(Last Updated On: 06/12/2018)

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O jejum tem sido praticado há milênios por povos ao redor de todo o globo, mas só recentemente, estudos têm lançado uma luz sobre o seu papel nas respostas celulares adaptativas que reduzem o dano oxidativo e inflamação, otimizam o metabolismo energético e reforçam a proteção celular. De acordo com pesquisadores americanos do National Institute of Health e da University of Southern California, em animais inferiores, o jejum crônico estende a longevidade, em parte, através da reprogramação do metabolismo e vias de resistência ao estresse. Em roedores o jejum intermitente ou periódico protege contra diabetes, câncer, doenças do coração e neurodegenerativas, enquanto nos seres humanos ajuda a reduzir a obesidade, a hipertensão, asma, e artrite reumatóide. Deste modo, o jejum intermitente tem o potencial para retardar o envelhecimento e ajudar a prevenir e tratar doenças.

                                                                    

    Figura 1. Efeitos da restrição calórica

Obesidade e Diabetes

Uma revisão bibliográfica realizada por pesquisadores da Escola de Medicina da USP, em 2013, fez uma análise de dados disponíveis na literatura sobre o impacto do jejum intermitente, uma modalidade de intervenção nutricional, em diferentes aspectos do metabolismo. A epidemia de anormalidades metabólicas, como obesidade, síndrome metabólica e diabetes mellitus tipo 2, tem ocasionado um aumento na prevalência de doenças cardiovasculares, condições em que os indivíduos afetados apresentam importantes melhorias advindas da modificação nos hábitos alimentares. Estudos experimentais recentes têm elucidado a modulação do metabolismo por jejum intermitente. Testes com animais têm mostrado alterações positivas no metabolismo glicídico (valores menores de glicemia e insulinemia) e lipídico (redução no volume de gordura visceral e aumento nos valores de adiponectina plasmática), além de uma maior resistência ao estresse. Apesar dos estudos disponíveis apresentarem populações muito reduzidas, observaram-se resultados positivos com esta intervenção também na saúde humana. Os resultados indicam melhorias no perfil lipídico, redução de respostas inflamatórias, com redução na liberação de adipocinas inflamatórias e alterações na expressão de genes relacionados com a resposta inflamatória e de outros fatores. O jejum aumenta a oxidação lipídica durante o exercício submáximal em atletas treinados. A utilização da gordura aumentada pode estar relacionada à diminuição da massa e gordura corporal.

Em indivíduos obesos observou-se uma melhor adesão ao jejum intermitente em relação às intervenções tradicionais (restrição calórica), além da redução no estresse oxidativo desta população. Dessa maneira, os pesquisadores acreditam que por se tratar de uma intervenção viável e acessível para a maioria dos indivíduos, novos estudos clínicos são necessários para testar a eficácia desta intervenção na prevenção e no controle de doenças metabólicas e cardiovasculares.

   “O jejum é uma forma segura e natural de liberar hormônio do crescimento, hormônio essencialmente queimador de gordura”

Câncer

Em outro estudo, publicado neste ano de 2015, pesquisadores da VU University of Amsterdam e da University of Manchester, constataram que a concentração de glicose no sangue pode ser reduzida em 20-40% durante o jejum intermitente. Calcularam que o fornecimento de glicose às células tumorais anóxicas potencialmente perigosas pode assim, ser significativamente reduzido resultando em morte celular, especificamente destas células. Células anóxicas são dependentes de degradação anaeróbica da glicose para geração de ATP e são perigosas, pois induzem a angiogênese, despertando o tumor dormente. Dessa forma, o jejum intermitente pode ajudar a reduzir a incidência de recaída tumoral através da redução do número de células tumorais anóxicas e consequentemente, o “despertar” do tumor.

Saúde cerebral

O efeito do jejum intermitente no humor foi estudado por pesquisadores da Université Montpellier e da University Paris-Est. Eles descobriram que o jejum é frequentemente acompanhado por um aumento do nível de vigilância e uma melhora do humor, uma sensação subjetiva de bem-estar, e às vezes de euforia. O jejum terapêutico, seguindo um protocolo estabelecido, é seguro e bem tolerado. Muitos mecanismos neurobiológicos têm sido propostos para explicar os efeitos sobre o humor em jejum, tais como alterações em neurotransmissores, qualidade do sono, e síntese de fatores neurotróficos.

