Cansaço persistente ? Pode ser Síndrome da Fadiga Crônica com Cortisol Baixo (fadiga adrenal?)

Envelhecimento, Hormônios

17 de janeiro de 2014

Este artigo tem como objetivo abordar alguns dos equívocos em torno da fadiga crônica associada a  diminuição da atividade do eixo hipotalámo – hipósise – adrenal ( hipoatividade do eixo HPA)  que por este motivo é chamada de Fadiga Adrenal . Apesar de excelentes livros terem sido escritos pelo Dr. James Wilson e diversos outros pesquisadores, muitos dentre os profissionais médicos ainda não reconhecem essa condição subdiagnosticada.

A fadiga adrenal com  afeta de forma pandêmica a atual civilização, em razão de vários fatores como os  descritos  abaixo:

  • Medo
  • Estresse emocional
  • Perda do  emprego
  • Pressão no trabalho
  • Pressão na escola/ faculdade
  • Pressão financeira
  • Alergia
  • Cigarro
  • Cafeína
  • Excesso ou falta de exercícios
  • Toxinas
  • Relacionamentos amorosos em crise  ou rompimentos
  • Perdas de entes queridos
  • Violência urbana
  • Caos Urbano
  • Bullying
  • Preocupações familiares,  principalmente  com filhos ou pais doentes
  • Infecções e internações

estressores

Tudo isto dificulta a atividade humana, impedindo inclusive que as pessoas continuem produtivas sob o ponto de vista social e econômico. Com este artigo, espero fornecer um recurso informativo para todos os que sofrem de fadiga adrenal.

O que é fadiga adrenal? E por quais razões provoca tantos sintomas e tantas queixas?

As glândulas adrenais são  parte importante de seu sistema endócrino, que é o responsável pelo controle da sua pressão arterial, ciclo do sono, imunidade, regulação do metabolismo do sódio, do potássio, da água, dos carboidratos e também regulação das reações do corpo humano ao estresse, através de um sistema denominado eixo HPA.

O Eixo HPA

O eixo HPA é um conjunto complexo de relações e sinais que existem entre o hipotálamo, a hipófise e as glândulas adrenais. Esta relação é uma parte absolutamente indispensável da nossa existência, mas é muito difícil de entender. É um assunto complicado, e a maneira com que as glândulas adrenais, hipófise e hipotálamo interagem uns com os outros tem sido objeto de consideráveis investigações.

EIXO  HPA

Estas glândulas se localizam uma sobre cada rim e são constituídas por duas porções, o córtex e a medula. A medula adrenal secreta as catecolaminas noradrenalina e adrenalina, sendo a principal fonte de adrenalina no corpo. O córtex adrenal secreta três tipos de hormônios: mineralocorticoides (aldosterona), glicocorticoides (cortisol e corticosterona) e androgênios (hormônios sexuais).

adrenal

Estas glândulas constituem a primeira parte do corpo a ser diretamente atingida pelos efeitos do estresse e nessas situações, passam a funcionar de forma errada, não secretando os hormônios que deveriam. O estado de estresse crônico em sua fase mais avançada ocorre devido à falência parcial da glândula adrenal, o que provoca a diminuição gradativa do cortisol. Como o cortisol equilibra o sistema imunológico, na sua falta, a pessoa fica mais suscetível a inflamações, infecções, alergias, dermatites, dores musculares e articulares.

Sintomas de fadiga adrenal

Sintomas mais comuns:

  • Dificuldade em se levantar todas as manhãs, mesmo  dormindo bem;
  • Cansaço persistente que atrapalha convívio social , vida profissional e pratica regular de exercícios
  • Incapacidade de lidar com o estresse  – irritação demasiada;
  • Desejos por alimentos sabidamente calóricos pois  tende – se a buscar energia  de form inconsciente – e caloria é energia
  • Níveis mais elevados de energia à noite;
  • Sistema imunológico enfraquecido.
  • Baixo poder de concentração

Outros sintomas :

  • Asma, alergias ou problemas respiratórios antes inexistentes
  • Círculos escuros sob os olhos  “olheiras
  • Tontura
  • Compulsão por café e bebidas estimulantes
  • Cansaço extremo após o exercício ou impossibilidade de realizar algum exercício
  • Cansaço extremo  após um situação estressante
  • Dor nas articulações
  • Dor de cabeça crônica , dor lombar e outras dores que não melhoram
  • Pressão arterial baixa  -principalmente se renina/ aldosterona/ adrenalina estiverem baixas também
  • Desejo por alimentos salgados  – principalmente se renina/ aldosterona estiverem baixas também
  • Baixo desejo sexual  em função do cansaço
  • Ganho de peso em função do cansaço e da compulsão alimentar

Então, se você tem sentido dificuldades para acordar, come exageradamente durante a tarde, não demonstra o menor interesse por sexo e se irrita com facilidade, talvez seja a hora de procurar um médico . Fadiga adrenal ocorre devido à exposição prolongada ao estresse do trabalho, estresse emocional ou doença crônica. Testes hormonais podem ajudar no diagnóstico mas as queixas clínicas são de extrema importância no diagnóstico.

Outras patologias como câncer, doenças auto imunes, infecciosas, anemias, déficit nutricional, apnéia do sono, menopausa, andropausa, hipotiroidismo, doença de Addison, doenças cardiovasculars, doenças neurológicas e pulmonares devem ser excluídas.

A fadiga adrenal é raramente diagnosticada por médicos, mesmo em face das evidências apresentadas pelos novos trabalhos. Há três razões pelas quais os médicos são tão relutantes:

  1. Os testes de laboratório muitas vezes são inconclusivos
  2. O diagnóstico é basicamente clínico e físico
  3.  Inércia nos protocolos  médicos.

Para saber mais: http://adrenalfatiguesolution.com/adrenal-fatigue-a-controversial  -diagnosis/

Os quatro estágios da fadiga adrenal

O termo fadiga adrenal pode em muitos aspectos ser enganoso, porque descreve uma variedade de diferentes estados no caminho que leva à exaustão adrenal. Na verdade, a maioria dos doentes de fadiga adrenal felizmente nunca alcança os últimos estágios da doença, e muitas vezes se recupera totalmente da fase 1 ou 2 da fadiga adrenal sem nunca ter sido diagnosticada corretamente.

Fases

Características

Sintomas

Primeira Fase: Início da fase de ‘alarme’ Esta etapa descreve reação imediata do organismo a um estressor. Testes de laboratório mostram níveis elevados de adrenalina, noradrenalina, cortisol, DHEA e insulina. Estado de maior excitação e atenção. No entanto os padrões de sono podem alterar e você pode sentir cansaço intermitente.
Segunda Fase:Continuando a fase de ‘alarme’ Os níveis de DHEA e outros hormônios sexuais podem começar a cair. Isso ocorre porque os recursos necessários para produzir os hormônios sexuais estão sendo desviados para a produção de hormônios do estresse, como cortisol. Durante este estágio, você vai começar a sentir os efeitos do excesso de esforço das suas adrenais. Um sentimento comum é o de estar “inquieto, mas cansado”. Nesta fase, cuidado com o café.
Terceira Fase: A fase de ‘Resistência’ Durante esta fase, o sistema endócrino continua a se concentrar na produção de hormônios do estresse, à custa de hormônios sexuais. Os níveis de DHEA e outros hormônios sexuais continuam a cair. Neste ponto, o indivíduo ainda é capaz de funcionar, ter um emprego e continuar uma vida bastante normal. Os sintomas incluem cansaço, falta de entusiasmo, infecções regulares e um menor impulso sexual. Esta fase pode continuar por vários meses ou mesmo anos.
Quarta Fase:A fase de ‘Burnout’ Depois de algum tempo o corpo esgota as maneiras de fabricar os hormônios do estresse, e os níveis de cortisol, finalmente, começam a cair. Agora, os níveis de ambos os hormônios, sexuais e do estresse, estão baixos. Durante este estágio final de fadiga adrenal, o indivíduo pode sofrer de cansaço extremo, falta de desejo sexual, irritabilidade, depressão, ansiedade, perda de peso, apatia e desinteresse pelo mundo ao seu redor. A recuperação desta fase da fadiga adrenal requer um tempo significativo, paciência e muitas vezes mudança completa no estilo de vida.

Cafeína realmente dá energia?

O que acontece cada vez que você bebe uma xícara de café? Seu cérebro envia uma mensagem para a glândula hipófise, que libera um hormônio que diz às suas adrenais para produzirem adrenalina e o hormônio do estresse cortisol. Em outras palavras, você está provocando exatamente o mesmo tipo de resposta ao estresse que seu corpo usa quando você está em perigo físico iminente.

Se você só toma uma xícara de café ocasionalmente, suas glândulas adrenais serão capazes de reagir rápida e eficazmente a este tipo de estimulação. Mas se você estiver bebendo várias xícaras de café por dia, você começa a notar uma reação mais lenta e diminuída. Algumas pessoas podem dizer que sua “tolerância” tem aumentado, ou que seu corpo apenas processa melhor a cafeína, mas a verdade é um pouco diferente. Depois de longo prazo e repetidas doses de cafeína, suas glândulas adrenais são simplesmente enfraquecidas e menos capazes de responder adequadamente.

 Fadiga adrenal e Sistema Imunológico

Os hormônios produzidos pelas glândulas adrenais e particularmente o cortisol, desempenham um papel importante na regulação do seu sistema imunológico. Uma das muitas funções do cortisol é reduzir a inflamação. Se os seus níveis de cortisol forem muito baixos ou muito altos, isso pode levar à infecções regulares, inflamação crônica, doenças autoimunes ou alergias. A manutenção de um nível equilibrado de cortisol é uma parte importante do “se manter saudável”.

Os níveis de cortisol podem tornar-se desequilibrados durante as diferentes fases da fadiga adrenal. Na verdade, os níveis de cortisol dependerão em grande parte de que fase da doença você atingiu. Se você ainda está nos estágios iniciais, seus níveis de cortisol tendem a ser elevados, junto com adrenalina e noradrenalina. Se você está nos estágios mais avançados da fadiga adrenal, seus níveis de cortisol serão muito menores. Nenhum dos casos é benéfico para o seu sistema imunológico.

