 2 gastro e 2 nutricionista e nada disso me falaram. Gostaria de saber se o uso do leite mesmo sendo sem lactose pode está me prejudicando também. Sobre as candidiase todo mês tenho crises e são tratadas com fluconazol e cremes vaginais mais sempre volta e as vezes tenho dias a 3 crises por mes.
    Desde já agradeço DR. Muito obrigada.

  59. Beatriz Leonardo Guilherme da Silva disse:

    Faço o uso do kefir há 5 meses e tenho notado uma melhora em tudo,meu intestino est á com um relógio!

  60. Valéria Schuchovski disse:

    Dr Roberto
    Uma criança de 2 anos pode fazer uso de Kefir?

    Também lhe pergunto se insônia tem a ver com Disbiose?… já tive síndrome do pânico, já tive SII, estou na menopausa e tenho ansiedade, diante de tudo que li aqui percebo que tudo ter a ver com a minha insônia?
    Coalhada ou kefir e probióticos tomados antes de dormir poderiam ajudar?

  61. Eduardo disse:

    Excelente texto.

  62. ADRIANA disse:

    DR. ROBERTO MINHA BARRIGA VIVE ESTUFADA,SINTO MUITAS DORES E ISSO ME DEIXA MUITO MSL

  63. José Bonifácio Alves Vieira disse:

    Muito interessante, gostaria de saber muito mais. Existem algum livro ou vídeo que eu possa adquirir? Tenho mais de setenta e dois anos de idade e minha esposa mais de setenta, quarenta e quatro anos de casados e vários problemas de saúde, principalmente diabetes tipo II, reumatismo, tireoidismo, artrite artrose e outros, além de alimentarmos sem nenhum controle. GOSTARIA DE ADQUIRIR LIVROS E/OU VÍDEOS NOS ENSINANDO A ALIMENTAR. AQUI ONDE RESIDO É COMPLICADO. QUEM DESCOBRIU QUE EU TENHO DIABETES E PROBLEMAS DE TIREOIDE FOI UM CARDIOLOGISTA. QUEM DESCOBRIU QUE MINHA ESPOSA TINHA REUMATISMO E ARTRITE E OUTRAS DOENÇAS FOI EU MESMO. GOSTO MUITO DE ESTUDAR SOBRE ALIMENTAÇÃO PARA MELHORIA DE QUALIDADE DE VIDA E DE SAÚDE MINHA, DE MINHA ESPOSA E DE MINHAS FILHAS E NETAS QUE ADOECEM MUITO, GASTAMOS UMA NOTA PRETA COM MÉDICOS E REMÉDIOS E UMA SEMANA DEPOIS ESTAMOS TODOS DOENTES DE NOVO. SE TIVER REFERIDO LIVRO OU VÍDEO OU OS DOIS, DOUTOR POR FAVOR ME INFORMA POR E-MAIL, URGENTE. DEUS TE ABENÇOE. AGUARDO RESPOSTA URGENTE, POR FAVOR.

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