“Muitas observações clínicas relacionam um efeito no início do jejum  sobre os sintomas depressivos, com uma melhora no humor, estado de alerta e uma sensação de tranquilidade relatada pelos pacientes”

A vulnerabilidade do sistema nervoso com o avanço da idade é muitas vezes manifestada em doenças neurodegenerativas, como as doenças de Alzheimer e de Parkinson. Em um artigo de revisão, cientistas do National Institute on Aging Intramural Research Program, USA, descrevem evidências sugerindo que duas intervenções dietéticas, restrição calórica (RC) e jejum intermitente (JI), podem prolongar a saúde do sistema nervoso, ao impactar as vias metabólicas e de sinalização celular, vias fundamentais que regulam o tempo de vida. A RC e o JI afetam a energia e o metabolismo dos radicais de oxigênio e os sistemas de resposta ao estresse celular, de forma a proteger os neurônios contra fatores genéticos e ambientais, que de outra forma, sucumbiriam durante o envelhecimento. Existem várias vias interativas e mecanismos moleculares pelos quais a RC e o JI beneficiam os neurônios, incluindo as que envolvem sinalização semelhante à da insulina, fatores de transcrição FoxO, sirtuínas e receptores ativados pelo proliferador de peroxissomo (PPAR). Estas vias estimulam a produção de proteínas chaperonas, fatores neurotróficos e enzimas antioxidantes, todos os quais ajudam as células a lidar com o estresse e resistir à doenças. Uma melhor compreensão do impacto da RC e JI sobre o envelhecimento do sistema nervoso provavelmente conduza à novas abordagens para a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas.

PPARs

Figura 2. Vias metabólicas alteradas pelo jejum intermitente

Qualquer medida em relação a nossa dieta deve ser orientada por um profissional de nutrição e com devido acompanhamento médico. Pessoas com pouca quantidade de massa muscular, sensibilidade a insulina, usuárias antinconcepcionais hormonais e mulheres na menopausa sem tratamento hormonal, podem não se beneficiar do jejum, pois a perda de massa muscular pode ser preponderante nestas situações.

Efeitos do jejum intermitente associado à natação crônica na composição corporal e metabolismo lipídico.

O Protocolo de jejum intermitente (IFP), foi sugerido como uma estratégia para mudar o metabolismo corporal e melhorar a saúde. Os efeitos do IFP parecem ser semelhantes ao exercício aeróbico, tendo uma adaptação bifásica de acordo com a intensidade e a frequência. No entanto, os efeitos da combinação de ambas as intervenções ainda são desconhecidos. Portanto, o objetivo de um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e publicado em agosto de 2017 na Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, foi avaliar os efeitos do IFP com e sem exercícios de resistência, na composição corporal, comportamento alimentar e metabolismo lipídico. Os ratos Wistar de vinte semanas de idade foram mantidos sob um ciclo circadiano invertido de 12 horas com água à vontade (ad libitum) e distribuídos em quatro grupos diferentes: grupo controle (CON, alimentação ad libitum e sedentários); grupo de exercícios (EX, alimentação ad libitum e treinamento de resistência); grupo de jejum intermitente (IF, jejum intermitente e sedentário); grupo de jejum intermitente e exercício (IFEX, jejum intermitente e treinamento de resistência). Após seis semanas, o peso corporal dos animais IF e IFEX diminuiu sem alterações no consumo de alimentos. No entanto, a composição corporal entre os dois grupos era diferente, com os animais IFEX contendo maior proteína total e menor teor de gordura total do que os animais IF. O grupo IFEX também mostrou aumentos no colesterol HDL total e aumento do conteúdo lipídico intramuscular. A quantidade de tecido adiposo marrom foi maior nos grupos IF e IFEX; no entanto, o grupo IFEX apresentou maiores níveis de expressão de UCP-1 neste tecido, indicando uma maior termogênese.

“O Protocolo de jejum intermitente combinado com o treinamento de resistência é um método eficiente para diminuir a massa corporal e alterar o metabolismo da gordura, sem causar perdas no teor de proteínas”

 

Efeitos metabólicos do jejum intermitente.