  • Cortisol elevado :Durante os primeiros estágios da fadiga adrenal, o eixo HPA está produzindo grande quantidade de hormônios do estresse. Isto significa que o nível de cortisol é elevado, o que suprime o sistema imunológico e reduz a inflamação. O sistema imunológico suprimido nos deixa vulneráveis ​​a doenças. E aqueles de nós que estão sob estresse de longo prazo tendem a sofrer desproporcionalmente com vírus de gripes e resfriados, além de infecções bacterianas.
  • Cortisol diminuído: Se o cortisol cai muito abaixo do nível ótimo, remove-se completamente a válvula de segurança que impede o sistema imunológico de reagir contra as ameaças. Durante os últimos estágios da fadiga adrenal, as glândulas adrenais tornam-se “cansadas”, “esgotadas” e incapazes de produzir os hormônios que seu corpo precisa. Isto significa que a regulação do efeito anti-inflamatório pelo cortisol estará ausente. Sem cortisol suficiente, não há nada para prevenir a inflamações. Com efeito, o sistema imunológico passa a funcionar fora de controle. Baixo nível sérico de cortisol leva ao aumento da produção de citocinas pró-inflamatórias, que levam a um excesso de ativação do sistema imunológico, processos inflamatórios, dor crônica   e intolerância a dor

De acordo com Dr. Thomas Guilliams, imunologista, “O resultado é a amplificação de inúmeras vias inflamatórias e aumento da susceptibilidade para o desenvolvimento de doenças inflamatórias, incluindo doenças autoimunes, transtornos do humor, atopia, malignidade, síndrome da fadiga crônica, síndrome de dor crônica, obesidade, desequilíbrio da glicemia e fibromialgia. “

 

REFERÊNCIAS QUE CORRELACIONAM HIPOCORTISOLISMO ( CORTISOL BAIXO)  COM O  FADIGA CRÔNICA:

Uma das possíveis causas aventadas é a hipoatividade ( diminuição da atividade) do eixo hipotálamo – hipófise – adrenal ( HPA)  como diminuição da produção de cortisol no decorrer do dia  como poderão ver nos artigos  descritos abaixo

A Síndrome da Fadiga Crônica (SFC) é uma doença incapacitante caracterizada por fadiga extrema e outros sintomas relacionados, definida por Fukuda et al. em 1994, sendo de etiologia multifatorial, de acordo com Wessely et al., em artigo de 1998. Dos supostos componentes biológicos envolvidos na SFC, a disfunção do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) tem sido implicada devido às ligações entre estresse físico ou psicológico e o início da doença, a comorbidade com depressão maior ou unipolar (encontrada em cerca de 50% dos pacientes). Outro componente envolvido é a predominância de fadiga em distúrbios do eixo HPA como na doença de Addison, segundo Cleare em 2001. As evidências até o momento, indicam um hipocortisolismo leve em alguns indivíduos, mas com variação entre os estudos, dependendo do método utilizado para medir os níveis de cortisol e a heterogeneidade das amostras de pacientes. Devido a dificuldades de interpretação de estudos anteriores que utilizaram procedimentos estressantes, como internação hospitalar, canulação, remoção de sangue e administração de drogas, foi criada uma medida natural de estresse – a resposta do cortisol salivar ao despertar – para obter uma indicação do “status” do eixo HPA na SFC

Este teste natural da resposta do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) ao estresse, realizado em um ambiente doméstico, demonstrou o comprometimento da função do eixo HPA na SFC.” Isso mostra que não é errado  chamar esta doença de “Fadiga Adrenal”- termo contestado pelas Sociedade de Endocrinologia e Metabologia  mas que apresenta todos os sintomas e alterações laboratoriais da Síndrome da Fadiga Crônica

 

Em seu comentário sobre o uso de baixas doses de hidrocortisona como um possível tratamento para síndrome da Fadiga Crônica (SFC), William Jeffcoate afirma que os resultados positivos obtidos por Anthony Cleare e seus colaboradores, podem mais provavelmente agravar do que resolver as diferenças entre a classe médica, sobre a causa e tratamento desta doença tão controversa. Embora a maioria aceite que vai continuar havendo divergência de opiniões sobre o papel dos fatores físicos e psicológicos na perpetuação dos sintomas da SFC, não é de fato, um crescente consenso de que anormalidades neuroendócrinas e de neurotransmissores poderiam agora servir de base para a intervenção terapêutica eficaz.

Ensaios como o de Cleare e colaboradores estão, sem dúvida, ajudando a fornecer algumas respostas, mas é surpreendente encontrar tão poucos dados para avaliação do sistema endócrino basal (ou seja, teste de estresse de insulina, teste de liberação de corticotrofina, e medida do cortisol urinário livre). O fato de que o cortisol urinário livre basal foi de 105 nmol por 24 h sugere que um grande número de pacientes entrou no ensaio sem evidência laboratorial de hipocortisolemia. Se este for o caso e os pacientes sem hipocortisolemia também demonstraram uma redução da fadiga e incapacidade, então deveríamos questionar seriamente se hipocortisolemia é um fator importante na produção destes sintomas. Uma explicação alternativa é que o modo de ação da hidrocortisona é independente de qualquer hipocortisolemia e o seu efeito principal é em alguma outra anormalidade patológica – possivelmente, mesmo no modo como as mudanças nos índices imunológicos, incluindo imunorreativação, têm sido correlacionadas com características particulares de sintomatologia da doença.

Precisamos agora resolver se os benefícios de baixas doses de hidrocortisona podem ser sustentados ao longo de um tempo muito mais longo (com ou sem o uso continuado do medicamento) e se existe evidência de supressão da produção de cortisol endógeno quando o tratamento com hidrocortisona continua por mais de um mês.  Esclarecimentos adicionais também são necessários sobre quanto a extensão da hipocortisolemia e atrofia adrenal podem estar contribuindo para os sintomas e incapacidade na SFC.

Função adrenal perturbada em adolescentes com síndrome da fadiga crônica.

Pesquisadores da University College London Hospitals, UK, investigaram a função adrenal em crianças e adolescentes com síndrome da fadiga crônica (SFC), em comparação com controles pareados por idade. Foi um estudo de caso-controle com baixas doses (500 ng/m2) de Synacthen (usado como meio de diagnóstico para investigação de insuficiência adrenocortical) em 23 adolescentes com SFC e 17 controles pareados por idade. As concentrações de cortisol foram medidas em intervalos de 5 minutos entre 10 e 45 minutos. O pico da concentração plasmática do cortisol, tempo para o pico, aumento do cortisol e a área sob a curva (AUC) foram derivados.

Os pacientes com SFC tinham significativamente menor média de níveis de cortisol durante o LDST (p <0,001), menor pico de cortisol (p <0,025), redução da AUC do cortisol (p <0,005) e maior tempo para o pico de cortisol (p <0,05). Anormalidades foram observadas em ambos os sexos, mas foram mais pronunciadas nas mulheres. As concentrações de andrógenos adrenais não estimulados e 17-hidroxiprogesterona foram normais. Adolescentes com SFC têm alterações sutis na função adrenal, sugerindo uma redução na estimulação central das glândulas adrenais. Os efeitos mais pronunciados nas mulheres podem refletir os efeitos diferenciais centrais do estresse sobre a regulação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal entre os sexos.

Baixas doses de hidrocortisona no síndrome da fadiga crônica:

Resumo: Em um ensaio randomizado cruzado foram  218 pacientes com fadiga crônica. 32 pacientes preencheram os critérios rigorosos para a síndrome da fadiga crônica, sem transtorno psiquiátrico co-mórbidas. Os pacientes elegíveis receberam tratamento consecutivo com baixas doses de hidrocortisona (5 mg ou 10 mg por dia) durante 1 mês e placebo durante 1 mês; a ordem de tratamento foi atribuído aleatoriamente. .Nenhum dos doentes desistiu. O grau de fadiga foi reduzido com tratamento hidrocortisona, mas não com placebo. Testes de stress de insulina mostraram que a função adrenal endógena não foi suprimida pelo uso de hidrocortisona. Em alguns pacientes com síndrome da fadiga crônica, baixas doses de hidrocortisona reduz os níveis de fadiga no curto prazo. O tratamento por mais tempo e estudos de seguimento são necessários para descobrir se este efeito poderia ser clinicamente útil.

http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(98)04074-4/abstract

Baixas doses de Hidrocortisona  e Massa Óssea

Ao contrário do que que se espera, a hidrocortisona em baixa dose ( 10 mg de manha e 5 mg a tarde) melhorou a massa óssea mostrando que usada desta forma pode trazer efeito positivos, ao contrário de doses mais altas ou com corticóides mais potentes.

Hidrocortisona e Dor 

Um dos sintomas mais comuns na Fadiga Adrenal é dor cronica sem especificidade ou baixa tolerância a dor em processos inflamatórios pós trauma por exemplo. Este artigo mostra  que o déficit de cortisol causado pelo uso de opióide (que poderia ser causado pelo estresse cronico também) é causa de resistência ao tratamento com opióide e melhora com a reposição de hidrocortisona. Conclusão: Este é o primeiro estudo controlado por placebo, randomizado, duplo-cego de substituição com glucocorticóides em consumidores de opiáceos com dor não-oncológica crónica e hipocortisolismo  SUAVE (isso quer dizer que não era INSUFICIÊNCIA ADRENAL). Nossos dados sugerem que a reposição de hidrocortisona fisiológica produz melhorias em experiências de vida e dor neste grupo em comparação com o placebo.

O papel da hipocortisolismo na Síndrome da Fadiga Crônica

Método: Antes do tratamento, comparou-se a resposta do cortisol salivar despertar de 108 pacientes com SFC adolescentes diagnosticados com a de um grupo de referência de 38 pares saudáveis. resposta do cortisol salivar despertar foi medida novamente após 6 meses de tratamento em pacientes com SFC.

Resultados: Pré-tratamento os níveis de cortisol salivar foram significativamente menores no CFS-pacientes do que nos controles saudáveis. Após o tratamento recuperado pacientes tiveram um aumento significativo na produção de cortisol salivar normalização alcançar, enquanto os pacientes não-recuperados melhorou ligeiramente, mas não significativamente. O hipocortisolismo encontrada no CFS-pacientes foi significativamente correlacionada com a quantidade de sono. A análise de regressão logística mostrou que um aumento de um desvio padrão da diferença entre a resposta pré e pós-tratamento cortisol salivar despertar foi associado com um 93% maior probabilidade de recuperação (OR ajustado de 1,93 (1,18-3,17), p  = 0,009). O pré-tratamento do cortisol salivar não prever a recuperação.

Conclusão: Hipocortisolismo está associada com Sindrome da Fadiga Crônica (SFC) em adolescentes. Não é o cortisol pré-tratamento, mas a sua mudança de normalização que está associado com o sucesso do tratamento. Sugerimos que esta descoberta pode ter implicações clínicas sobre a adaptação das futuras estratégias de tratamento

Excreção urinária de cortisol livre na síndrome de fadiga crônica, depressão maior e em voluntários saudáveis

A excreção de cortisol livre na urina (CLU) foi comparada em 21 pacientes com a síndrome da fadiga crônica (SFC), em 10 depressivos melancólicos e em 15 controles saudáveis. Pacientes com depressão tinham valores de CLU que foram significativamente maiores do que os indivíduos saudáveis ​​de comparação, enquanto a excreção de CLU em pacientes com SFC foi significativamente menor do que o grupo de controle. Estes resultados estão de acordo com as hipóteses  aceitas sobre hiper e hipoatividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) na depressão e síndrome da fadiga crônica, respectivamente. Cinco dos 21 pacientes com SFC tiveram uma doença depressiva comórbida. Este sub-grupo manteve o mesmo perfil de excreção de CLU daqueles com apenas SFC, sugerindo uma base fisiopatológica diferente para os sintomas depressivos em SFC.

Níveis baixos de cortisol , Eixo  Hipotálamo – Hipósise – Adreanal  (HPA) e fadiga crônica e fibromialgia

Outro grupo de estados é caracterizado pela hipoativação do sistema do estresse, em vez de ativação contínua, na qual a secreção cronicamente reduzida do fator liberador de corticotrofina (CRF) pode resultar em hipoativação patológica e feedback negativo ampliado do eixo HPA. Pacientes com transtorno de estresse pós-traumático, depressão atípica ou sazonal e síndrome de fadiga crônica recaem nessa categoria. Similarmente, pacientes com fibromialgia possuem excreção de cortisol urinário livre diminuída e frequentemente queixam-se de fadiga.

O eixo HPA é o principal mediador de longo prazo da resposta corporal ao estresse. O interesse inicial nesse eixo foi gerado pela observação de que a doença de Addison (hipofunção da glândula adrenal primária), assim como a na síndrome da fadiga crônica ( SFC)  , produz fadiga, mialgia, artralgia, distúrbios do sono e do humor. Estudos recentes revelaram achados altamente consistentes de leve hipocortisolismo em indivíduos que sofrem de SFC, incluindo cortisol plasmático reduzido, produção reduzida de cortisol livre de 24 horas e reduzido cortisol salivar. O local exato de qualquer distúrbio no eixo ainda não está claro: enquanto alguns dados apontam para uma disfunção do hipotálamo, outros são compatíveis com uma função reduzida da glândula adrenal.57 Muitos fatores influenciam a secreção de cortisol, incluindo alterações no sono, na atividade e no apetite. O trabalho de turno noturno produz alterações no eixo HPA são similares às vistas na SFC, o que sugere que elas possam ser uma conseqüência e não a causa da SFC.

Estresse Pós Traumático e Baixos Níveis de Cortisol

Podemos formular que o processo mental para que um sujeito suscetível fique doente é causado por uma intensa experiência traumática. Esse indivíduo cria uma sensação persistente de um perigo imaginário e sente que ele é real. O organismo reage com uma hiperativação do eixo HPA. É possível formular a hipótese de que, devido à intensidade da experiência (em um indivíduo suscetível devido a um estresse precoce na vida), a sensibilidade dos RG aumenta, diminuindo a produção de ACTH e de cortisol. A iminência das sensações de perigo leva à persistência na ativação simpática, já que o baixo nível de cortisol plasmático é incapaz de “desligá-la”.

Mason e Jacobs encontraram uma proporção mais alta de norepinefrina/cortisol em pacientes com TEPT; eles especularam que isso ocorreu devido a um incremento de norepinefrina e não a uma elevação do cortisol.

Estudos com veteranos apresentaram diferentes achados em comparação aos estudos com mulheres. Boscarino et al. encontraram que veteranos com TEPT tinham níveis de cortisol mais baixos e esses achados estão relacionados à presença do diagnóstico de TEPT.27 Os veteranos com diagnóstico passado de TEPT não apresentaram essa disfunção do eixo HPA, sugerindo que o efeito traumático tende a desaparecer com o tempo e a melhoria clínica

Tratamento NATURAL para fadiga adrenal

  1. Restrinja o consumo de alimentos refinados como pão, arroz e massas brancas. Prefira as versões integrais. Alimentos de alto índice glicêmico elevam a insulina em demasia e esta diminui o cortisol.
  2. Café e bebidas estimulantes são desaconselhados, bem como açúcar principalmente nos horário de pico do cortisol como ao acordar, antes do almoço e no fim da tarde.
  3. Não coma carboidratos ao acordar se estiver em fadiga crônica. A insulina diminui os níveis de cortisol e piorará o quadro. Coma 2 horas depois de acordar . Aliás se ficar comendo carboidratos de 3/ 3 horas sua insulina ficará alta o dia inteiro e seu cortisol ao ao contrário, baixo. Pesquise sobre dieta paleolítica e dieta em Zona Metabólica, elas podem te ajudar
  4. Tente acordar e dormir  sempre nos mesmos horários – é importante manter seu relógio biológico ajustado , pois há liberação de cortisol de manha e melatonina ao dormir. De preferência acorde com a luz solar e não com um despertador  o qual gerará estresse logo ao acordar . Quando cortisol  sobe , a melatonina  desce.
  5. Tente ” viver”  a maior parte do tempo durante  o dia em ambientes claros e calmos de preferência e use a noite para descansar
  6. Exercícios a noite liberam cortisol e seu corpo interpretará aquilo como se estivesse começando o dia de  novo e isto pode atrapalhar o sono. Caso tenha problemas com o sono recomendo que faça exercícios ao longo do dia. A mesma coisa vale para trabalhos que demandem muita atividade mental no período noturno
  7. Não use móbiles ou computadores de mesa depois das 20: 00h . A luz destes aparelhos tem uma intensidade muito maior que a luz comum o que bloqueará sua produção de melatonina
  8. Não durma mais que 20 minutos ao longo do  dia para que não ocorra liberação de melatonina e literalmente você comece um novo dia no meio da tarde
  9. Procure técnicas de relaxamento com yoga, meditação e acupuntura
  10. É certo que pessoas  espiritualizadas tendem a ter menos fadiga adrenal
  11. Faça mais amigos, socialize mais, isto é muito importante para poupar sua supra renal

 

 

Mario Francisco JuruenaI,II; Anthony James CleareI

IDepartamento de Psicologia Médica, Seção de Neurobiologia dos Transtornos de Humor, Instituto de Psiquiatria, King’s College/Universidade de Londres, Reino Unido
IIInstitute of Psychiatry, Departament of Psychological Medicine, Section of Neurobiology of Mood Disorders; Stress, Psychiatry ain immunology Lab (SPI-Lab), King’s College/ University of London, UK

Recursos úteis:

Fadiga adrenal, estresse e vida moderna

As pressões para se tentar encontrar um equilíbrio entre a vida e o trabalho podem ser esmagadoras. Se você está se sentindo cansado ou estressado, você pode estar sofrendo de fadiga adrenal.

AdrenalFatigue.org

O site do Dr. James Wilson, que publicou Fadiga Adrenal:. Síndrome de Estresse do século 21

Centro de fadiga adrenal do Dr. Lam

Dr. Michael Lam é um especialista fadiga adrenal e autor do livro . Síndrome de Fadiga Adrenal

O Método Kalish

O Método Kalish1 , projetado e ministrado pelo Dr. Daniel Kalish, integra testes científicos com soluções naturais de saúde para curar suas glândulas adrenais e restaurar sua função normal.

Testes para Fadiga Adrenal

Os testes de laboratório usados ​​para diagnosticar fadiga adrenal incluem testes de cortisol  no sangue, saviva , testes de tireoide, testes de neurotransmissores ,  hormônios como testosterona, estradiol ,progesterona,  dhea , insulina e IgF 1

 Sugestões de Dieta para Fadiga Adrenal

Melhorar a sua dieta é o primeiro passo para combater a fadiga adrenal. Aqui estão algumas sugestões de dieta e estilo de vida simples para você seguir.

Suplementos para Fadiga Adrenal

Tomar as vitaminas, os minerais, probióticos e suplementos herbais podem fazer uma enorme diferença no sucesso do tratamento da fadiga adrenal.

Reposição Hormonal

A reposição hormonal pode ser uma parte importante do tratamento para a fadiga adrenal, especialmente para aqueles em estágios mais avançados da doença.

Mente e Corpo

Respiração profunda e o tipo certo de exercício podem acelerar a sua recuperação. Certifique-se de que você não está se exercitando demais, pois isso irá enfraquecer suas glândulas adrenais.

Quanto tempo leva para se recuperar?

A recuperação da fadiga adrenal é certamente possível, mas pode levar algum tempo.  A melhor coisa que podemos fazer é a prevenção mas caso já esteja com este quadro recomendo um bom médico que faça modulação hormonal para se tratar. A resposta  pode ser rápida, em questão de dias mas também pode levar alguns meses.