O objetivo de uma revisão realizada por pesquisadores da Universidade da Califórnia e publicada no Annual Review of Nutrition em agosto de 2017, foi fornecer uma visão geral dos regimes de jejum intermitente, resumir a evidência sobre os seus benefícios para a saúde e discutir os mecanismos fisiológicos pelos quais o jejum intermitente pode levar a melhores resultados de saúde. Uma pesquisa no MEDLINE foi realizada usando o PubMed e os termos “jejum intermitente”, “jejum”, “alimentação com restrição de tempo” e “tempo de alimentação”. Os regimes de jejum modificados parecem promover a perda de peso e podem melhorar a saúde metabólica. Várias linhas de evidência também apoiam a hipótese de que os padrões alimentares que reduzem ou eliminam a alimentação noturna e prolongam os intervalos noturnos de jejum podem resultar em melhorias sustentadas na saúde humana. Acredita-se que os regimes de jejum intermitente influenciam na regulação metabólica através de efeitos sobre (a) biologia circadiana, (b) o microbiota intestinal e (c) comportamentos de estilo de vida modificáveis, como o sono. Se comprovadamente eficaz, esses regimes alimentares oferecem abordagens não farmacológicas promissoras para melhorar a saúde ao nível da população, com múltiplos benefícios para a saúde pública.

“A redução ou eliminação da alimentação noturna e intervalos noturnos de jejum maiores podem resultar em melhorias sustentadas na saúde humana”

 

Compreendendo e aplicando os benefícios do jejum intermitente para a saúde

O jejum intermitente (do Inglês, Intermittent Fasting ou IF) é um termo usado para descrever uma variedade de padrões alimentares em que nenhuma ou poucas calorias são consumidas por períodos de tempo que podem variar de 12 horas a vários dias, de forma recorrente. Um estudo de revisão realizado por pesquisadores norteamericanos e publicado no periódico científico Obesity em 2017, focou nas respostas fisiológicas dos principais sistemas de órgãos, incluindo o sistema músculo-esquelético, ao início da mudança metabólica: o ponto de equilíbrio da energia negativa em que as reservas de glicogênio do fígado são esgotadas e os ácidos graxos são mobilizados (tipicamente além de 12 horas após a cessação da ingestão de alimentos).

Figura 3.  Perfis dos níveis circulantes de glicose e cetona em 48 horas em indivíduos com padrão típico americano de alimentação ou dois padrões de alimentação IF diferentes. (A) Em indivíduos que consomem três refeições e lanches todos os dias, o gatilho metabólico nunca é “invertido”, seus níveis de cetona permanecem muito baixos, e a área abaixo da curva para níveis de glicose é alta comparada com indivíduos em um padrão de alimentação IF. (B) Neste exemplo, a pessoa jejua completamente no primeiro dia e depois realiza três refeições separadas no dia seguinte. No dia do jejum, as cetonas são progressivamente elevadas e os níveis de glicose permanecem baixo, enquanto no dia de se alimentar, as cetonas permanecem baixas e os níveis de glicose são elevados durante e durante várias horas após consumo de refeições. (C) Neste exemplo, a pessoa consome todos os alimentos dentro de uma janela de tempo de 6 horas todos os dias. Assim, o gatilho metabólico é ativado após 12 horas de jejum e permanece ativado aproximadamente 6 horas por dia, até os alimentos serem consumidos após aproximadamente 18 horas de jejum. Modificado de Mattson et al.,2016.

Descobertas recentes sugerem que a mudança metabólica de glicose para cetonas derivadas de ácidos graxos constitui um gatilho conservado evolutivamente que altera o metabolismo de síntese de lipídios/colesterol e armazenamento de gordura para a mobilização de gordura através de oxidação de ácidos graxos e cetonas derivadas de ácidos graxos, que servem para preservar a massa muscular e a função. Assim, os regimes IF que induzem o “gatiho metabólico” têm potencial para melhorar a composição corporal em indivíduos com sobrepeso. Além disso, os regimes IF também induzem a ativação coordenada das vias de sinalização que otimizam as funções fisiológicas, melhoram o desempenho e retardam o envelhecimento e os processos das doenças. Futuros ensaios randomizados e controlados com IF devem usar biomarcadores do gatilho metabólico (por exemplo, níveis plasmáticos de cetona) como medida de conformidade e da magnitude do balanço energético negativo durante o período de jejum.