Fontes:

modulação hormonal

    modulação hormonal

wilson

Que fique claro : a  fadiga adrenal não é reconhecida  como doença. A patologia oficialmente reconhecida que mais se aproxima com  ela é a Síndrome de Fadiga Crônica que inclusive pode ser tratada com hidrocortiosona como visto neste  consenso abaixo:

Projeto Diretrizes Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina

Fadiga Crônica: Diagnóstico e Tratamento

Autoria: Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade Sociedade Brasileira de Clínica Médica Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação Elaboração Final: 11 de junho de 2008 Participantes: Trindade TG, Gonçalves MR, Stein AT, Castro Filho ED, Lopes AC, Nahas RM, Pereira CF

O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, tem por objetivo conciliar informações da área médica a fim de padronizar condutas que auxiliem o raciocínio e a tomada de decisão do médico. As informações contidas neste projeto devem ser submetidas à avaliação e à crítica do médico, responsável pela conduta a ser seguida, frente à realidade e ao estado clínico de cada paciente

RECOMENDAÇÕES:

1. É recomendada a todos os pacientes com fadiga crônica uma abordagem de maneira integral, que envolva o indívíduo, sua família, e profissionais de saúde de maneira interdisciplinar ;

2. A terapia cognitiva comportamental e exercícios gradativos consistem nos tratamentos mais eficazes, e são recomendados para os pacientes com fadiga crônica;

3. Toxóide estafilocócico, hidrocortisona, selegelina, fenelzina, metilfenidato, sulfato de magnésio, NADH e intervenção de grupo imediata, embora tenham demonstrado algum benefício em pacientes com SFC, devem ser utilizados com parcimônia

4. Como os achados são contraditórios sobre a eficácia da imunoglobulina, não é possível recomendar o seu uso para o tratamento da SFC;

5. Suplementos com polinutrientes, terfenadina, galantamina, ácidos graxos, ginseng siberiano, extrato de fígado bovino, corticóide nasal, hormônio do crescimento, aciclovir, melatonina, fototerapia, homeopatia e modafinil não determinam melhora clínica funcional, portanto não sendo recomendados para pacientes com SFC.

http://www.projetodiretrizes.org.br/8_volume/31-Fadiga.pdf

 

 

LITERATURE REVIEW Hypocortisolism: An Evidence-based Review Lena D. Edwards, MD, FAARM, FICT; Andrew H. Heyman, MD MHSA; Sahar Swidan, PharmD    – Link do artigo

Adrenal Fatigue & Overtraining inthe Athlete: a NutritionalPerspective on Pathology and Treatment of Overtraining Syndrome:an “exhaustive” review By Matt Lovell, BA (Hons) Dip ION NTCC CNHC MBANT  Link do artigo

J Psychosom Res. 2002 Oct;53(4):865-71. Hypothalamic-pituitary-adrenal axis, neuroendocrine factors and stress. Tsigos C1, Chrousos GP. link do artigo

Physiol Behav. 2015 Aug 1;147:213-9. doi: 10.1016/j.physbeh.2015.04.033. Epub 2015 Apr 22.Defensive coping and renovascular disease risk – Adrenal fatigue in a cohort of Africans and Caucasians: The SABPA study.de Kock A1, Malan L2, Hamer M3, Cockeran M4, Malan NT5. Link do artigo

Psychoneuroendocrinology. 2006 Feb;31(2):151-78. Epub 2005 Sep 1.The effects of sex and hormonal status on the physiological response to acute psychosocial stress.Kajantie E1, Phillips DI.

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Life satisfaction moderates the impact of socioeconomic status on diurnal cortisol slope.
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Depressed concentrations of oxytocin and cortisol in children with recurrent abdominal pain of non-organic origin
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Adrenal Fatigue & Overtraining inthe Athlete: a Nutritional Perspective on Pathology and Treatment of Overtraining Syndrome: an “exhaustive” review By Matt Lovell, BA (Hons) Dip ION NTCC CNHC MBANT

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Hydrocortisone and chronic fatigue syndrome Anthony J Clearea, , Veronica O’Keanea, John P Miella

Hydrocortisone and chronic fatigue syndrome.
http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(05)75740-8/fulltext#back-bib1

Urinary free cortisol excretion in chronic fatigue syndrome, major depression and in healthy volunteers
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Superposição entre depressão atípica, doença afetiva sazonal e síndrome da fadiga crônica
Mario Francisco JuruenaI,II; Anthony James CleareI

Psiconeuroendocrinologia do transtorno de estresse pós-traumático Juliana Elena Ruiz; Jair Barbosa Neto; Aline Ferri Schoedl; Marcelo Feijo Mello Programa de Atenção às Vitimas da Violência, Departamento de Psiquiatria, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo (SP), Brasil

177 Comentários em “Cansaço persistente ? Pode ser Síndrome da Fadiga Crônica com Cortisol Baixo (fadiga adrenal?)”

magda occhi gonzaga

28 de janeiro de 2014 - 09:41

Bom dia
Li a reportagem e me identifiquei nesse processo de doença.
Moro no Paraná. Gostaria de saber se pode me indicar um profissional na região de Maringá, Umuarama ou Londrina pra que pudesse fazer uma avaliação.
Obrigada, Magda

Roberto Amaral

17 de abril de 2014 - 09:12

Desculpe a demora Magda! Dr Leonardo Higashi da Clínica Higashi em Londrina.

BENITO DE LUNA

31 de julho de 2014 - 13:48

Boa tarde, vi alguns videos na internet em especial o do Dr. Lair Ribeiro o mito do sal, que uma das causas principais desta “doença” a é falta de sal no organismo, mas NÃO sal refinado pois tem muito sódio, mas o sal puro, como o FLOR DE SAL ou SAL DO IMALAIA, que são ricos em minerais e etc, pelo o que eu andei pesquisando o sal é quem dá condutibilidade de energia no corpo, (não sou profissional de saúde nem tão pouco médico), essa é só minha opinião. espero ter ajudado

Luiz MS Botelho

23 de fevereiro de 2014 - 20:47

Parabenizo-o pela excelente matéria – porquanto suficiente e eficiente para bem nos informar, leigos que somos; e mais: ante ao rigor científico que apresenta, creio que também seja de grande proveito para os profissionais da “ars medica” .

deborah ruthes

31 de maio de 2014 - 10:49

estou a três meses em tratamento… é tão árduo que espero ter forças para ver o resultado.
Obrigada por seu artigo esclarecedor.

Yuri

06 de junho de 2014 - 23:31

Boa noite, a fadiga adrenalina pode desencadear-se por uma pielonefrite?

Roberto Amaral

16 de julho de 2014 - 11:50

Fadiga adrenal pode diminuir imunidade e aumentar a chance de infecções recorrentes

Larissa

19 de junho de 2014 - 00:06

Olá, adorei e me identifiquei muito com a reportagem.
Tem algum médico especializado em Brasília pra indicar?
Obrigada.

Roberto Amaral

27 de junho de 2014 - 10:55

Dr. Icaro Alves de Alcântara

Maria Romilda Rodrigues

01 de julho de 2014 - 14:20

Estava procurando mais informações sobre fadiga adrenal e encontrei esta matéria, a qual adorei, gostaria de pedir sua permissão para repassar estas informações no meu facebook. Obrigada.

Roberto Amaral

25 de julho de 2014 - 09:00

Olá Maria, pode compartilhar sim desde que conste as referências,

Mychelly Ferreira

06 de julho de 2014 - 17:53

Me identifiquei muito com a matéria. Teria como me indicar um médico em Palmas/TO.

Roberto Amaral

04 de agosto de 2014 - 10:59

Desconheço,desculpe.

joana pereira

09 de julho de 2014 - 17:05

Gostava de saber se conhece algum medico que trate a doença adrenal em Portugal

Roberto Amaral

16 de julho de 2014 - 11:46

Desculpe, não conheço!

Eduardo

15 de julho de 2014 - 05:36

Parabéns pelo excelente trabalho Dr. Roberto Franco do Amaral.

Tem algum médico especializado em fadiga adrenal em São Paulo para indicar?

Obrigado

Roberto Amaral

16 de julho de 2014 - 11:45

Entre em contato na área correspondente. Obrigado!

Mara

21 de julho de 2014 - 17:09

Dr., pode indicar algum médico em Belo Horizonte?

Roberto Amaral

22 de julho de 2014 - 08:57

Dr Rafael Timbó

Heloísa Fagundes

29 de julho de 2014 - 20:28

Dr. Roberto,o sr pode indicar algum médico na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Obrigada. Atenciosamente.

Roberto Amaral

01 de agosto de 2014 - 16:02

Desculpe, não conheço ninguém em Jundiaí.

Josineide Cruz

01 de agosto de 2014 - 21:34

Boa Noite, Adorei esta materia…O Dr. pode me indicar um médico em Curitiba/PR…

Obrigada….

Roberto Amaral

04 de agosto de 2014 - 10:57

Dr. José Luiz Verde dos Santos. Muito obrigado!

Rosane Santos

03 de agosto de 2014 - 22:12

Parabéns pelo trabalho. Vc tem algum médico em Goiânia ou Brasília para indicar. Os médicos por aqui não peitam um fadiga adrenal….e os pacientes sofrem com isso.

Roberto Amaral

04 de agosto de 2014 - 10:56

Dr Ronaldo Bufaiçal ou Julian Yin. Muito obrigado!

silvana

17 de agosto de 2014 - 23:26

Obrigada pelas informações…preciso de uma indicaçâo de medico em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes.obrigada

Ana Cláudia

22 de agosto de 2014 - 15:31

Quando li esta matéria, parece que o senhor estava falando sobre meu estado. Tenho algumas dúvidas: o uso prolongado de anticoncepcionais orais pode desencadear o processo que termina com a fadiga adrenal? A depressão pode tanto ser causa como efeito desse processo? Agradeço a atenção.

Roberto Amaral

02 de setembro de 2014 - 21:31

Anticoncepcional diminui DHEA o que predispõe a depressão

Darlene

26 de agosto de 2014 - 11:45

Olá, o Sr. Poderia me informar um médico em Salvador. Gostaria de investigar se tenho esse problema. Obrigada

Roberto Amaral

11 de fevereiro de 2015 - 21:07

Olá, Dr Gabriel Almeida

Kassie

29 de agosto de 2014 - 11:13

Bom dia Dr. Roberto
Estou muito feliz que tenha achado esse infromativo sobre exaustão adrenal, pois estou sentindo todos os sintomas do quarto estágio do problema…
O senhor poderia me indicar algum profissional de saúde em Campinas – SP, ou só ir ao meu Endócrino ou Nutrólogo?
Obrigada pela ajuda e esclarecimentos!

Liza Nardez Bôa Vista

08 de setembro de 2014 - 11:35

Oi
Kassie
A Dra Marta Tornavoi acompanha muitos pacientes com esta patologia, ela é ortomolecular e homeopata.
Atenciosamente
Dra Liza

Experimenta tomar FORTEN DO LAB. CHIESI . É EXCELENTE !

05 de maio de 2015 - 00:03

o Fortem do laboratorio Chiesi foi o melhor para mim . fale com o medico experimenta !

Adriana Mello

04 de setembro de 2014 - 15:55

Artigo pertinente e com embasamento. Parabéns!
Algum profissional habilitado para indicar em Florianópolis ou região?!
Att

Roberto Amaral

04 de junho de 2015 - 09:46

Dr Luis Henrique Rigatti em Camboriú

Rosiane

07 de setembro de 2014 - 07:20

Poderia me indicar um profissional em Fortaleza/Ce, que diagnostique e trate de Fadiga Adrenal?
Grata.

Roberto Amaral

24 de setembro de 2014 - 08:56

Procurar no site da Longevidade Saudável, se precisar entre em contato via tel.

claudia

19 de setembro de 2014 - 01:59

Bom dia dr. Roberto

Me identifiquei muito com os sintomas da doença
Teria como me indicar algum médico em Florianópolis para q eu possa fazer uma avaliação?
muito obrigada !

Roberto Amaral

04 de junho de 2015 - 09:46

Dr Luis Henrique Rigatti em Camboriú

Priscila Lima

25 de setembro de 2014 - 20:59

Olá! A uns 5 anos venho tentando descobrir junto com meus médicos o porque de tantos descontroles da Adrenal. Minha endo antiga acreditava ser Hiperaldoteronismo. Mas lendo essa matéria vi que pode bem ser a Fadiga Adrenal uma vez que os exames clínicos dão todas as alterações (Cortisol das 8 = 31,54 (alto), Aldosterona = 35,5 (alta), Testosterona Livre = 0,55 (biaxo)), mas nada nos exames de Imagem que justificariam algo. Mas lendo esse artigo fiquei espantada. Gostaria de saber se sabe de algum profissional da Região de São José dos Campos/SP que possa me ajudar. Obrigada!

Roberto Amaral

20 de março de 2015 - 10:49

Imagino que use anticoncepcional não?

Maria Assuncao S. P Pinto

03 de outubro de 2014 - 09:49

Atraves de uma entrevista com o dr. Lair Ribeiro, foi mencionado o problema de insonia, causada por “exaustao adrenal” e buscando o significado do termo encontrei as suas informacoes e explicacoes que para mim e um achado divino para buscar ajuda medica. Moro em NATAL – RN e gostaria de saber qual o medico que podera me ajudar.

Roberto Amaral

11 de fevereiro de 2015 - 20:52

Algum que trabalhe com modulação hormonal

margarete lemos

03 de outubro de 2014 - 19:50

Super interessante e esclarecedor o artigo. Tens como recomendar algum médico em Salvador/BA?
Obrigada desde já!

Roberto Amaral

11 de fevereiro de 2015 - 20:51

Dr Gabriel Almeida

dilma gomes ramos

06 de outubro de 2014 - 09:50

bom dia dr;roberto .podia me endicar um medico que trati da fadiga adrenal. o brigada.

Roberto Amaral

29 de outubro de 2014 - 11:09

Ola!Médicos ortomoleculares ou qu efazem modulação hormonal

Rita

09 de outubro de 2014 - 15:06

Olá! Eu sofro desses sintomas! Comecei a mudar a alimentação, o problema é que sou enfermeira e faço turnos da noite, como posso contornar esse problema?

Roberto Amaral

09 de fevereiro de 2015 - 10:20

Ola! Procure um médico que faça modulação hormonal

Andréa Nicolini

16 de outubro de 2014 - 09:09

Bom dia, Dr. Roberto.

No momento meu cortisol está em 0,70 ug. Em 2010 o resultado era 12 ug.
Estou com todos os sintomas relacionados a esse problema, principalmente muitas dores musculares.
Tenho uma vida saudável, sou adepta da dieta ovolactovegetariana, faço exercicios regulares.
Consigo tratar de maneira natural?
Obrigada e parabéns pelo blog.
Abraços,
Andréa Nicolini

Roberto Amaral

29 de outubro de 2014 - 11:08

Olá, pode conseguir sim mas é sempre mais trabalhoso e demorado, a supre renal pode elevar até 6 meses para voltar a produzir níveis bons de cortisol em caso de fadiga crônico, isso se eliminar os fatores estressante e aderir a métodos de relaxamento com frequência

Nidia Regina Garcia Ferreira

18 de outubro de 2014 - 10:41

Minha filha de 15 anos fez tratamento da hipertireóidismo por 2 anos e meio, não resolveu. Teve que fazer iodo , fez em julho/2014 agora passou rapidamente para hipo. Está medicada com puran t4 mas os sintomas ainda são muitos e desconfortantes a ponto de estar afastada da escola a 20 dias diagnosticada com depressão e crise excessiva de ansiedade. Lendo sua matéria eu identifico muito com minha filha. Resumindo, moro na região de Bauru, será que o Sr. indica algum profissional nesta região?

Roberto Amaral

02 de março de 2015 - 12:04

Ola Nidia, pode ser que esteja em fadigo adrenal sim , já atendi muitos jovens assim. Procure por um médico que faça modulação hormonal,n conheço ninguém em Bauru.

CHRISTIANE

28 de outubro de 2014 - 12:20

Dr. Roberto, qual pode ser considerado um nível ótimo de cortisol no sangue ?

Júlio César

29 de outubro de 2014 - 13:51

Tenho sintomas de fraqueza, emagrecimento, prisão de ventre ( gases, e sensação de evacuação incompleta), tenho 1,81 altura, 76kg. Meu índice de cortisol deu 7.1, estradiol 44,3, testostenrona 673. Pelos resultados qual melhor tratamento?

Sou de Itumbiara Goiás.

Roberto Amaral

27 de janeiro de 2015 - 18:38

Não posso fazer uma consulta por aqui, desculpe

Branca Duarte

15 de novembro de 2014 - 01:48

Boa noite Dr. Roberto, o Senhor poderia me indicar um profissional na cidade de Taubaté. Obrigada.

Roberto Amaral

17 de novembro de 2014 - 09:46

Ola! Entre em contato com a Longevidade Saudável pelo site deles

Andre

18 de novembro de 2014 - 17:31

Muito bom artigo, me identifiquei muito com vários sintomas e gostaria de fazer um exame, conhece algum médico que possa me indicar ? Sou de Porto Alegre / RS

Grato

Roberto Amaral

26 de novembro de 2014 - 18:43

Dr Victor Sorrentino

Carolina

24 de novembro de 2014 - 13:37

Dr. Roberto, ótimo artigo! o senhor conhece algum médico em BH ou região que possa indicar? Obrigada!

Roberto Amaral

23 de dezembro de 2014 - 20:50

Dr Rafael Timbó

DAniela Cuccia

24 de novembro de 2014 - 13:48

Olá Dr. Roberto,
agradeço pela matéria tão informativa. Gostaria de saber se vc indica algum profissional em BH, que tenha uma visão mais aberta de cuidar do ser como um todo e que esteja dentro dessa linha de conhecimento das Fadiga ADrenal?
DEsde já agradeço imensamente.

Rosângela Raimundo

01 de dezembro de 2014 - 09:44

Bom dia Dr. Roberto. Nunca pensei que encontraria um artigo que me descrevesse tanto. Deu até vontade de ir até Campinas me consultar com o senhor, mas no momento não posso. Gostaria de saber se tem algum profissional para indicar em Niterói ou Rio de Janeiro. Muitíssimo obrigada.

Roberto Amaral

23 de dezembro de 2014 - 20:48

dr Rafael Higashi

Estela

07 de dezembro de 2014 - 22:42

Olá me identifiquei estou com cortisol elevado qual profissional vcs me indicam em santa Catarina se possível em blumenau. Obrigada

LUIZ CAZADO

12 de dezembro de 2014 - 22:31

Caro Dr. Roberto,
excelente sua explicação sobre fagida adrenal, especialmente no que concerne à resistência de alguns profissionais em saúde de enfrentar esse problema.
Gostaria de saber se a fadiga adrenal existente há muitos anos em uma pessoa pessoa pode desencadear dores nas articulações e músculos sem que isso signifique alguma patologia como artrite reumatóide? Obrigado.

Roberto Amaral

23 de dezembro de 2014 - 13:56

Obrigado. Um dos sintomas é a baixa tolerância a dor tendo em vista que o cortisol é um hormônio anti inflamatório

jonathan

26 de dezembro de 2014 - 12:39

bom dia , eu tomo corticoides 20 mg a 6 anos devido a dores no corpo foi o único que tirou as dores
mas de 4 meses pra cá sinto muita mas muita canseira fadiga estrema tentei parar de tomar corticoides mas quando fico sem o remédio os sintomas pioram parece ate que vou dormir e não acordar mais e ruim , não tenho mais convivência social não sai mais de casa não consigo mas trabalhar tudo que eu gostava de fazer não tenho o minimo interesse poderia minha códex ter parado de fabricar cortisol e eu estar dependente do corticoide farmacêutico pf me responda estou buscando ajuda de todos os lados para ter minha vida social de novo ( fiz tratamento para depressão tenho a certeza absoluta que não e depressão tenho planos de vida minha mente e positiva mas meu corpo não responde a essa positividade)

Roberto Amaral

29 de janeiro de 2015 - 10:56

Ol! Possivelmente seu eixo ACHT -adrenal está bem desregulado o que pode impactar na tireoide e testosterona.Procure um médico com endocrino ou que fasse modulação hormonal

Aline

02 de janeiro de 2015 - 14:05

Parabéns pela matéria!!! Alguém indicaria um médico em Campinas?