Uma dieta que mimetiza o jejum promove a regeneração e reduz os sintomas de autoimunidade e esclerose múltipla

Ciclos periódicos de 3 dias de uma dieta simulando o jejum (FMD) são eficazes na melhoria da desmielinização e dos sintomas  de encefalomielite autoimune experimental (EAE) em roedores

O jejum  reduziu a gravidade clínica em todos os camundongos e reverteu completamente os sintomas em 20% dos animais. Essas melhorias foram associadas ao aumento dos níveis de cortisol e ao número de células T regulatórias (T reg ) e redução dos níveis de citocinas pró-inflamatórias

Além disso, o jejum promoveu a regeneração e a remielinização de precursores de oligodendrócitos em axônios  apoiando seus efeitos tanto na supressão da autoimunidade quanto na remielinização. Também relatamos dados preliminares sugerindo que o jejum ou uma dieta cetogênica crônica são seguros, viáveis ​​e potencialmente eficazes no tratamento de pacientes com esclerose múltipla recorrente-remitente

O jejum neste estudo:

  • reduziu as citocinas pró-inflamatórias e aumenta os níveis de CORTISOL
  •  suprimiu a autoimunidade induzindo a apoptose de linfócitos
  •  promoveu a regeneração do oligodendrócito em vários modelos de esclerose múltipla
  •  é um tratamento seguro, viável e potencialmente eficaz para pacientes com EM

 

JEJUM E  ESCLEROSE MÚLTIPLA

 

REFERÊNCIAS

A reason for intermittent fasting to suppress the awakening of dormant breast tumors.

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0303264714001804

Fasting: Molecular Mechanisms and Clinical Applications.

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1550413113005032

Caloric restriction and intermittent fasting: two potential diets for successful brain aging.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Caloric+restriction+and+intermittent+fasting%3A+Two+potential +diets+for+successful+brain+aging

Effect of Ramadan fasting on fuel oxidation during exercise in trained male rugby players.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Effect+of+Ramadan+fasting+on+fuel+oxidation+during+exercise+ in+trained+male+rugby+players

Efficacy of fasting calorie restriction on quality of life among aging men.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Efficacy+of+fasting+calorie+restriction+on+quality+of+life+ among+aging+men.

Intermittent fasting vs daily calorie restriction for type 2 diabetes prevention: a review of human findings.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Intermittent+fasting+vs+daily+calorie+restriction+for+type

+2+ diabetes+prevention%3A+a+review+of+human+findings

Intermittent versus daily calorie restriction: which diet regimen is more effective for weight loss?

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Obes+Rev.+2011+julho%3B+12+(7)%3A+e593-601

Fasting for weight loss: an effective strategy or latest dieting trend?

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Int+J+Obes+(Lond).+2015+May%3B39(5)%3A727-733.

Improvements in body fat distribution and circulating adiponectin by alternate-day fasting versus calorie restriction.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=J+Nutr+Biochem+2010+Mar%3B+21+(3)%3A+188-95.

Modified alternate-day fasting and cardioprotection: relation to adipose tissue dynamics and dietary fat intake.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19375762

Effects of intermittent fasting on metabolism in men.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=rev+ assoc+med+bras.+2013%3B59(2)%3A167%E2%80%93173

Intermittent fasting modulates IgA levels in the small intestine under intense stress: A mouse model

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0165572815001253

Caloric restriction and intermittent fasting alter hepatic lipid droplet proteome and diacylglycerol species and prevent diabetes in NZO mice.