Roberto Amaral

06 de janeiro de 2015 - 17:53

Eu mesmo!

Abilio Teixeira

04 de janeiro de 2015 - 20:05

Muito interessante suas colocações.
Por gentileza, em Juiz de Fora – MG, teria um profissional com sua capacidade para indicar?
Grato por sua atenção.

Roberto Amaral

08 de janeiro de 2015 - 09:37

Procure ou ligue no site da Longevidade Saudável. Em BH tem o Dr Rafael Timbó e Dr Breno Faria

Beraniz

07 de janeiro de 2015 - 00:10

Dr. Tem 15 anos q estava procurando, o nome para todos este sintomas descrito fadiga adrenal,consultei com vários proficionais e nada não era nada, meus exames sempre com os níveis hormônios baixos , até quem disse q era hipotiroidismo q medicou com levoid 50mg, mias esses sintomas horrível sempre aparece, eu preciso de um proficional q mim ajuda , aqui em Goiânia

Roberto Amaral

07 de janeiro de 2015 - 11:13

Dr Julyan Yn ou Ronaldo Bufaiçãl

deizi

16 de janeiro de 2015 - 07:06

BOM DIA EU ESTOU TRATANDO DA MINHA FADIGA ADRENAL, COM UM ORTOMOLECULAR, DTR WILDE PRATA AGUIAR DE IPATINGA, ESTOU MT SATISFEITA OS REMEDIOS SOA TDS MANIPULADOS, A MHA H ISTORIA E LONGA , A BAIXO DE DEUS SE EU NAO TIVESSE ENCONTRADO ESTE MEDICO EU NAO TERIA MT TEMPO DE VIDA.

Eduarda

20 de janeiro de 2015 - 00:09

Olá, boa noite.
Moro em Curitiba e tenho todos os sintomas descritos acima. Estou me empurrando dia após dia. Depois de ler e assistir muitos vídeos sobre o assunto, comecei a procurar médicos….
Mas para aumentar ainda mais meu mal estar, deparei-me com a dura realidade. Inviável se tratar com esse tipo que parece ser maravilhoso de tratamento. Não encontrei nenhum médico que atenda pelo plano de saúde, que já é quase o valor de um salário mínimo, nem nenhum médico que atendesse com consulta próxima de um ” valor popular” tudo R$500,00 para cima. Pena que seja uma medicina para poucos. Se alguém ler meu comentário e conhecer algum médico que disponibilize esse tratamento de forma mais acessível, por gentileza indique. Algo que é bom e saudável deveria ser ofertado a todos… Temos sim um movimento forte da indústria da doença, ao qual o lobby farmacêutico domina, mas infelizmente a saúde e bem-estar também se tornaram moeda de comércio forte. É isso!

Salete

27 de janeiro de 2015 - 21:21

Gostaria de parabeniza-lo pelo site e em especial pela matéria.
Tenho um adenoma na adrenal, nível baixo de cortisol e vários dos sintomas descritos, acompanho com endocrinologista. Gostaria de saber se o adenoma pode causar a fadiga adrenal?
Agradeço a atenção.

Tania Mara

29 de janeiro de 2015 - 15:34

Dr Amaral
Como os demais me identifiquei com os sintomas, estou desde o final de novembro tratatando com uma nutróloga o hipotireodismo, porém as baixas taxas de cortisol aliados a todos os sintomas por vc descrito, levam-me a crer que posso estar com esta fadiga adrenal.Sou de Jaraguá do Sul – SC, próximo a Blumenau e Joinville. Tens algum médico para me indicar aqui nas proximidades que trate especificamente este problema?

Roberto Amaral

09 de fevereiro de 2015 - 09:03

Em BC em o Dr Luis Antonio Rigatti

Diego

02 de fevereiro de 2015 - 09:58

Excelente artigo, me identifiquei muito com vários sintomas. O senhor conhece algum profissional na região de Florianópolis que possa ser consultado a este respeito. Muito obrigado.

Roberto Amaral

09 de fevereiro de 2015 - 08:58

Em Balneário tem o Dr Luis Antonio Rigatti

Laís Dias

03 de fevereiro de 2015 - 08:54

Alguém sabe algum médico de SC?

Jullyana

04 de fevereiro de 2015 - 23:31

Dr. Roberto, ótima matéria. Parabéns!
O Sr. Saberia informar algum médico que atue em Recife/PE?

Roberto Amaral

05 de fevereiro de 2015 - 16:05

Muito obrigado”! DR Eduardo Magalhães e Dr Jaques Waismann

Viviane

09 de fevereiro de 2015 - 15:00

Dr gostaria de saber que medico que trata essa doença seria o endocrinologista ? pois meu esposo está com esses sintomas , e para diagnosticar o problema é pela exame dosagem hormonal salivar ?
tem alguma medico em SP para indicar ?
obrigado !!

Roberto Amaral

11 de fevereiro de 2015 - 10:23

A endocrinologia não reconhece como doença a fadiga adrenal. Procure um médico de confiança que faça modulação hormonal

Karine Sampaio

12 de fevereiro de 2015 - 12:07

Bom dia!
Me identifiquei com os sintomas da doença, acredito estar no grau 4, entretanto não no que se refere a infeções e à alergias, tenho 36 anos e acredito precisar de reposição hormonal, sou de Feira de Santana na Bahia e também gostaria de uma indicação de um profissional na minha cidade para que eu possa começar um tratamento para essa doença tão complicada.

Muito obrigada.

Roberto Amaral

20 de fevereiro de 2015 - 11:50

Olá! Dr Gabriel Almeida atende em Salvador

Célia

16 de fevereiro de 2015 - 18:44

Dr. Roberto!
Muito esclarecedores os seus artigos. Estou em uma luta diária a algum tempo. E cada vez mais os problemas aumentam ou se alteram. Comecei a uns 10 anos com muita dor no corpo, depois depressão e recentemente, ansiedade e alergias diversas( medicamentos, contraste iodado não-iônico, conservantes, corantes, etc). A 5 anos minha psicóloga tinha detectado Síndrome de Burnout, que não foi considerada pelo Psiquiatra… Como estou com quase 48 anos. O ginecologista me passou tratamento hormonal bioidêntico com base em progesterona, mas estou tão perdida que não sei de mais nada. Isso seria a modulação hormonal? Ah! Lembrei que tenho Tireoidite de Hashimoto também. Moro em Maringá. Por exemplo hoje tive uma pequena crise alérgica, mas o que mais me incomodou foi o grande cansaço e o cansaço mental que é incapacitante… Parece que depende o que tomou como minha mente fica paralisada… Fiz testes com piscóloga e ela inclusive disse que minha inteligência continua normal, porém com muita dificuldade na parte da memória. Tenho me isolado, pois conviver com as pessoas tem se tornado difícil. Muito obrigada pela atenção.

Roberto Amaral

14 de março de 2015 - 11:09

Teria que investigar niveis de cortisol na saliva e SDHEA alem de outros hormônios mas tem toda a cara de ser fadiga adrenal

Isonel

22 de fevereiro de 2015 - 23:09

Olá, parabéns pelo trabalho. Tenho todos esses sintomas, mas gostaria de saber se podem ser confundidos com os sintomas da menopausa, tenho 49 anos. Sou do Sul de Santa Catarina, preciso da indicação de um médico. Agradeço muito seu empenho!

Roberto Amaral

09 de março de 2015 - 09:24

Podem mas principalmente por causa do cansaço e irritabilidade. Idealmente deve se estar tratando menopausa para depois fazer o diagnóstico de fadiga adrenal crônica

ENNY

23 de fevereiro de 2015 - 04:16

Excelente artigo. Parabéns Dr. Roberto! Comecei a desenvolver esse quadro de Fadiga Adrenal em 2002 e, infelizmente devido a falta de um diagnóstico correto, fiquei 10 anos combatendo sintomas com ansiolítocs e antidepressivos. Cheguei ao esgotamento total com “burn out” em dez/12. Ainda fiquei mais dois anos com psicotrópicos até que encontrei Dra Adriana Rohr médica ortomolecular aqui no RJ que fez o diagnóstico certo. Estou me tratando a pouco mais de um mês e já sinto melhoras.

Roberto Amaral

26 de fevereiro de 2015 - 09:43

EXCELENTE!!!

Julie

03 de março de 2015 - 07:32

bom dia,
Sera que o Sr pode me indicar alguém em Belem???
Obrigado

Roberto Amaral

03 de março de 2015 - 09:49

Não conheço ninguém em Belém,procure no site da Longevidade Saudável ou ligue lá

Izolina Fuscaldo

03 de março de 2015 - 10:26

Otima materia exclarecedora de um assunto ainda pouco conhecido. Tenho todos estes sintomas da quarta fase, ja tendo passado pelas outras, e ainda muito gorda, mesmo seguindo uma alimentacao saudavel, e comecando a fazer exercicios orientados, nao consigo emagrecer. Meu problema esta ligado ao cortisol e prolactina. Ja fazem dois anos que venho sofrendo com isto, ja tive alteracao de pressao arterial pela madrugada durante vinte dias no mesmo horario, ate acertar a medicacao, depois este sono que nao passa, sudorese, um calor fora do normal, so estou bem no ar condicionado. Tomo uma medicacao que me faz ficar melhor, mas nao totalmente bem. Meu medico e excelente Dr. Andre Regazzi, em Niteroi. Ele tem paciencia e atencao o tempo todo. E um estudioso, com doutorado em medicina interna e cardiologia. E considerado um dos melhores medicos da cidade. Junta a minha ginecologista Liana Monteiro, depois de outras medicacaoes, o hormonio que me ajudou a melhorar. foi o activelle que ainda faco uso, junto aos outros medicamentos.
Gostaria de saber se e uma doenca para ser tratada pra toda minha vida.
Obrigado.