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1388198115000293

Effects of intermitent fasting and chronic swimming exercise on body composition and lipid metabolism

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28825965

Metabolic Effects of Intermittent Fasting.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28715993

Flipping the Metabolic Switch: Understanding and Applying the Health Benefits of Fasting

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Flipping+the+Metabolic+Switch%3A+Understanding+and+Applying+the+Health+Benefits+of+Fasting

 

Diet Mimicking Fasting Promotes Regeneration and Reduces Autoimmunity and Multiple Sclerosis Symptoms
In Young Choi 10Laura Piccio 10 Patra Childress Friedemann PaulMarkus Bock 11 Valter D. Longo 11

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26 Comentários

  1. sandra brito disse:

    prezado dr

    desculpe a minha ignorancia mas o que seria jejum intermitente???

    um ab e obrigada pela resposta

  2. Daniella disse:

    Bom dia, gosto muito dos temas que o dr. aborda em seu blog, obrigada por compartilhar seu conhecimento! Gostaria de saber se qualquer pessoa pode praticar o jejum intermitente? e qual a melhor forma (esquema) para iniciar ?

  3. Rosely Pontes disse:

    Boa tarde Dr. Roberto, tenho diabetes d tipo 2, procuro seguir dieta nutricional, faço caminhadas, tome medicações, mas minha glicose está sempre alta, além da pressão extremamente alta, estou pensando se poderia aplicar este jejum intermitente, só que no meu caso , não comer nas horas habituais, meu corpo desfalece, é difícil para mim até fazer os exames em jejum. Meu problema maior é a minha visão sempre turva por conta disso. Os profissionais que me tratam nunca me falaram a respeito, como devo proceder! Obrigada, um abraço!

  4. Francis Savio disse:

    Como é feito esse jejum intermitente? Sou Atleta amador, posso fazer? Desde ja, grato.

  5. […] Fonte: Efeitos do jejum intermitente no metabolismo humano […]

  6. Jessica Coelho disse:

    bom dia dr,

    gostaria de saber se o JI é aconselhado pra quem tem fibromialgia. Eu tenho um certo estresse crônico, e cansaço crônico. Um dia estou super bem, no outro parece que passou um caminhão em cima de mim, e isso me faz crer que seja sintomas da fibromialgia mesmo.
    Prático JI há uns meses e gosto muito, mas não sei se é bom pra mim!
    Obrigada! Amei seu blog passarei sempre por aqui.

  7. Mara disse:

    Como o jejum intermitente favorece a pessoa que tem artrite reumatoide? Obrigada

    • Insulina ativa acido araquidôquinico que faz parte da cascada inflamatória e jejum ajuda a sensibilizá – la. Não sei que até que ponto isto pode ser relevante na AR mas pode ser uma boa tentativa

  8. Luciene disse:

    Boa tarde, Dr.
    Gostaria de saber se pacientes bariátricos podem fazer o jejum intermitente.
    Se há prejuízos nutricionais…consequências..etc.
    Obrigada

  9. Hilla disse:

    Você não acha que esse jejum irá reduzir também massa magra? Já que antes de ser utilizados os depósitos de gordura para formação de atp, são utilizados as proteínas musculares que são de mais fácil mobilização. É um emagrecimento inviável.

  10. Bernardo disse:

    Doutor, boa tarde.

    Haveria alguma contra indicação para pessoas que possuem refluxo?

  11. Lucivaldo Silva Magalhães disse:

    Dr. Roberto, boa tarde. Gostaria de saber quais os nutrientes eu deva ingerir após um jejum de 16 horas. Das 6 dá tarde às 10 da manhã do dia seguinte. Eu já fiz alguns dias mas vacilei e eu pretendo voltar pois quero frequentar a academia 3 vezes na semana. Desde já Dr. Roberto, muito obrigado pela atenção.

  12. Marcus Tromm disse:

    Bom dia Dr Roberto Marcus de Santa Catarina
    Tenho 51 anos e a 6 meses estou tendo crises de hipertensão, faço caminhadas leves 18-11,no pico tomando losartana 50 mg duas x ao dia, esta dieta neste caso pode ser eficiente para me ajudar? meus exames estao normais apenas colesterol alto.Obrigado Marcus

  13. Parabéns Dr. Roberto Franco! Este artigo esta esclarecedor sobre atuação do metabolismo na pratica do jejum intermitente.

  14. Suely Cardoso disse:

    Bom dia , estou na menopausa e comecei agora a tomar DHEA 50 ,mg .e estou fazendo o JI . Será que devo parar ?

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