Roberto Amaral

13 de março de 2015 - 09:42

Em geral sim mas há diversas formas de tratamento não medicamentoso também como explicado no post

Ricardo C

06 de março de 2015 - 10:59

OLA ME IDENTIFIQUEI!!! GOSTARIA DE SABER SE HÁ ALGUM PROFISSIONAL ESPECIALIZADO EM SALVADOR-BA?? se possível numero de contato do profissional!!!

Roberto Amaral

09 de março de 2015 - 09:18

Dr Gabriel Almeida

lelis

07 de março de 2015 - 22:56

Boa noite,
Excepcional, Dr Roberto.
Dr. Fui ao endocrinologista com alguns sintomas
O mesmo me pediu uma bateria de exame, o de cortisol basal foi 11 ug/DL e o acth 5,7 PG/ml gostaria de saber se está normal. Porque sinto quase tos os sintomas descritos.

Roberto Amaral

09 de março de 2015 - 09:17

A associação dos sintomas com este nível de cortisol já nos sugere que vc se beneficiaria com a modulação da adrenal seja com vitaminas, fitoterápicos ou hormônios

Luciana fam

11 de março de 2015 - 22:52

quem olha isso é o endócrino???

Roberto Amaral

12 de março de 2015 - 11:00

A endocrinologia não reconhece fadiga adrenal como doença.

Karol

17 de março de 2015 - 11:39

Dr. A cerca de 5 meses tenho me sentido muito cansada, sonolenta, e não aguento ficar de pé nem durante 10 min. Tudo começou quando no mês de outubro tive uma sensação horrivel de mal estar e falta de equilibrio que a otorrino afirmou ser labirintite. O equilibrio melhorou, mas sinto uma tontura residual, mas o que mais me incomoda é o cansaço e a fraqueza. Durmo a noite inteira e pela manhã me sinto sonolenta, as vezes durante a noite melhoro, mas geralmente não tenho disposição pra nada, sendo que sempre fui uma pessoa muito disposta que sequer dormia durante o dia. O senhor me indica procurar um médico que faça modulação hormonal ? Saberia indicar algum em São Luis- Ma ? ou Teresina- PI ?

Roberto Amaral

20 de março de 2015 - 10:47

Ente em contato com Grupo Longevidade Saudável que eles podem te informar melhor sobre algum médico em sua cidade

Luciana freitas

20 de março de 2015 - 08:37

Gostaria de saber de um profissional que atende no RJ.
Se aceitar Unimed fico feliz da vida… rs

Roberto Amaral

20 de março de 2015 - 10:41

Difícil um que atende Unimed e que trate fadiga adrenal. Recomendo Dr Gustavo de Medeiros e Rafael Higashi

Robson Nunes

20 de março de 2015 - 12:07

Prezado Dr. Roberto, fui em um medico em Goiainia e falou que eu estava com fadiga adrenal no qual meu cortisol estava em 0,93 , estou com tonturas, dores em articulações, dores nas costas e urina espumosa desde de Dezembro. Essa fadiga adrenal pode causar tudo isso? , desculpa o incomodo pois achei muito interessante seus artigos.
Estava vendo meus exames em 2012 meu cortisol já era baixo 1,6 , porem em outubro de 2014 tive um stress muito alto no trabalho e logo depois de um período de exercício comecei sentir dores na barriga e assim descobri um cisto no rim, no qual na primeira radiografia deu cisto complexo nivel 3 , porem o medico não confiou nas imagens e pediu pra fazer em outro lugar de confiança e assim deu cisto simples, comecei sentir tonturas , dor nas costas, estralos na nuca, boca seca e o intestino mudou completamente, fiz endoscopia , colonoscopia e vários exames e nao deu nada tão significante, achei um desvio na coluna e esse cortisol baixo. Tudo esses meus sintomas pode ser fadiga adrenal?

Roberto Amaral

30 de março de 2015 - 20:22

Com nível tão baixo de cortisol eu pensaria em uso de prévio ou simultaneo de corticóide antes da coleta dos exames. Mas sintomas como tontura e dores podem ser consequencia de fadiga adrenal sim

Roberto Amaral

31 de março de 2015 - 13:48

Muito obrigado, pelo menos 1 mês de uso para reavaliar necessidade de aumento de dose sempre em conjunto com o médico prescritor

Experimenta tomar FORTEN DO LAB. CHIESI . É EXCELENTE !

05 de maio de 2015 - 00:07

Fale com seu medico e Tome complexo B e o Fortem do laboratorio Chiesi. Para mim foi o melhor .vê se não tem diabetes também.

Juliana Rinaldi

22 de março de 2015 - 16:47

Dr. Roberto,

Boa tarde ! Fiz exames de sangue e deu meu acth 5 pg/ml e o cortisol deu 11 microg/dl e DHL 265 U/L Fiquei preocupada. Sou uma pessoa bem ativa, acordo sempre as 5:20 da manhã e dormo lá pelas 11:20. Acreditei sempre que meu cansaço poderia ser pelo pouco sono e por uma vida muito stressante. Com a correria de horários me tornei uma pessoa sem paciência, nervosa, irritada e cansada. Isso pode ser a fadiga adrenal pelos exames acima ? Você atende em SP? Preciso de uma orientação e ajuda ! Agradeço sua atenção. Muito obrigada. Juliana

Roberto Amaral

31 de março de 2015 - 13:50

Pode ser sim mas teria que excluir outras causas de cansaço. Atendo apenas em Campinas

João Lima

14 de maio de 2015 - 13:43

Gostaria de saber se existe algum profissional que atende em Niterói-RJ

Roberto Amaral

15 de maio de 2015 - 09:44

Em Niterói não conheço mas no Rio tem o Dr Rafael Higashi e Gustavo de Medeiros

Ana

15 de maio de 2015 - 09:26

Você poderia me dar uma sugestão de profissional que atende em fortaleza/Ceará? Obrigada desde já!

Roberto Amaral

15 de maio de 2015 - 09:43

Perto de vc tem o Dr Eduardo Magalães e Dr Jaques Waismann em Recife

Vanessa Paixao

22 de maio de 2015 - 11:58

Gostaria de saber se existe.um profissional de saúde no Rio de Janeiro que trate essa patologia, por favor me ajude; minha mãe está muito mal!

Roberto Amaral

25 de maio de 2015 - 10:30

Olá! Dr Rafael Higashi da Clínica Higashi

José

22 de maio de 2015 - 20:22

Algum médico para este tipo de tratamento em Curitiba/PR?

Roberto Amaral

25 de maio de 2015 - 10:29

Olá, Dr VERDE

Andreia Gonçalves

25 de maio de 2015 - 11:12

Dr tenho depressão a 15 anos,e por isso me alimento mal . Não tenho fome e agora sinto um cansaço crônico só quero dormir e por mas que eu durma me sinto cansada…só não paro de trabalhar pois seu que vai piorar meu quadro…conhece algum medico aqui no espírito Santo. Ou me informar qual especialidades que eu tenho que procurar,já estou sem forças,não consigo fazer meus afazeres domésticos …. me ajudar por favor Abraços Andreia.

Roberto Amaral

02 de junho de 2015 - 09:46

Procure alguma médico perto de voçê ligando para o grupo Longevidade Saudável

Juliana

26 de maio de 2015 - 00:56

Jah fiz tratamento com hormonios com uma medica em florianopolis. Gostei muito ate desenvolver
Uma trombose superficial na perna esquerda. Ela insiste q eu use estriol e estradiol,mas a angiologista, o cardiologista e a ginecologista dizem q nao devo mais usar. Vivo cansadaaa. Alguma boa alternativa em Florianopolis?
Preciso muitooo! Obrigada

Roberto Amaral

02 de junho de 2015 - 09:45

O risco de trombose em geral aumenta com uso de hormônios estrogênicos orais e progestogênios, que não são progesterona, independente da forma utilizada.

Andrea

05 de junho de 2015 - 20:57

Dr. fiz uso de corticoide por 3 anos em fevereiro comecei fazer a fazer o desmame que termino agora em abril.

Mais fiz o exame de cortisol e o resultado foi 0,25ug/dl estou com depressão, fico muito irritada e choro a toa engordei mais de 20k em um ano.
Tenho muitas dores no corpo e principalmente no joelhos que os médicos dizem que e por excesso de peso
sera que tenha fadiga adrena?
Meus exame de progesterona deu 0.03 e o de testosterona deu 0.03 tbm.
Faço tratamento com a endocrologista

Roberto Amaral

06 de junho de 2015 - 10:43

Pode ser que sim mas temos como afirma nada por aqui. Quanto ao cortisol era esperado que desse baixo depois do uso de corticoides mesmo

Marina Alves Lima

07 de junho de 2015 - 21:49

Olá, dr Roberto, sou de Governador Valadares, e lendo sobre fadiga adrenal, me identifiquei bastante…… Gostaria que me indicasse um bom profissional, em Belo Horizonte, ou Vitória, que vc conheça….. Obrigada

Roberto Amaral

08 de junho de 2015 - 08:59

Em Belo Horizonte tem o Dr Rafael Timbó e Dr José Roberto Melo.

LOURDES QUEIROZ DE PAULA

13 de junho de 2015 - 16:57

Dr. Roberto, foi um achado para mim essa descoberta da fadiga adrenal já que procurava na internete algo sobre depressão, exaustão e sudorese abundante.Porém meu caso complica pois tive depressão pos parto e nunca me livrei dela completamente. Sou idosa e tive um câncer pelve renal há um ano. Perdi o rim esquerdo e toda musculatura dessa região numa cirurgia grande, mas tudo correu muito bem so restando a depressão, e a exaustão com sudorese…Será que apesar de sem um rim haveria alguma esperança para mim, pois fui a todos os médicos e dizem que não tenho deficiência de nada, que é só problema da idade. Obrigada. Ah, moro perto de S. J. Rio Preto, há médico por aqui?

Roberto Amaral

16 de junho de 2015 - 10:03

Muito obrigado, feliz em ajudar . Segue Dra Eliana Lopes da Silva Polotto

Gustavo

14 de junho de 2015 - 22:47

Dr. Roberto o senhor conhece algum médico aqui na minha cidade de Ribeirão Pretp/SP?
Muito obrigado

Roberto Amaral

23 de junho de 2015 - 08:46

Sim, Dr Bruno Barizza atende aí

Gustavo

14 de junho de 2015 - 22:47

Dr. Roberto, o senhor tem algum médico para me indicar aqui na minha cidade de Ribeirão Preto/SP?
Muito obrigado

Roberto Amaral

16 de junho de 2015 - 10:01

Entre em contato com o grupo Longevidade Saudável que eles podem te indicar

Carolina

17 de junho de 2015 - 05:05

Bom dia, Dr Roberto. Muito esclarecedor suas informações e há quase um ano veio sofrendo os sintomas de fadiga e gostaria de saber se há alguém na região de Marília ou Bauru, ambos são interior de SP, pois acredito que na minha cidade, Ourinhos não deva ter. Fico no aguardo. Obrigada

Roberto Amaral

29 de junho de 2015 - 09:13

Entre em contato com o grupo Longevidade Saudável, não conheço ninguém na região

Carolina

17 de junho de 2015 - 20:40

Ola, algum medico em Bauru ou Marilia, ambos interior de Sp. Moro em Ourinhos mas acredito que aqui nao deva ter.

Roberto Amaral

23 de junho de 2015 - 08:44

Não conheço, entre em contato com a Longevidade saudável

Louise Barbosa Batista Cardoso

18 de junho de 2015 - 14:21

Dr., pode me indicar algum profissional em Vitória/ES? Me identifiquei demais, tenho praticamente todos os sintomas e já há muito tempo, mas os médicos sempre ignoraram tudo ou falam simplesmente em stress. Agora estou vendo uma possibilidade de me tratar.

Roberto Amaral

23 de junho de 2015 - 08:43

Em Vitória tem o Dr Paulo Lessa

Teresa Cristina Maciel de Queiroz

19 de junho de 2015 - 12:04

Dr. Roberto,

Sabe de algum médico nesta área na região do Triângulo Mineiro? Pode me informar se é um tratamento muito caro? Valores aproximados? Obrigada.

Roberto Amaral

29 de junho de 2015 - 09:11

Entre em contato com o grupo Longevidade Saudável para saber de algum médico em sua região. O valor fica difícil de te responder, dependerá das abordagens do médico

Milton Dantas

20 de junho de 2015 - 02:09

Muito esclarecedor o seu artigo sobre fadiga adrenal. Estive consultando com a nutricionista e ela pediu para investigar a fadiga adrenal, dosagem de 25 hidroxi Vit D e dosagem de insulina basal. Permita-me pedir a indicação de profissional que atenda Santos, onde resido, ou a região da baixada santista.

Roberto Amaral

23 de junho de 2015 - 08:39

Em Santos tem o Dr Alcebíades. Esse é o site dele http://www.modulacaohormonalsantos.com.br/

Priscila

22 de junho de 2015 - 22:30

Boa noite Dr. Roberto!!
Lendo a sua matéria identifiquei que meu marido está com todos os sintomas do estágio 4, ele perdeu o irmão recentemente e está se sentindo 99% dos sintomas listados na matéria, mas levei ele em vários médicos e ninguém falou nada desta doença.
Por favor poderia dar uma indicação para São Paulo?
Muito Obrigada

Roberto Amaral

23 de junho de 2015 - 08:38

Em São Paulo indico Mohamad Barakat, Júlia Gouveia, Gustavo Vilella e Dayse Caldeira

Gil

25 de junho de 2015 - 12:46

Boa tarde! Poderia me indicar um profissional na cidade de São José do Rio Preto – SP?
Obrigado!

Roberto Amaral

26 de junho de 2015 - 18:36

Dra Eliana Polotto

Rodrigo

27 de junho de 2015 - 11:03

Dr. Roberto, parabéns pela matéria.
Quero me consultar com algum médico da minha cidade, mas não sei qual especialidade médica. Qual especialidade médica para se tratar a fadiga adrenal? Endocrinologista?

Obrigado!

Roberto Amaral

29 de junho de 2015 - 09:09

Procure um médico que faça ortomolecular e/ou modulação hormonal

Fabio Leandro

28 de junho de 2015 - 19:42

Excelente matéria. Me identifiquei com os sintomas. Podes me indicar um profissional em Santa Cruz do Sul ou Pelotas no Rio Grande do Sul
Obrigado.

Roberto Amaral

29 de junho de 2015 - 09:08

Não conheço ninguem em ambas cidades, entre em contato co o grupo Longevidade Saudável

Mayra

29 de junho de 2015 - 11:30

Olá, bom dia!
Também me identifiquei com fadiga adrenal e estou na fase onde produzo baixo cortisol. (resultado no exame – 9,9%
Pode me informar médico na região de Ribeirão Preto/SP.
Muito obrigada!

Roberto Amaral

30 de junho de 2015 - 08:49

Dr Bruno Barizza

Gil

29 de junho de 2015 - 12:51

Dr. Roberto, você me indicou a Dra Eliana Polotto em São José do Rio Preto/SP, mais ela é Ginecologista, ela também atende Homem para o tratamento de Fadiga Adrenal? Se ela não atende, poderia me indicar outro profissional?

Muito obrigado!

Att.

Roberto Amaral

29 de junho de 2015 - 18:00

Não conheço mais ninguém aí, entre em contato com a secretária dela e comente o caso. Que eu saiba ela faz este tipo de tratamento sim.

Marileia Pelizaro

01 de julho de 2015 - 21:04

Adorei a matéria. Poderia me indicar um médico em Ribeirão Preto SP?????

Paula Érica

03 de julho de 2015 - 18:25

Olá Dr. Roberto! Você pode me indicar um médico que atenda em Fortaleza-Ce? Há muito tempo tenho esse cansaço excessivo e insônia,já fui em vários médicos e nunca fiquei boa.

Roberto Amaral

13 de julho de 2015 - 11:12

Pode acontecer sim mas, talvez tenha q ajustar a dose para baixo

Renata

07 de julho de 2015 - 15:25

Há algum médico desse área em Salvador que o senhor recomenda ?

Roberto Amaral

08 de julho de 2015 - 07:57

Dr Gabriel Amelmeida ou Carlos Bacellar

Vanusca

14 de julho de 2015 - 15:18

Olá Dr. Roberto, gostaria de esclarecer uma dúvida.

Acabei de iniciar uma terapia de modulação hormonal, e comecei a pesquisar bastante, cheguei neste site e fiquei impressionada com a sua disponibilidade em ajudar e sanar as dúvidas das pessoas, obrigada e parabéns!

Como falei, acabei de iniciar o processo, mas confesso que estou preocupada, a minha médica não pediu exames salivares, todos foram feitos no sangue. Outro ponto que me preocupou, foi que ela me receitou Hidrocortisona 10mg, 3x ao dia, ou seja, estou tomando 30 mg de hidrocortisona no dia, e em um vídeo do Dr. Lair Ribeiro vi que ele recomenda no máximo 20mg para mulheres, pois existe o risco de suprimir a adrenal. A minha principal queixa, entre outras é cansaço excessivo, total falta de disposição, queda de cabelo, dificuldade para me levantar pela manhã, acordando já extremamente cansada, e muito sono no final da tarde. O meu cortisol (no sangue) deu 8,69 ug/dl. Ela também me pediu que medisse minha temperatura durante 5 dias, antes de me levantar da cama, e todas as medições deram entre 35,4ºC e 35,6ºC. Diante de todo esse quadro ela concluiu que estou com fadiga adrenal e hipotireodismo (apesar de meus exames tireoidianos terem ficado dentro da faixa de “normalidade”).

Seria possível que eu te enviasse os resultados dos meus exames, e a prescrição da minha médica para que, com sua experiência, você verifique se existe algo visivelmente fora dos padrões e que possa me prejudicar?

Obrigada!!!

Vanusca

Roberto Amaral

20 de julho de 2015 - 10:35

Isso não pode ser feito via on line,apenas em consulta presencial

jose carlos salles

15 de julho de 2015 - 16:58

Gostaria de saber se o senhor pode indicar algum médico ou clinica especializada nessa área na Região de São José do Rio Preto. Obrigado.

Roberto Amaral

20 de julho de 2015 - 10:34

Dra Eliana Polotto

Geisy Emanuelle

28 de julho de 2015 - 20:07

Excelente matéria Dr. Roberto! Pena que poucos médicos reconhecem o diagnóstico de fadiga adrenal…Poderia me indicar um profissional em Belo Horizonte? Obrigada!

Roberto Amaral

29 de julho de 2015 - 09:34

Muito obrigado, Dr Rafael Timbó ou Dr Roberto Melo da Clinica Bardot

Alexandra Veloso

29 de julho de 2015 - 14:59

Boa tarde, poderia indicar um profissional em Itajaí ou Balneário Camburiu SC por gentileza.

Roberto Amaral

04 de setembro de 2015 - 10:02

Procure o Dr Andre Gustavo Eichstaedt e seu colega de clínica

Ademir de Oliveira

03 de agosto de 2015 - 17:51

Após muito pesquisar cheguei a esse site que contém informações valiosas e de fácil compreensão..
Acho que finalmente descobri a causa do meu cansaço crônico…após anos…
Parabéns Dr Roberto pela vocação e disposição em esclarecer e ajudar as pessoas mesmo a distância !
Gostaria de saber se o Sr poderia me indicar algum profissional em Bauru S/P ?
Grande Abraço

Roberto Amaral

04 de agosto de 2015 - 10:03

Muito obrigado mas não conheço ninguém em Bauru

Iracema

06 de agosto de 2015 - 22:31

Parabéns pelo empenho nesse trabalho. Sabe de álbum profissional que trate essa disfunção em recife-pernambuco?

Roberto Amaral

20 de agosto de 2015 - 08:53

Dr Eduardo Magalhães, Dr Antonio Teixeira ou Jaques Waismann